__Gostosa!- lhe disse consciente do que dizia.
__Você acha mesmo?- quis saber ela, pondo uma pontinha da língua para fora, roçando os meus lábios.
__ Me tentando assim, você acha que não? Quero essa língua dentro de mim...
__ Só se sua boca, me chupar como eu gosto.
__ E como é que você gosta de ser chupada? Eu não sei! Você me ensina? - a provoquei, mas sendo sincera, pois nunca tínhamos nos relacionado, apesar de sermos muito próximas.
__Claro que ensino, meu tesão. - disse com voz rouca, carregada de sensualidade. - Sou uma mulher privilegiada. - Graziela, levou as mãos até minha bunda e a apertou, despertando em mim, mais desejos que estavam adormecidos.- Vais me deixar descobrir, o que tem escondido no meio desta bundinha macia?
__Não prefere já ir sondando?
__Posso me atrever?
__Atrevida você já é.
__Não quero avançar no seu tempo!
__Mesmo eu deixando?
__ Deixa mesmo?
__Por que não deixa de lado suas precauções e não vai fundo em busca do que gosta? - interpelei-a, sentindo que uma de suas mãos se projetava para dentro da minha calça, já tomando contato com a pele da minhas nádegas. Apertou, e depois alisou, tomando ciência da calcinha que estava enfurnada entre as partes- Pare de me atormentar e vá em busca do que deseja sua tarada.
Grazi, puxou para o lado a tira que estava entre as nádegas e me olhando dentro dos olhos, começou a esfregar um dedo em meu rego, descendo em direção ao centro dele a procura as pregas "perdidas". Viu meu rosto se transfigurar, diante da incômoda caricia, que eu gostava de sentir, no meu ponto fraco, realmente erógeno. Ela sabia como mexer e assim que colou os seu lábios nos meus, começou a tatear ao redor do meu ânus, sem o tocar, apenas, fazendo ameaças, que me causava um furor intenso. Estava perdendo a pose diante daquele criatura e meu corpo dava indícios de querer desmoronar, pois minhas pernas estavam tremulas, mal me sustentando. Abri os olhos, vendo-a de pálpebras cerradas. Era maravilhosa, bela de se ver aquela entrega. Abracei-a com maior intensidade, sentindo seus seios de encontro aos meus. Nos encostamos na parede, do banheiro, onde tínhamos ido retocar a maquiagem, mas que na verdade fora o cenário para nos descobrirmos com tesão uma pela outra, apesar de já a ter na mira, a longo tempo. Descolei a boca da dela e implorei para que me tocasse o anel de couro.
__Por que você deseja que eu faça isso?
__Ele está coçando de vontade de ser invadido.
__Invadido ou tocado?
__Invadido, tocado penetrado, fodido, que importa, faça!
__Então diz bem gostoso, o que você quer que eu faça primeiro, te invadir ou penetrar?
__Por que você me tortura dessa forma? Toca com o dedo e depois enfia ele no meu cu.
__Devassa! Quer mesmo que te toque o cuzinho, quer?
__Quero.
As mesmas táticas, que cansava de usar para com as minhas "vitimas", ela , Grazi, empregava em mim. Era angustiante, mas gerava uma expectativa deliciosa, que molhava minhas pétalas intimas fazendo com que eu desejasse cada vez mais, quem estava comigo naquela intimidade. O primeiro toque aconteceu, e meu corpo se retraiu e expandiu de uma só vez.
__Cuzinho gostoso! - disse ela ficando com o dedo sobre ele, enquanto eu ensaiava umas pedaladas para o sentir por toda periferia. Para me martirizar, ela retirou o dedo.
__ Não faça isso, por favor, continue. - pedi, me requebrando mais.
__Então fique quieta! - ordenou, para meu desespero.
__ Mas...porquê?
__Por que eu quero. Fique quietinha, nada de se mexer.
Eu estava aponto de me descontrolar. Não tinha o hábito de se submissa, e ter que me submeter as ordem dela, era completamente insana aquela ideia, mas estava acontecendo. O dedo dela começou a circular me deixando mais um pouco no compasso de espera, com Grazi se divertindo as minhas custas, até que se fixou bem no meio do meu "prazer".
__Cuzinho gostoso. Estou sentindo as preguinhas...
__Por favor, enfia esse dedo em meu cu,te imploro.
__Boba!
__Enfia, vá!
__Pede com jeitinho.
__Enfia o dedo no meu cuzinho...isso. Huumm...que bom...enfia mais.
__Esta tão quentinho esse cuzinho, relaxa essa delicia...sente ele entrando...vou mexer ele, sente.
__ Divino, estou sentindo e vou gozar.- a informei e de súbito, ela parou. - Que foi?
__Não quero que você goze agora, só quando eu estiver te chupando.
__Então por que não tira minha calça e vem me chupar?
Grazi, se ajoelhou a minha frente e começou a abrir minha calça e assim que o fez a desceu e com ela a minha calcinha. Tirei-as pelos pés e vendo Grazi enlevada com o que via, separei as pernas, me revelando pulsando e úmida.
__Sua boceta é linda, minha menina, uma obra de arte. Olha que lábios ela tem. Cade o botãozinho? Quero ver a tua entrada, o teu buraco, para meter a língua bem fundo neste canal. Abre mais as pernas...isso...sente minha boca...hummm...delicia de xoxota. Gosta?
__Adoro. Tua boca é tão quentinha, me chupa mais...isso, beija...uuuii...que boca.
Ela era uma garota que sabia o que estava fazendo comigo, diante da fama que circulava de que eu era sádica e gostava de fazer minhas amantes, sofrerem, em minhas torturas sexuais. Retirei a blusa, exibindo meus seios, cujos mamilos estavam tesos. Estendi uma toalha de banho que estava ao meu alcance e me estirei nela, abrindo bem as pernas. Grazi, vendo-me naquela posição, levantou e com o olhar fixo em meu corpo, foi se despindo e pouco depois, com seu corpo nu, veio se aninhar entre minhas coxas e esfomeada devorou minha boceta, me levando a gozar fartamente em sua boca, Depois de me beber, ela cavalgou o meu corpo e se posicionando, com as pernas abertas, foi aproximando aquele sexo brilhante, da minha boca sedenta. O cheiro da sua xoxota, inundou as minhas narinas, com aquele perfume quente e intimo. Sentou com a boceta em minha boca.
__Chupe, lambe a minha boceta, quero a tua boca em mim. Que delicia...lambe tudo até meu grelo e me faz gozar. - dizia, sem se preocupar que eu estava quase que sem ar, tal era o ímpeto que ela empregava esfregando sua intimidade em minha boca e rosto. Levei a mão até a minha boceta,onde os dedos mergulharam num poço, que transbordava líquido viscoso. Grazi, notando que eu movimentava a mão, se virou um pouco, me dando uma certo alívio para respirar,viu a minha masturbação e puxou a mão, cujos dedos saíram molhados, os aproximando da boca, passando a chupa-los. Aquela, gata, começou a tremer e isso me contaminou. Dei um,a bela lambida em sua boceta, brinquei com o clitóris e quando o
calor começou a invadir meu intimo, me preparei para o clímax.
__ Vou gozar! -anunciei,vendo minha parceira, se estirar sobre o meu corpo, levando a mão entre minhas coxas, lá onde o sexo pulsava, escaldante e molhado, introduzindo dedos em minha cona. Rolamos sobre a toalha, atingindo o piso frio do banheiro, mas que ia se aquecer no espaço que estávamos. Procurei alcançar sua bunda, acariciando seu rego, procurando o cuzinho que me recebeu o dedo, todo aberto. Nos beijamos, trocando saliva sentindo o corpo estremecer quando o gozo supremo chegou. Nos encaramos, sorrindo pela travessura feita.
__Precisamos repetir a brincadeira! - disse ela me beijando intensamente - Preciso te saborear com mais calma.
__Adorarei ficar contigo novamente. Mas agora, vamos para a sala, pois já devem estar nos procurando.
Quando saímos do banheiro, cada uma foi para um lado da casa e depois nos encontramos, cada uma tendo a certeza de que tínhamos estado em um mundo maravilhoso, onde o sexo imperou!
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