Amo ir a praia tomar uma aguinha de coco e observar a macharada enquanto exibo o meu corpo. Casado ou não, se um piru me interessa, eu vou à caça. E modestia parte, meu corpão é delicioso. Não sou daquelas magras padrões. Meu bundão é grande, os peitos enormes pra serem mamados e meu bucetão é carnudo e guloso. Desde nova, eu amo rolas. Paus, pirus, o que for. Não tenho preconceito com tamanho, cor, idade. O que importa é se o macho é aberto ao prazer.
Pra mim pau é feito pra se por na boca. Pra mamar a cabeça cogumeluda e babar nas bolas. Se o macho permite, amo até chupar um cuzinho de homem. Mas o que importa mesmo pra mim é a porra.
Meu pai vivia trazendo putas para dentro de casa. Ele não se importava em comer elas na minha frente. E depois de um tempo, eu passei a adorar. Ele sempre dava um banho de porra nelas. No cu e na boca. Aquela era uma visão incrível pra mim. O cheiro. Cheiro de homem, de macho.
Desde nova o cheiro e o gosto de porra me deixa subindo pelas paredes. Qualquer cara com quem eu saio fica acabado na minha mão. Eu espremo a porra até não sair mais nada. Gosto de sentir a textura da rola na mão enquanto bato uma bela punheta pra eles, lambendo a cabeça e entalando na garganta. Só transo se for pra sentir a porra escorrendo depois pelo meu cu. Sento até o pau ficar assado. As vezes peço pra eles se limparem na cueca e me darem. Fico louca e acabo com minha buceta enquanto cheiro sentando em uma pica, seja de verdade ou de borracha.
Meu sonho é juntar quatro machos ou mais pra me darem um banho de porra. De mijo. E do que mais eles quiserem.
À propósito, me chamo Aghata e se vocês quiserem posso contar as minhas histórias por aqui.