Eram cerca de 10 horas quando Alberto chegou, e meu marido já tinha saído para o trabalho. O Deixei entrar e mostrei a ele a cozinha onde estava o problema do encanamento. Eu não pude deixar de notar que Alberto era um cara bastante atraente. Ele estava vestindo uma camisa da empresa e um folgado short vermelho.
Alberto rastejou pra baixo da pia para verificar os conectores entre a máquina de lavar louça, o triturador de lixo e a pia principal. Eu me ajoelhei para lhe indicar minha suspeita de alguns dos possíveis problemas nos encanamentos.
Eu estava usando um camisolão sem peças íntimas por baixo. Mas isso aconteceu por eu ter saído apressada do banho quando Alberto chegou. De repentes meus olhos focaram os de Alberto e o flagrei olhando diretamente para rachadura da boceta.
Sou considerada uma mulher de respeito na sociedade, no entanto, confesso que naquele derradeiro momento, fingir ares de paisagens e continuei com as pernas entreabertas. Eu fiquei apontando e tagarelando sobre dificuldades causados pelos encanamentos.
Eu escutei Alberto explicar os problemas e necessidades de peças. Eu levantei e disse que precisava ligar para meu marido para ver como ele queria que isso fosse resolvido. O encanador tinha peças usadas e novas, então nós dois entramos na sala de estar para fazer a ligação.
Sentei-me no sofá e liguei para o escritório de André, meu marido, assim que André atendeu, comecei a descrever o problema. Enquanto a conversa começava, olhei para Alberto, que estava de pé ao lado de onde eu estava sentado no sofá.
Havia um sorriso malicioso no rosto, ele abriu o zíper e mostrou seu pau. Minhas sobrancelhas se ergueram e meu primeiro pensamento “Esse cara tá louco?” com o coração descompassado, eu olhei de seu pau até os olhos de Alberto e de volta para seu pau.
Era um pau bonito. Digo isso pelo tom da cabeça rosa brilhosa. Já o restante do órgão era envolvido por veias grossas. No entanto, mostrar o pau duro para uma mulher casada era motivos pra fazer escândalos.
Eu deveria colocar esse vagabundo na base de tapas para fora de casa. Mas é certo que nenhuma mulher é 100% honesta. Então continuei a conversa enquanto mantinha os olhos focados no grandioso pau em minha frente.
E enquanto eu ouvia o que meu marido tinha a falar, Alberto puxou a pele do prepúcio e se aproximou. Esse pilantrão forçou meus lábios a se abrirem. “Isso será nosso segredo.” disse ele. Eu meio que me surpreendi quando chupei a cabeça como se fosse um canudo de refrigerante antes de abocanhar enquanto meu idolatrado marido falava insistentemente para eu verificar a qualidade das peças.
Quando precisei responder a uma pergunta que meu marido fez, tirei o babado pau da boca e o masturbei enquanto respondia. Em um ponto meu marido pediu para falar com Alberto, então eu acesse o viva voz e entreguei o telefone para Alberto enquanto eu continuava masturbando seu pau com a outra mão. Quando André pediu a Alberto mais detalhes, eu parei a masturbação e tentei fazer uma garganta profunda. Alberto olhou para mim enquanto continuava fazendo e respondendo perguntas de meu marido que desde aquele dia nunca tinha sido feito de corno por mim.
Num movimento surpresa, Alberto puxou meu vestido e fez sinal. E encostei no sofá e pernas abertas eu me toquei olhando seu duro pau pingando minha saliva.
Não prestei atenção na conversa no telefone, mas Alberto agiu com autoridade inquestionável fazendo com que eu ficasse de quatro no sofá. Ele alinhou seu pau contra os lábios da minha boceta inchada e encharcada e num impulso másculo violou minha fidelidade conjugal. Tudo isso enquanto dialogava com meu marido.
Eu sufoquei gemidos de prazeres recebendo seu membro maciço e suas bolas batendo em minha bunda branca. Segundos depois, André pediu para falar comigo. Com o celular em minha mão direita, Alberto puxou com forças para trás meus cabelos pretos e martelou violentamente minha boceta a alargando e arreganhando mais e mais.
Tentando desesperadamente não o deixar ouvir meus grunhidos e gemidos, eu disse: “Tá André… vou pedir abatimento no preço, sim a peça que ele tem é boa…”
Parei de tagarelar para tapar a boca com a mão quando sucessivos orgasmos múltiplos rasgaram pelo meu corpo. André estava me dizendo em qual conta bancária pagar a conta do encanamento, e (felizmente) não percebeu meu estado ofegante.
Evidente que amo meu marido. Todavia, nunca rebolei tão freneticamente como naquele dia fazendo sexo indecente e proibido no sentido representativo de minha aliança conjugal entre os dedos.
Alberto de repente empurrou seu pau tão forte em mim e como se fosse um vulcão em erupção explodiu dentro de mim, alojando a prova da traição profundamente em minha boceta casta. Felizmente, ele apenas soltou um grunhido baixo enquanto ejaculava, o que André não ouviu do seu lado do telefone, já que ele ainda estava falando.
Alberto terminou de bombear sua semente, então apenas deslizou lentamente seu pau meio para fora da minha boceta. Alberto encostou seu pau no meu cuzinho e derramou fios de espermas bem no centro do alvo.
Uma vez que André me disse tudo o que ele precisava que eu fizesse, nós dois nos despedimos e encerramos a ligação.
Alberto e eu olhamos um para o outro. “Isso foi ótimo!” ele disse.
“É, eu sei, mas nunca mais farei isso” Eu respondi.
Ele disse: “Você muito linda, mas eu tenho que trabalhar agora”, e ele entrou na cozinha com o pau ainda pendurado no short, balançando para cima e para baixo enquanto caminhava despreocupadamente, como se ele se fosse o sujeito mais irresponsável do mundo.
Coloquei meu vestido de volta e olhei para a foto de meu marido e dos meus dois filhos e fiquei pensando nas imoralidades que fiz. Como encarar meu marido? Aliás, se Alberto tentasse enfiar no meu todo o pau no meu cuzinho que até aquele momento era só de meu marido. Porra, sou mulher de respeito. Mas confesso que se ele forçasse eu teria dado o cu e bem dado até ficar frouxo, aberto e arrombado.
E pior, como fetiches de momento, eu conversaria com meu marido até ser preenchida com espermas na bunda.
Quando Alberto finalmente terminou o conserto, eu fui “convidada” a levantar o camisolão e sentar no seu gostoso piroção numa cadeira na cozinha só pra ser chamada( elogiada) de putinha gostosa e safada casada.
Após gozar, assinei um cheque pelo seu trabalho, então fui com ele até a porta da frente e bati a porta... Quando fechei a porta atrás dele, pensei comigo mesmo: “Infidelidades nunca mais e nunca mais precisarei dessa empresa.”
Quando meu marido chegou, eu já tinha me masturbado duas vezes pensando em como seria dar cuzinho no sofá e já tinha mudado de opinião quando fui perguntada se o custo do conserto valeu apena.
“Seria bom chamar esse que veio aqui, não lembro o nome, mas só quero se você ligar pra tentar baratear o custo do orçamento enquanto sirvo alguma coisa pra ele. Ah, nossos filhos devem estar no colégio para não atrapalharem em nada.”
Sei que longe de André sou vadia, não procuro amor, mas traições não consentidas é bom demais e, melhor ainda, é manter a relação dama da sociedade no convívio social e quente na cama com eficiente marido é tudo de bom.
Alberto não sabe, mas se um dia ele voltar têm um cuzinho pra ele socar e foder.