Uma Família Amorosa - Temporada II - A Família Aumenta

Por: flavio-santos-474 11/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Era Domingo, dia seguinte à festa de Katharina, Gustavo acordou somente no final da tarde daquele dia, com a mãe abrindo abruptamente as cortinas do seu quarto.

-Acorda dorminhoco. - Ela disse enquanto ia abrindo as janelas.

-Eiiii, essa luz tá foda mãe. - Respondeu ele esfregando os olhos.

-Achei que ia querer ver a mamãe vestida assim. - Isa falou, atraindo a atenção do filho imediatamente.

Isa estava com uma blusa regata, amarela, com as tiras sobre os ombros bem finas, sem sutiã, com os bicos dos seios marcando a roupa, e um short, curtíssimo, na mesma cor. Gustavo se sentou na cama rapidamente, sorrindo, enquanto a mãe se aproximava dele, se arrastando pela cama de 4, empinando bem o rabo.

-Você foi muito obediente, e conseguiu rapidinho convencer a Kathy a continuar aqui em casa. - Ela passava a unha do dedo indicador na boca dele, em seguida lhe dando selinhos. -Então a mamãe está aqui pra agradar o neném dela. - Ela agora o beijava com mais intensidade, enroscando a língua na dele, sentindo o bafo do garoto, adorando provoca-lo.

Gustavo a pegava pela cintura sem jeito, sentindo a mãe descer a mão pelo seu abdômen sem parar de beija-lo. Isa chegou até a cueca do filho, que por sinal era a única peça de roupa que ele usava, sentiu o pau dele duro, grande, escondido no tecido da roupa, ela colocou a mão dentro da peça e apertou com força a pica do filho.

-Deixa eu ir escovar os dentes. - Ele falou afoito, suando frio, sentindo a mãe lhe masturbar. -Eu devo estar com bafo.

-Então vamos ficar quites, porque como prêmio pra você, vou mamar na sua pica. - Ela falava ficando no colo dele, esfregando a buceta no seu pau, tapada apenas pela roupa dela, mordendo o pescoço do garoto, e voltando a beijá-lo.- E hoje você vai me dar leite, então nós dois vamos ficar com bafo. - Ela ria, passando os dedos no queixo do filho e gemendo no seu ouvido. - Ahhhhh é tão maravilhoso sentir a rola dura do meu bebê.... Você é tão bom... - Ela apertava o corpo do filho ao seu, esfregando cada vez mais forte.

Gustavo estava surpreendentemente aceso, colocava as mãos no corpo da mãe, forçava seu pau contra a buceta dela, chegando a colocar as mãos na sua bunda, apertando, enfiando a mão dentro do short e sentindo que ela estava sem calcinha alguma, Isa estava ofegante já, sua bunda estava machucada de tanto dar o cu na noite anterior, estava surpresa com a audácia do filho, parecia não restar mais nada do garoto ingênuo que ela começou a inserir na vida familiar.

-Nossa, que fogo hein. - Ela falou sussurrando no ouvido dele. - Tira a mão da minha bunda, você não merece tanto.... ainda. - Ela ria, mordendo a orelha dele.

-Eu beijei a Kathy ontem! - Ele falou sabendo que a mãe ficaria radiante.

-VOCÊ O QUE? - Isa falou se afastando do filho, com os olhos arregalados.

-A gente veio pra casa depois da festa e eu tava só de cueca, convidei ela pra ir na varanda do quarto andar e coloquei ela sentada no meu colo, falei pra ela o quanto amo ela e beijei ela na boca. - Gustavo ria enquanto narrava, vendo a mãe ficar extremamente surpresa e feliz.

-GUSSSSTAVOOOO, como isso menino? Meu deus, e ela? - Isa colocou a cabeça no peito dele, sorrindo, sem conseguir disfarçar a alegria e a surpresa.

-Ela deu o sorriso mais lindo que eu já vi na vida quando acabamos, mas depois disse que era errado, que não podia, ai eu roubei mais um selinho antes de ela ir embora pro quarto, pareceu BEM feliz.

-AAAAAAHHHHH SEU PIVETE. VOCÊ PUXOU DEMAIS A SUA MÃE, VOCÊ É TARADO COMO EU. - Ela ria, batendo palmas falando alto. - Gustavo, que demais isso, será que você vai conseguir tirar o cabacinho dela? - Isa, agora apertava o pau do filho, sentada ao lado dele na cama. -Imagina essa rola imensa abrindo aquela loirinha delicada Gu!!!! - Ela ria, quase maléfica.

-Não sei, acho que ela não gosta de mim. - Falou ele pensativo.

-Se ela sorriu depois do beijo é porque é apaixonada por você. - Isa não masturbava o filho, apenas alisava sua pica, acariciando, enquanto confabulava em seus pensamentos qual seria a próxima instrução para dar a ele. - Escuta aqui, amanhã você vai terminar com a garota da festa. - Ela ordenou.

-Mas mãe porque? - Ele perguntou incrédulo.

-Porque ela beijou você e não vai querer beijar de novo se ver você beijando outra garota na escola no dia seguinte!

-Eu não posso. - Disse ele.

-Porque? - Perguntou Isa de volta, olhando ele nos olhos, passando o polegar da mão esquerda sobre a cabeça da rola, ainda dura, de Gustavo.

-Eu quase comi ela na festa.

-GUSTAVO! VOCÊ TÁ MALUCO MENINO? Como ia comer a garota na festa da Katharina? - Isa falava indignada com a burrice do filho mas mantendo o sussurro.

-Desculpa mãe, mas a Kathy tava muito gata e eu fiquei falando coisas pra ela, abraçado nela e a Vitória atrapalhou tudo chegando de surpresa, ai a Rafa tava me beijando, dando uns beijos bons, levei ela pra um canto e fiz ela pegar no meu pau e enfiei meu dedo na bucetinha dela.

Aquilo despertou ainda mais o fogo da mãe dele, fazendo-a voltar a masturba-lo, vagarosamente, encarando-o.

-Como você enfiou o dedo nela? - Ela perguntou tentando esconder a malícia.

-Do jeitinho que a senhora me ensinou naquela noite. - Gustavo respondeu sussurrando no ouvido da mãe, colocando a mão sobre o seio dela e apertando, ainda por cima da blusa.- Mamei nela também.

Isa tinha se entregado completamente, acelerava a punheta, arrepiada com os relatos do seu bebê, tinha decidido que era hoje o dia, ele iria fuder a própria mãe e deixar de ser cabaço.

-AAaahhhhh você é um safado filho da puta! - Ela falou fechando os olhos, sentindo a mão dele afastar o short dela pro lado e ao confirmar que ela não usava calcinha alguma enfiar o dedo com cuidado dentro dela.

-Foi assim que eu enfiei nela. - Ele sussurrou, mordendo o pescoço da mãe.

-Meu deus garoto, o que aconteceu com você? Você não sabia nada até ontem... - Ela falava ofegante, sentindo o dedo entrar e sair devagar e a boca do filho pressionar a sua.

-A Rafa parou a punheta no meio, eu fiz ela se gozar toda durante a festa, ai eu cheguei em casa e a Kathy sentou no meu colo, só de blusa grande e calcinha, eu to DURO desde ontem, pulsando, morrendo de vontade de gozar, e acho que tá na hora da senhora colocar a boca na minha pica. - Ele falou entre os dentes, praticamente mandando nela.

Ela não resistiu, imediatamente sentou com a bunda na cara do filho e pegou a pica por baixo do saco negro dele, enfiando-a na boca direto, começando a mamar com força, morrendo de tesão, sentindo o gosto do pau dele, que devia estar sujo, já que ele não tomara banho depois de chegar em casa, ela sugava a pica de Gustavo, fazendo barulho com a boca, se engasgando na tora infantil, o garoto tinha apenas e estava ganhando um boquete da própria mãe, e deixando-a sem chão, com uma rola de mais de 20cm.

Gustavo sentia a boca da mãe gelar seu pau, sentia ele pulsar, ficando em estase, ele olhava a bunda na sua cara, sentindo o cheiro de buceta que dela emanava, ele afastou o short folgado para o lado e pôde ver a xana da mãe, lambendo-a enquanto recebia seu boquete. Mais uma vez a audácia do filho tinha surpreendido Isabela, que se contorcia enquanto chupava, apertava as bolas do garoto enquanto sentia a língua tímida tocar sua buceta, ele era inexperiente ainda, claramente, então ela mexeu a bunda de maneira que a língua do filho ficasse no seu grelinho, agora ele parecia ter entendido o recado e com a língua rija tremia a ponta sobre a campainha dela, fazendo-a gemer com a pica na sua garganta.

Gustavo sentia o mel da mãe, estava adorando o gosto da xana dela, esfregava a língua com mais força, Isa sentia o mesmo, o aroma do pau sujo do filho a deixava deliciada, imaginar que ele passou a noite duro e que Gustavo tinha aprendido direitinho seus ensinamentos a deixavam com mais tesão ainda, e foi só sentir o começo da gala do filho tocar sua língua que ela tremeu na boca dele, Isa gozava ao mesmo tempo enque recebia jatos de porra do próprio filho na sua boca. Ela não estava preparada para aquilo, nem Gustavo, que vendo a mãe começar a tremer simplesmente tirou a boca do meio das pernas dela, cortando praticamente todo o barato do seu gozo, mas ela estava com enebriada com o gosto da porra do filho invadindo sua boca que nem se importou por ter gozado menos do que poderia. Gustavo por sua vez mal podia acreditar que acabara de receber o gozo da mãe em seus lábios, nem que ele poderia ter feito a própria mãe gozar, estava em ecstase total.

Isa saiu, se virou, tirando a bunda do rosto do filho, mostrando para ele sua cara, com porra escorrendo pelo queixo, ela agora sentava sobre o pau do filho, seu short estava completamente amarrotado, ela podia sentir o pau dele na sua virilha, sem nada entre os corpos.

-Seu pai me bate quando eu babo. - Ela falou rindo, com a boca próxima a dele.

-Como assim? - Ele perguntou nervoso, sentindo o hálito da mãe, segurando-a pela cintura.

-Eu não consegui engolir toda sua porra, olha meu queixo. - Ela passava o dedo no queixo, limpando o gozo e logo chupando o dedo. - Seu pai me bate na cara quando eu não engulo tudo, você precisa fazer o mesmo...- Ela era provocante ao extremo deixando ele fora de si.

Gustavo deu um tapa fraco no rosto da mãe, fazendo-a rir.

-Bate forte! - Ela mandou quase gritando.

Ele não acreditou, mas viu o semblante da mãe ir piorando cada vez mais, ela estava lhe olhando com cara de braba, até que Gustavo obedeceu, batendo forte, fazendo a mãe virar o rosto, sentindo sua pele arder, sentindo a mão pesada do filho na sua cara, Isa colocou a mão no seu rosto, fazendo Gustavo se preocupar.

-Desculpa mãe, eu... - Ele ia falando e foi interrompido.

-Cala a boca fedelho! Eu gosto de apanhar, gosto que doa! - Ela ria da cara do filho inocente.

Isa ficou em pé ao lado da cama e baixou o short, mostrando as marcas de mãos na sua bunda branquinha.

-Nossa, papai pegou pesado ontem hein. - Gustavo ria.

-Não foi seu pai! - Ela disse olhando-o nos olhos, deitando sobre ele novamente. - Ontem, depois da festa a gente foi em uma festa da nossa família, dos adultos, uma suruba. - Isa revelava o segredo todo ao filho. - Nossa família é praticante de incesto, os homens fodem as mulheres, todas elas. Ontem eu dei pro seu tio João, pro seu tio Anderson, pro André, e seu pai fudeu a Bianca, a Tia Biela... E em breve você vai participar dessas festas, vai poder fuder todas elas.

Gustavo sentia o pau latejar mas olhava sua mãe uma surpresa indescritível, aquela história não podia ser verdade.

-E ai Gu? Quer fuder a família toda? - Isa apertava a pica do filho de novo.

-Até minha vó?- Ele estava incrédulo.

-As duas, a branca e a preta. - Isa o beijou com tesão, enroscando a língua a dele sem parar.

Os dois seguiram se beijando, enquanto Isa revelava toda a intimidade da família ao filho, sob o juramento de que ninguém saberia de nada apartir dele, o segredo seria total. Isa contou do casamento de Biel com Tamires, falou até mesmo que Vitória era na verdade filha de Gabriel, ou seja, irmã de Gustavo, o que deixou o garoto bem interessado em algum dia ir para a cama com ela.

Mas agora a mãe tinha lhe dado uma nova ordem, que ele cumpriu logo que chegou ao colégio na manhã seguinte, chamou Rafaela e disse à ela que estava passando por problemas sérios na sua família, que estava sem tempo para namorar e que mesmo amando-a muito não poderia continuar o rolo por enquanto, mas prometeu a ela que assim que as coisas se resolvessem ele voltaria a procurar ela.

A conversa entre os dois funcionou para que a garota não pensasse que ele queria apenas usar ela ou que não tivesse gostado da maneira como ela agarrou o pau dele durante o aniversário no fim de semana passado, mas não a impediu de chorar durante o dia inteiro, fazendo-a que nem entrasse na sala de aula e passasse o tempo todo no pátio chorando junto com sua melhor amiga. Vitória notou a cena e comentou com Kathy, que ficou impressionada, mas não tirou nenhuma conclusão precipitada, e ainda comentou com a prima que caso eles tivessem acabado seria o momento perfeito para ela falar com Gustavo sobre o interesse de Vitória, que por sua vez ficou radiante com a ideia.

Ao chegar em casa Kathy já não se aguentava em si de curiosidade, assim que Gustavo sentou à mesa para almoçar com ela e com Isa.

-Gu, vi a Rafa chorando hoje no recreio, aconteceu alguma coisa? - Era a primeira vez que Kathy falava com o primo depois do beijo.

-A gente terminou. - Ele disse seco, olhando somente pra seu prato, sem mirar a prima ou a mãe.

-Sério?? - Ela parecia mesmo surpresa. - Porque? - Perguntou curiosa.

-Não quero falar disso agora. - Respondeu de novo cortando ela, e deixando sua melhor amiga preocupada.

Depois do almoço ele subiu para o quarto e passou lá durante a tarde toda, era 19 horas quando ouviu batidas na porta do seu quarto.

-Quem é? - Perguntou ele, que estava somente de cueca deitado na cama.

-Sou eu.- A voz meiga de Kathy era inconfundível.

-Entra. - Ordenou.

Katarina entrou envergonhada, com passos curtos, encostou a porta e deitou ao lado do primo.

-Eiii. - Disse sem deixar que ela levantasse a colcha que o tapava. - Eu to só de cueca.

-Desde quando isso foi um problema? Eu vejo essa tua bunda murcha desde quando eu nasci, sem contar que   você faz questão de desfilar pela casa com esses gravetos que chama de perna. - Ela ria, um sorriso maravilhosamente lindo.

Ela vestia um top preto que aumentava seus seios, deixando seu colo e sua barriga completamente nus, e um short curto do colégio, estava com os cabelos presos em um coque, deixando seu pescoço também completamente exposto, aquilo bastou para deixar Gustavo excitado.

-Você tá diferente, o que aconteceu? - Ela tinha puxado a colcha com força, erguido e entrado embaixo dela, encostando seu rosto no peito nu do melhor amigo.

-Nada. - Ele disse seco.

-Você nunca se importou de estar perto de mim só de cueca, nunca se importou de me deixar deitar contigo. - Ela olhava para cima, mirando os olhos dele.

Kathy podia sentir o pau dele duro, ficava imaginando novamente se era por causa dela, se era por causa do beijo da madrugada de Sábado, por causa da roupa que ela usara agora, sua mente estava completamente poluída.

-Você nunca tinha batido na porta antes de entrar no meu quarto, quem tá diferente é você. - Ele ria, encarando a prima.

-É que vai que você tivesse fazendo algo né, não queria pegar você batendo punheta ou pelado. - Kathy ria, apoiando os braços no peito do primo e com o rosto ficando próximo ao dele.

Ele riu, alisando o rosto dela e depois colocando a mão na sua nuca, segurando-a com pressão.

-Quer falar do fim do namoro agora? - Ela perguntou, sentindo ele lhe acariciar.

-Pode ser. - Ele falou enquanto sentia ela alisar seus cabelos.

-Quem teve a ideia de terminar? - Perguntou o que tanto a afligia.

-Eu.

-Porque? - Seu coração já palpitava.

-Olha Kaká, - Ele tinha se afastado dela, sentando-se na cama, encarando-a. - eu não sei como são os caras que você gosta ou os que você tá acostumada a ficar, mas eu não consigo ficar com alguém pensando em outra pessoa. Eu achei que o que eu sentia por ti era só amor de primo, ou era porque a gente tinha brigado, comecei a ficar com ela pra ver se você saía da minha cabeça, mas por mais errado que possa ser, eu NÃO CONSEGUI! No teu aniversário, toda hora que eu beijava ela era contigo que eu queria estar, por isso te beijei aqui em casa. E não consegui beijar ela de novo depois de ter sentido o gosto da tua boca. - Ele colocava uma dose de drama na sua paquera, queria surpreender a prima, queria choca-la com amor.

Ele conseguiu, ela sorriu com o que ele disse, seu coração apertou, se acalmou, seu grande amor estava se declarando para ela, mas ai ouviu a voz da mãe e percebeu o quanto seria complicado manter aquela relação, o quanto seria difícil e se lembrou do que tinha prometido a sua melhor amiga.

-Gu, eu gostei do beijo, foi legal, mas eu não tenho o mesmo sentimento, desculpa. Eu não queria estragar teu namoro, não queria que vocês terminassem, eu gosto de outra pessoa. - Mentiu, segurando para não chorar.

-Sem problemas Kaka, nada vai mudar entre a gente e logo eu conheço alguém que vá corresponder ao meu sentimento. - Ele disse com frieza, vendo nos olhos dela que a prima mentia.

-Sabe quem formaria um casal lindo com você? - Ela tinha se sentado do lado do primo novamente. - A Vit, ela é completamente apaixonada por ti, você devia dar uma chance pra ela.

Gustavo devolveu um sorriso a ela, sem dizer nada, ela já se segurava para não chorar, já tinha se arrependido pela sua atitude, beijou-lhe na testa e logo saiu do quarto, indo para o seu, chorando, até dormir.

Enquanto isso, outra pessoa entrou no quarto de Gustavo, era Isabela, tinha escutado o filho contando que havia terminado o namoro, estava orgulhosa dele.

-E ai, como foi o término? - Perguntou ao filho, sentando-se ao lado dele na cama, notando seu semblante triste.

-Foi tranquilo, mas o seu plano deu errado. - Ele falou tentando forçar um sorriso.

-Porque? - Ela perguntou deitando-se mais com o filho.

Isa vestia um cropped preto de renda, que deixava seus seios bem volumosos, alem de uma calça azul, com estampas de gemas de ovo, que o filho tinha dado a ela em alguma data especial.

-Ela disse que não gosta de mim. - Ele respondia chateado.

-Tadinho do meu bebê. - Isa alisava o rosto do seu filho, passando a mão no seu peitoral.

-Ela falou que a Vitória é apaixonada por mim, disse pra eu procurar ela. - Ele falou enquanto ficava excitado com as carícias da mãe.

-Tá brabo com a mamãe por ela ter feito você perder a namoradinha? - Isa agora tinha literalmente montado no filho, com uma perna de cada lado do corpo dele e com os seios bem próximos ao seu rosto.

-Não, só triste por não ter dado certo.

-E será que um boquete da mamãe anima o bebezinho? - Ela pegava o filho com força pelo queixo e roçava forte no colo dele.

Gustavo já estava mais fogoso, logo levou a mão à bunda da mãe, apertando ela e fazendo-a sentir todo volume da sua pica.

-Nossa, como você tá abusado hein. - Ela diz mordendo a orelha do filho. - Quer aprender como se fode uma mulher? - Sussurrou ainda mais baixo no ouvido dele.

-E como você vai me ensinar? - Ele apertava mais forte a bunda da mãe.

-Tranca a porta. - Ela disse saindo de cima dele e se deitando na cama.

Gustavo levantou e logo fez o que a mãe mandou, chaveou a porta e quando se virou para a cama novamente Isa já estava sem calça, apenas com o cropped, sem usar calcinha, ele pode ver a buceta marcada no tecido todo rendado, ela o chamou com o dedo indicador, abrindo bem as pernas.

-Vou ensinar você a tirar a roupa de uma mulher. - Ela disse pegando-o pelo pescoço e tirando a cueca do garoto com os dedões dos pés.

Ela apontou para a tira fina que a lingerie tinha em seus ombros, o filho logo entendeu e puxou-as com carinho.

-Beija meu pescoço e os ombros, tira com os dentes as tiras. - Ela ordenou com a voz meiga.

O filho logo obedeceu, em seguida ela puxou o rosto dele para os seios dela, ele com pressa os beijou, mordiscou cada um, tirando a peça e revelando os belíssimos peitos dela, mamando-os como quando ela criança. Isa pegou uma das mãos do seu bebê e levou a um de seus seios e a outra a entre suas pernas.

-Aperta forte meu peito e esfrega com pressão minha xoxota. - Ela começava a arfar de tesão.

Gustavo sentia o tecido da lingerie esfregar na buceta da mãe e começar a ficar molhado, Isa pegava-o pela nuca e o beijava, sem precisar pedir sentiu as mãos dele puxarem a peça com força, quase rasgando-a, deixando-a nua por completo na sua frente.

-Meu deus, eu estou criando um monstro. - Ela ria, mordendo a boca do filho.

Agora Isa sentia a pica dura do filho tocando os lábios da sua bucetinha, ela pegou-a pela base e deslizou a rola, enorme para a idade do garoto, desde o seu grelo, colocando-a com cuidado entre os lábios da buceta e deixando-a na porta de entrada.

-Quer perder o cabaço com a mamãe? Quer foder a xoxotinha da mamãe? - Ela gemia, sentindo o garoto invadi-la sem que lhe respondesse nada. - aaaaaahhhhhhh, MEU DEUS QUE PAU MARAVILHOSO. - Ela gritou alto, sem se ligar que alguém da casa poderia ouvir, cravando as unhas nas costas do filho. - Foder a buceta da mamãe faz você perdoar ela por ter feito você acabar com sua ninfetinha? - Ela falava em meio aos gemidos.

Gustavo não falava nada apenas mexia o quadril, enebriado com o fato de estar comendo a mãe, de estar perdendo a virgindade, sentia a buceta da mãe engolir seu pau, metia cada vez mais fundo nela, cada vez mais rápido, a mãe gemia no seu ouvido, sentia a buceta arder pela força que o garoto empregava a cada estocada.

-Me chama de puta Gu, fala que a mamãe é uma vagabunda, porque a mamãe é, porque ela tá tomando ferro do próprio filho. - Ela falava baixo, se controlando, tendo prazer em ser fudida por ele.

Ele não disse nada, apenas metia, cada vez mais rápido. Não demorou nem 3 minutos para que o filho enchesse sua buceta de porra, ele logo caiu sobre seu corpo, exausto, fazendo-a rir.

-Você cansou é? - Isa o atirava para o lado, ficando em pé e colocando seu cropped sem prende-lo entre as pernas e em seguida a calça, sentindo sua buceta escorrer porra, sujando sua roupa.

-É que... - Ele ficara sem palavras.

-A primeira vez é sempre assim bebê, não se preocupe. - Ela se ajoelhara na frente do filho, sobre a cama novamente, beijou a boca dele e sem dizer mais nada saiu.

Isabela correu até o quarto, onde o marido ja estava deitado, lendo, ela chegou e sentou no lado dele da cama, arrancando o livro de suas mãos, ele ficou. surpreso, podia ver a parte solta do. cropped pendendo em frente ao corpo dela.

-Que isso, que assanhada ela tá. - Falou se ajeitando na cama, já notando as intenções da esposa.

Isa não falou nada, apenas pegou a mão do marido e colocou dentro da calça, fazendo-o alizar sua buceta, sentindo a porra que escorria dela.

-Que isso? Deu pra quem cadela? - Gabriel se ouriçou ainda mais, ficando de joelhos na cama e puxando a mulher, derrubando-a de costas no lençol.

-Seu filho acaba de perder o cabaço, ele fudeu a buceta da mamãe. - Ela passava as unhas na nuca do marido enquanto ele tirava sua calça, revelando a buceta toda fudida e cheia de porra.

A revelação deixou Gabriel ainda mais enlouquecido, fazendo-o tirar a cueca e forçar o pau contra a buceta suja da esposa, sentindo a porra do filho misturada com o mel da mulher.

-E ele fode bem? - Biel sentia o pau ir fundo, arregaçava ainda mais a esposa, que arranhava as costas dele com pressão, beijando sua boca enquanto gemia.

-Não tanto quanto o papai, papai mete melhor, papai sabe como a mamãe gosta de ser fudida e de ser tratada como cadela. - Ela sorria, gemendo.

-E você gozou enquanto ele meteu? - Biel começava a ficar ofegante, metia com mais intensidade.

-Não. - Ela fez uma cara de desilusão. - Ele era cabacinho ainda, meteu rápido, nem pensou em mim, por isso vim aqui dar pro meu corno. - Isa falava e ficava com a boca aberta provocando o marido, como se estivesse com falta de ar. - Me fode vai, me faz gozar na sua tora preta vai.... Teu filhinho é roludo mas ainda precisa aprender a meter numa cachorra como a mãe dele.- Ela suava nas mãos do marido. - Aaaaaahhhhh o negão gosta né? Gosta de saber que foi corno do próprio filho. VAI PRETO CORNO, GOZA EM CIMA DO GOZO DO TEU FILHO VAI!

Gabriel ficou vidrado na esposa metia cada vez mais forte, até que pegou com força ela pela cintura e atirou-a de rosto contra o colchão, abrindo bem a bunda dela, vendo o cu rosado, piscando.

-Você é muito puta, seu filho não vai conseguir dar conta, porque o que a mãe dele precisa é de muita pica, variadas, de todos tamanhos e cores. - Ele mordia por trás a orelha dela, abrindo bem o seu rabo delicado.

-Gabriel! Não! Você vai meter na bucetinha, SÓ na xoxota! - Ele não obedeceu. - FILHO DE UMA CADELAAAAAAAA, TÁ COMENDO MEU CU, TIRA, É PRA FUDER A MINHA XOXOTA!!!!! - Ela berrou de dor, sentindo a rola entrando no seu cu, arrebentando suas pregas.

-Cala a boca vadiazinha, não deixou o filhinho meter na sua bunda? Mostrou pra ele que teu rabo tá todo machucado de tanto apanhar na suruba? - Ele a provocava mais, surrando o cuzinho dela com a vara, metendo cada vez mais fundo e forte, sentindo o cu engolir toda a rola dele.

-Para, por favor. - Ela fingia chorar.-   Eu não consigo, minha buceta tá com porra escorrendo, você precisa gozar dentro dela, em cima do leite do teu filho. aaaaaaaaahhhhhhhh eu vou ter que voltar no quarto dele pra mostrar meu cu arrombado. aaaaaaaaaahhhhhhh corno filho da puta, vai me fazer gozar pelo cuuuuuu.

Ela delirava nos braços dele, não demorou para que os dois gozassem juntos, Biel caiu sobre as costas da mulher, mordendo o tecido do cropped, fazendo-a rir.

-Agora eu dou a buceta pro filho e o cu pro pai? - Ela falou se virando, olhando nos olhos do marido e sentindo a porra escorrer de seu cu.

-Você quer assim? - Ele perguntou rindo.

-Não, eu quero os dois me fudendo em todos lugares.

Eles se beijaram e dormiram abraçados naquela noite.

Os dias se passaram, Katharina seguia mantendo segredo sobre o beijo, tentando agir normalmente com os primos e cada vez mais incentivando-os a se beijarem, Gustavo estava cada dia mais interessado na mãe, que o provocava saindo do banho nua e pedindo a ele a toalha ou andando com roupas minúsculas pela casa, mas dentre as coisas que eles tinham como trato a principal era que ele não podia se aproximar dela com pensamentos sexuais sem que ela permitisse antes, toda e qualquer investida de cunho sexual deveria partir dela, para evitar maus entendidos e descobertas indesejadas.

Duas semanas após o término do namoro de Gustavo com Rafaela Katharina deu o golpe final para que ele e Vitória tivessem um momento a sós. O trio havia combinado uma tarde de estudos na casa de Vitória, para uma prova de ciências, mas Kathy falou que teria ensaio do balé naquela tarde e que não poderia ir, incentivando-os a estudarem sem ela, o que os dois concordaram facilmente, para desespero da loirinha.

Ao chegar na casa de Vitória, a garota logo foi tomar banho e se ajeitar para passar a tarde com o seu amado, ela colocou um mini cropped, branco, de renda, que deixava seus seios bem volumosos e um short jeans escuro, curto e folgado, deixando suas coxas grossas e suas pernas longas bem à mostra. Gu, como estava fora de casa, seguia com a bermuda de tecido fino e a camiseta de algodão do colégio.

Os dois estudaram a tarde inteira, estavam sozinhos em casa, o plantão de Gabriela acabaria apenas as 18 horas e Anderson chegava em casa sempre perto das 20. Era 16:30 quando eles decidiram que era hora de parar os estudos, tudo havia sido visto e revisto, eles estavam preparados para a prova, Gustavo começou a guardar seu material, ele ja tinha notado o corpo da prima, queria ficar com ela, mas não sabia como faze-lo, o top apesar de branco e curto, lembravam o que a mãe tinha usado na noite em que transaram, ele imaginou que poderia beijar a barriga da prima como a mãe fizera beija-la naquele dia, estava excitado e quando Vit convidou-o para assistir um filme ele logo aceitou. Ela preparou pipoca, ansiosa, nervosa, com o corpo tremendo, foi para a sala de tv, que ficava mais reservada no apartamento, e viu o primo sem camiseta.

-Eu tirei a camiseta, espero que não sem importe, tá muito quente.- Disse ele mostrando o abdômen defino, marcado por quadradinhos.

-Não, sem problema, já vi você até pelado. - Ela falou rindo, sentando ao lado dele e deixando a pipoca entre os dois. - Quer que eu ligue o ar? - Ele apenas balançou a cabeça negando. - Escolheu o filme? - Perguntou ela tentando tirar os olhos do corpo dele.

-Vamos ver Velozes e Furiosos. - Ele disse dando o play.

Eles conversavam enquanto o filme rolava, até que ele colocou a pipoca no seu colo e a abraçou, puxando-a para perto de si. Vitória sentindo o corpo suado dele no seu, mas não ficou com nojo, aquilo a alegrava, ela grudou no corpo dele e o viu sorrir, em seguida colocou a cabeça no seu peito, fingindo que assistia o filme, mas olhava para o volume no short dele, o pau estava duro e era bem perceptível, o cheiro do suor dele a deixava subindo pelas paredes, ela não se controlou e beijou o peito dele, sentindo os lábios ficarem úmidos pela pele do primo, ele por sua vez se arrepiou inteiro, mas não disse nada, ela preferiu assim, já que se arrependera do beijo, achou que tinha avançado muito o sinal entre eles. Ele alisava os longos e lisos cabelos dela, fazendo-a sorrir, até que ela virou e o olhou nos olhos.

-Nossa isso é gostoso demais. - Ela sorria de orelha a orelha.

Ele ficou sem saber o que dizer, os seios dela estavam bem aparentes no decote, a lembrança da noite com a mãe voltou a sua mente, a duvida sobre ter aprendido todas as dicas dadas estava pairando sobre a sua cabeça.

-Seu sorriso é lindo. - Disse ele alisando os lábios dela com a ponta do polegar da mão direita.

-Não fala isso que eu acredito. - Ela tinha ficado completamente vermelha, ou o tanto que sua pele parda permitia.

-É pra acreditar mesmo, você fica ainda mais linda quando tá com vergonha. - Ele colocara o cabelo dela pra trás da orelha, como fizera com a prima semanas atrás.

-Ninguém nunca me disse isso. - Ela se aproximava ainda mais do rosto dele, apoiando a mão esquerda sobre seu abdômen, sentindo seus quadradinhos na ponta dos dedos.

-Vou precisar falar mais vezes pra você acreditar? - Ele sentia-se bem dando em cima dela e vendo-a retribuir.

-Eu sei que você não mente. - Ela sussurrou enquanto a boca dele se aproximava perigosamente da dela.

Quando Vitória sentiu o peso da mão de Gustavo entre seus cabelos, pegando com força sua nuca ela apenas fechou os olhos, a boca dele logo chocou-se com a dela e eles começaram um intenso beijo, as línguas pareciam brigar, o coração dela parecia querer sair pela boca, e a buceta nem se fala, babava descontroladamente. Ela sentiu a outra mão dele pesar na sua cintura, na parte da sua barriga que o cropped não tapa, as unhas recém cortadas dele faziam ela se arrepiar conforme iam arranhando-a, as bocas se enroscavam com maior intensidade, até que ela se afastou abruptamente, sem acreditar no que estava acontecendo.

-Desculpa, eu não devia. - Disse ela sem fôlego.

-Fui eu que beijei você, eu que devo desculpas. - Ele sorria, vendo-a sorrir.

-Não precisa se desculpar, eu desejo isso há anos. - Ela mexia nos cabelos, tentando enrolados em um coque improvisado, sem sucesso. - Só é errado.- Ela lembrou que deveria tentar ser delicada e não parecer uma puta morrendo de desejo pelo próprio primo, tentou pensar no que Katharina faria.

-Não foi errado pra mim. - Ele disse puxando-a para o seu colo.

Ela sentou no colo dele de com os seus seios pesando contra o peito de Gu, logo sentiu o volume imenso entre suas pernas, e involuntariamente rebolou, ele percebeu que ela gostara daquilo no que estava sentada e logo a pegou com as duas mãos pela cintura, com firmeza, dando uma roçada que quase fez seu short baixar.

-Você vai querer continuar com isso? - Ela perguntou com a boca colada a dele.

-Você consegue parar? - Agora uma das mãos dele tinha ido para a parte de trás do seu short, tocando sua bunda e apertando com força.

Então voltaram a se beijar, cheios de intensidade, quando ela menos percebeu estava quicando no colo dele, de roupa ainda, mas louca de desejo, sentia a pressão do jeans no seu grelo, a calcinha friccionando sem parar nos lábios da sua xaninha, ela mordia a boca dele, puxando o lábio, sem desgrudar a língua da dele, e Gustavo correspondia cada vez mais, beijando com mais tesão, mexendo o quadril como se enfiasse o pau nela, pensou que deveria ter colocado a mão dentro da cueca e tirado a pele que cobria a cabeça do seu pau, seria inevitável gozar caso estivesse roçando diretamente a glande em Vitória. Quando a menina mal esperava sentindo as duas mãos invadirem seu short, por dentro da calcinha, mas por trás, os dedos longos e grossos de Gustavo agora abriam sua bunda, o indicador quase roçava nas suas pregas, aquilo era algo que ela nunca tinha imaginado em viver e agora estava tendo a noite mais perfeita da sua vida, o dedo dele sem querer passando pelas rugas do seu cu eram algo que a deixavam a beira do orgasmo, ele por sua vez sabia onde estava pondo a mão, sua vontade era a de enfiar o dedo no cuzinho da prima, porém, como para se controlar e não gozar Vitória parara de roçar no pau dele, Gu achou que ela podia não estar gostando dos toques, e se deteve a mexer o quadril com mais intensidade e afastar mais as bandas da bunda dela.

Os dois estavam tão excitado e envolvidos no momento que não notaram que a mais de 30 minutos estavam no mesmo beijo, que passava das 19 horas e que alguém entrara no apartamento, os passos foram diretamente para a sala de tv, onde a única luminosidade era o brilho do aparelho.

Ela acendeu a luz de supetão e não acreditou na cena que via.

-QUE PORRA É ESSA VITÓRIA.

-Tia Biela? - Perguntou Gustavo apavorado um segundo depois do grito e meio milésimo depois da prima pular do seu colo para o sofá.

-MÃE??? - Ela estava morta. - Mãe, eu posso explicar.

-Não Vit, deixa que eu...- Gustavo tentou intervir.

-Gustavo, se veste e chama um Uber pra ir embora. Vitória, se despede dele e vai pro meu quarto que nós vamos conversar. - Foi enfática, sucinta e dura.

-Tia Biela, deixa..

-Vocês ouviram, ele embora, ela no meu quarto. - Gabriela já tinha dado às costas para as crianças, estava tirando seu jaleco de médica e caminhando no corredor que dava acesso aos quartos.

-Deixa Gu. - Vitória segurava o braço dele com carinho. - Eu me entendo com ela. - Ela tentava tranquiliza-lo enquanto ele chamava o carro pelo aplicativo do celular. - Como a gente não notou que já era tão tarde? - Ela se recriminava agora, com o rosto nas mãos.

-É porque tava muito bom . - Ele disse olhando-a nos olhos.

-Você gostou? - Ela sorria de orelha a orelha novamente.

-Você não? - Ele alisava o rosto dela.

-Ah, eu amei, mas você já ficou com tanta menina, achei que eu tivesse sendo só mais uma. - Ela sentia vergonha claramente.

-Eu fui só mais um? - Ele sempre devolvia o debate para ela com alguma indagação.

-Não. Você sabe que gosto de você desde quando éramos crianças. - Ela sorria, vendo ele colocar a blusa.

-Bom saber. - Ele alisou o rosto dela com amor e a beijou de novo, um selinho dessa vez.

-Eu levo você lá embaixo.- Disse ela se levantando.

Gustavo ficou em pé e ela notou o absurdo calombo que havia no short do menino, era muito grande, não podia ser verdade, ela pensou, ele viu que ela olhara e ficou com vergonha, nenhum dos dois comentou nada, apenas apressaram os passos para fora da casa, ele chamou o elevador e foi abraça-la, ficou dando-lhe carinho, fazendo-a se sentir uma princesa de verdade. Eles entraram no elevador e ele a pressionou contra o vidro que havia no fundo, eles estavam sozinhos e se agarraram novamente, as bocas se encontraram, as línguas se enroscaram, sabiam que tinham poucos segundos até o térreo e torceram para que ninguém entrasse e atrapalhassem a festa deles. Logo sentiram o elevador parar e se desgrudaram com rapidez, sorrindo, saindo no andar de acesso ao prédio, ele deu a mão para ela e eles foram para a rua, ela estava em êxtase, vivendo um sonho.

-Isso vai continuar então? - Ela perguntou com medo da resposta.

-Vamos ver o que a tia Biela vai falar, mas eu gostaria que sim.- Ele sorriu todo bobo.

Ela o abraçou pela nuca e o beijou de novo, vendo o carro chegar e buzinar para ele, as bocas se desgrudaram e ele entrou rápido no Uber, se dirigindo à casa, Vitória voltou para o edifício e pegou o mesmo elevador, que ainda estava vago no térreo, nem pensou no que poderia acontecer com ela, só pensava em como ele tocara sua pele, nos beijos e no estado que se encontrava a xoxotinha babada, ela podia sentir o cheiro da sua buceta no elevador, tamanha quantidade de mel havia escorrido.

Ela chegou em casa e correu para a cozinha, pegou um copo de água gelada e, a passos rápidos, voou para o quarto dos pais. Quando entrou percebeu que estava realmente ferrada, a mão estava colocando sua lingerie na frente do espelho já, ela tinha sido lenta, a briga seria pior.

-Mãe...- Tentou dizer.

-Fica quieta! - Falou sem esbravejar, mas cortando a filha. - Eu falo, você escuta. - Vit não respondeu. - Vocês usam camisinha? - Perguntou diretamente, olhando a filha nos olhos.

-NÃO MÃE...- Ela era interrompida de novo.

-Não? Quer ficar grávida Vitória? - Gabriela agora gritava.

-Não mãe, a gente nunca fez nada...- Ela falou acalmando Gabriela.- Hoje foi nosso primeiro beijo. - Ela falou sorrindo, fazendo a mãe ficar parada olhando-a, admirando a felicidade da filha.

-Primeiro beijo? Ele tava com a mão dentro do seu short Vitória... - Gabriela sabia que a filha não estava mentindo, mas achou a cena muito forte para um primeiro contato, ela pode ver claramente a filha cavalgando no colo do primo, as mãos dele possivelmente dentro da calcinha dela, devia inclusive estar entrando na bucetinha ou no cuzinho da menina inocente.

-Foi mãe, eu sei, é que ele é fogoso e eu também. - Ela ria de vergonha. - Mas a gente não fez nada, juro! - Ela tinha levantado e beijava os indicadores em forma de cruz. - Você sabe o quanto eu amo ele, e há quanto tempo, você já me viu chorando por ele, e eu sei que ele é meu primo, mas ele é o cara, hoje é o dia mais feliz da minha vida, e você pode me matar, tentar impedir isso, me mandar pra um colégio interno ou na Suiça, mas eu AMO ELE, e ele é o cara, ele também gosta de mim. - Biela nunca tinha visto a filha daquele jeito.

-Eu já fui adolescente Vitória, já tive meus momentos de fogo. - Ela pegava as mãos da filha agora. - Não acho nada demais primos ficarem, acho ok, não vejo problema, mas as coisas não são uma maravilha, ele vai magoar você em algum momento, você vai conhecer outros caras, o mundo gira. Mas se você tem certeza que ele é o menino certo então amanhã você vai comigo à ginecologista, já liguei pra minha médica e marquei pra gente à tarde. Não me importo que você perca a virgindade, mas vai ser depois que fizer 30 dias que você toma o anticoncepcional, entendeu? - Ela olhava fixo pra filha, com seriedade.

-Mas a gente pode usar camisinha.- Tentou ponderar.

-Camisinha é uma merda, é uma bosta transar usando aquilo, e estoura, e vocês são cabeças de vento e esquecem, e não adianta me falar que você vai engolir a porra ou que ele vai tirar na hora. VAI ESPERAR UM MÊS ENTENDEU?

Vitória estava achando um máximo a mãe falando com ela com aquela liberdade toda, era maravilhoso, ela a abraçou forte, sorrindo muito e concordou com o pedido.

-Juro que não vai acontecer nada até lá. Obrigado por ser essa mãe maravilhosa e minha melhor amiga. - Aquilo foi um soco de alegria no coração de Gabriela.

Durante seu banho Biela pensou na cena que vira, o filho do seu grande amor com as mãos dentro do short da filha que ela teve com o seu amante, dois irmãos em uma safadeza enorme sem precisar que a família estranha intervisse mostrando toda sua sujeira, aquilo acendera a chama dentro do seu corpo e ela teve uma ideia maravilhosa. Logo que a filha saiu do seu quarto ela, ainda apenas de calcinha e sutiã, pegou o celular e mandou um whats para Biel.

”to com saudade, será que você aceita passar a noite comigo?”

A resposta foi praticamente imediata:

”Bom saber que sente saudade minha. Que horas pego você?”

”Minha filha tá em casa, pode ver algo, deixa que eu busco você no escritório!”

Estava tudo armado, ela encontraria o amado e contaria que a filha dele está prestes a perder a virgindade com o irmão.

Ela vestiu apenas um top preto, que deixava seus seios grandes bem desenhados, e um short Jeans, como o que a filha usara com o namoradinho.

Saiu do quarto e encontrou o marido cozinhando, o cheiro da comida estava bom, o dela também, Anderson logo notou que a esposa tinha um sorriso obsceno no rosto.

-Que roupa é essa? Aonde você vai? - Perguntou pegando-a pela cintura.

-Cade a Vitória? - Gabriela não respondeu, notou que o marido ainda vestia a roupa com a qual fora trabalhar, estava sujo, suado, um nojo.

-No quarto dela. Agora pode me dizer aonde vai assim? Ou será que se arrumou pra esperar o maridinho e ter uma noite maravilhosa? - Ele estava animado.

-Noite maravilhosa com você? - Ela tinha se escorado na geladeira, olhava o marido com o desprezo que o excitava. -Eu cheguei em casa hoje e peguei a sua filha MONTADA no colo do Gustavo,- Ela agora se aproximara do marido e encostava os lábios dela nos dele. - e o filho do negão estava com as mãos dentro do short dela, por trás, alisando o cuzinho ou a bucetinha virgem da sua menina. - Anderson não acreditava, olhava ela com os olhos arregalados. - A Vitória tava praticamente quicando no colo dele, Anderson, a sua menina é assanhada demais. -Ela dia com deboche. -Quer dizer, sua menina não né, porque ela é filha do Gabriel... imagina amor, sua filhinha vai perder o cabacinho com o irmão.

-E você fez o que? Expulsou ele daqui né? - Ele tinha se afastado, voltara a mexer nas panelas.

-Eu quase quase deixei ele terminar o serviço, mas só mandei embora mesmo. -Ela tinha abraçado o marido por trás e colocado a mão no pau dele por cima da calça de trabalho. -Chamei ela no quarto e ela me falou que ama ele perdidamente, que nem eu amo o pai dela, o de verdade, não o corno! Aí eu disse pra ela esperar, vamos na ginecologista amanhã, preparar bem ela pra sentar na tora preta. Imagina amor, sua menininha perdendo o cabacinho com um negão, sendo fudida, toda arregaçada por um pau enorme daqueles, olha, eu vi, o pau dele tava marcando o short e é tão grande quanto o do pai. -Ela ria, masturbando o marido por cima da calça. -Tá de pau duro porque sabe que eu vou sair pra dar pro negão ou porque sua filhinha vai dar pro negrinho?- Ela ria, aumentava os movimentos, sentindo o pau do marido pulsar. -Você devia ser racista, ou foi dono de escravo na vida passada, porque tem uma sina de negros comendo as mulheres da sua vida hein.

Quando Anderson estava prestes a gozar ela se afastou, caminhou até a sala e pegou a bolsa, colocando-a sobre o ombro direito.

-Você volta pra eu ver o estrago? -Ele era realmente manso e estava conformado com isso.

-Hoje não, a situação toda me deixou tão doida que vou precisar dormir com ele, quer dizer, nem vou dormir né. -Ela ria, voltou até a cozinha e beijou o marido, de lingua, safada, logo se afastou e saiu de casa.

Em pouco mais de meia hora estava em frente ao edifício onde Gabriel trabalhava, ele já a esperava na calçada, entrou no colo e viu a roupa da amante, as coxas à mostra, os belos seios, o colar em volta do seu pescoço, deu um selinho nela e ela partiu.

-Vamos pro motel? -Ele perguntou.

-Sim, você não quer?- Ela sorria cheia de malícia.

-Quero muito, mas não vou negar que sua mensagem me surpreendeu.

E ele não estava mentindo, precisou enrolar Tamires, dizendo que iria trabalhar até mais tarde, que voltaria pra casa só de madrugada já que sairia para jantar com um cliente em potencial. Ela acreditou, mas depois ele precisou contar a verdade à Isa, que apesar de se excitar sabia que aquele encontro poderia gerar muitos problemas.

Gabriel dirigia, olhando para as coxas de Biela, imaginando se ela havia ido ao banheiro, já que nitidamente tinha tomado banho, seus cabelos ainda estavam molhados e seu perfume era inebriante naquele momento.

-Você tá cheirosa hein. - Ele falou colocando a mão na coxa dela.

-Obrigada... - Ela sorria, sabendo que ele a preferia suja. - Eu lembrei de você durante meu banho inclusive. Cheguei em casa e peguei seu filho beijando a minha filha, que por sinal também é sua filha. - Ela ria descontroladamente, um pouco nervosa, sem saber qual seria a reação do amado referente aquele envolvimento incestuoso.

-Sério? O Gustavo e a Vitória se beijando? - Ele não estava surpreso, a esposa tinha lhe contado de seus planos, falado sobre o incentivo que dera ao filho em procurar a prima para um relacionamento, já que a outra não havia dado bola para ele. Mas mesmo assim Biel se fez de bobo, queria incitar Biela a contar tudo.

-Sim Biel, cheguei do trabalho que peguei os dois no maior amasso. - Ela falava rindo, lembrando e ficando ainda mais excitada. -Eu fui tomar banho e fiquei imaginando como os dois podem se amar tanto sem saber que são irmãos.

Antes que ela pudesse seguir com seu relato eles chegaram ao motel, Biel pediu a melhor suíte, como de costume, o mesmo local onde estava acostumado a passar as noites com Tamires. Ele estacionou e desceu do carro em seguida, encontrando-a do outro lado, ela caminhou até ele, passando na sua frente, ele pode ver as polpas da bunda dela fugindo do short curto, as botas grandes que tocavam suas coxas a deixavam alta e linda, foi inevitável pega-lá por trás enquanto ela digitava a senha pra ingressar no quarto.

-Para negão, deixa eu entrar... - Ela miava enquanto sentia ele alisar sua buceta por cima do short, pressionando-a contra a porta.

Ee deixou, tirou a mão da buceta dela mas não desgrudou os corpos, assim que a porta se abriu foi a vez dela de beija-lo.

Gabriela escorou suas costas contra a porta fechada e puxou o amado pela gola do paletó, o corpo dele pesou sobre o dela novamente, sua altura estava perfeita para senti-lo entre suas pernas, o pau ser já estava duro e ela conseguia roçar, as mãos dele estavam na sua pele, alisando sua barriga nua e indo até seu top, apertando seus seios enquanto as línguas seguiam brigando entre si freneticamente, ela mordia a boca dele sentindo a mão áspera invadir seu top e apertar seus seios, machucando pela pressão e arranhando sua pele.

Ela rapidamente tirou as mãos dele de dentro do top e o empurrou pelo peito até o sofá da sala da suíte, ajoelhando no chão, na frente dele, ela abriu o cinto e a calça do homem negro a sua frente, baixando ela e logo sentando no seu colo, roçando a bucetinha com força contra a pica, sem se despir, ia despindo ele, abrindo botão por botão da camisa enquanto o beijava com maior intensidade. Em seguida tirou a peça e a jogou longe, agora seu homem estava apenas de meias e cueca. Ela apertava seus músculos enquanto seguia o beijo, as mãos de Biel foram diretamente para dentro do short dela, por trás, sentindo o tecido da calcinha minúscula que ela usava, Biela pensou que o instinto dos dois negros era o mesmo, ambos faziam a mesma coisa com suas amadas, aquilo a deixou ainda mais deliciada, suas roçadas aumentaram e ela sentiu ele puxar o tecido da lingerie e arrebentar com facilidade.

-A Vi tava sentada assim no colo do Gustavo, e as mãos dele estavam dentro do short dela que nem as suas. - Ela ria gemendo no ouvido dele.

-Será que o Gu rasgou a calcinha dela assim?- Ele perguntou com malícia.

-Não- Gabriela riu. -Ele não fez nada com ela, não tocou nem na bucetinha. - Ela sentiu o dedo dele passar pelas suas pregas, arranhando, fazendo-a morder o pescoço dele com força, tamanha a saudade que sentia daquele macho. - Não faz assim negão... minha filhinha não deixou seu filho alisar o cuzinho dela... - Ela mordia mais, rebolando no pau de Biel.

Gabriel tirou a calcinha dela, o trapo estava rasgado, saiu arranhando a buceta babada de Biela enquanto ele puxava por trás.

-Vai chegar em casa e entregar pro corno! - Mandou ele enquanto a deitava no sofá, tirando seu top e lambendo os seios dela com muita pressão. -E na buceta? Ele enfiou os dedos nela? - Biel encarava ela, tinha colocado sua mão dentro do short novamente, mas agora pela parte da frente, enfiando 2 dedos dentro dela, fazendo-a segura-li pelo pulso e se esfregar ainda mais.

-Não, não enfiou, SUA FILHA é inocente, não deixou ele tocar siririca pra ela ainda. - Ela gemia nas mãos dele, sentindo o corpo suar e a buceta escorrer.

Gabriel desceu mais a boca, mordendo a pele sensível da barriga dela, abrindo o short e o tirando, revelando a buceta cheirosa dela, com aroma de morango e champanhe, ele viu a buceta já aberta engolindo seus dedos, Gabriela apertava seus seios, e agora estava apenas de botas, Biel já estava nu, tinha tirado a cueca e as meias, sua língua sugava o grelo dela, fazendo-a babar ainda mais e esfregar a xana nos dedos e na boca dele, gemendo alto.

-Ahhhh Negão, olha como tá cheirosinhminha xoxota, lavei ela pensando em você me fudendo. - Ela seguia gemendo nas mãos dele.

Gabriel notou o aroma maravilhoso que emanava da buceta da morena, sua língua passou a penetrar a xana com mais vigor, ele tinha tirado os dedos de dentro dela, agora apenas a língua a penetrava. Ela urrava com as pernas trançadas em volta da cabeça dele, pressionando o rosto do rapaz contra o seu corpo, deixando a respiração dele mais difícil pela forma como ela se esfregava, deixando-o mais excitado, completamente em extase.

Gabriela não resistiu, urrou alto e começou a gozar na boca dele, a língua de Biel ia fundo dentro dela e depois passava com pressão lambendo desde o espaço entre a buceta e o cu dela até o seu grelo, limpando ela por inteiro.

Antes que Gabriela conseguisse recobrar a consciência ele a deixou de costas no sofá, mordendo a tatuagem no ombro da garota enquanto roçava o pau no rego dela, fazendo-a fechar os olhos novamente.

-Para negão, não faz assim comigo... - Ela gemeu, ainda ofegante.

-Foi no banheiro antes de me mandar mensagem? - Ele perguntou enquanto forçava a rola contra a entrada do cu de Biela, no seco, sem lamber ou cuspir nele antes.

-Fuiii... - Ela respondeu miando e fazendo uma pausa com a voz em seguida. - Mas não caguei... - Agora ria, sentiu a rola arregaçar seu cu, a cabeça tinha acabado de lhe arrombar. - AAAAAAAAAHHHHHHHHHH NEGÃÃÃÃOOOOOOO TÁ RASGANDO O MEU RABOOOOOOO.

-Aposto que a Vivi não vai se cagar toda que nem a mãe se caga na rola. - Biel a provocava, empurrando mais a rola para dentro do cu dela.

-NÃÃÃOOOO, ela é limpa, ela não vai sujar a pica do irmão dela. - Gabriela gemia enquanto falava, jogava a bunda pra trás e ajudava a pica de Biel ir mais fundo no seu cu.

-Acha que ela não puxou a sujeira da mãe? Acha que ela não fede que nem você? - Gabriel falava com os dentes serrados, socando mais fundo o pau, fazendo ela berrar de dor e prazer. - Acha que ela não vai ser puta que nem você? Que quando levar a rola do Gu no cuzinho não vai se cagar toda que nem você?

-Achoooo, aaaaaaahhhhhh meu rabo, tá ardendo, aaaaaaahhhhh caralho, que pica grossa e dura, aaaaaaaaaaaaaahhhhhhh - Ela tentou colocar a mão na barriga de Biel para diminuir a intensidade das estocadas, mas ele a pegou com força e torceu o braço nas costas dela, controlando por completo seu corpo, ela começava a sentir a sensação vir...

Era algo involuntário, ela não tinha cagado o dia inteiro, nem lembrava se no dia anterior tinha ido no banheiro, aquele pau era enorme, abria seu cu de uma maneira única e a brutalidade com a qual ele entrava e saia da sua bunda faziam ela sentir como se já estivesse fazendo cocô, era a sensação que dava no seu corpo, os calafrios, e aquilo parecia dizer para o seu subconsciente que era o momento dela cagar, que era o momento do seu corpo relaxar e soltar o que tinha guardado. Biel passava a sentir uma pressão interna contra seu pau, ele sabia bem o que era aquilo, começou a colocar com ainda mais força a rola dentro dela, como se empurrasse a merda para dentro de novo, e ai sentia o cheiro forte, o barulho dos peidos saindo abafados pelo pau dele, e logo aquilo começava a escorrer pelas pregas dela, sujando sua pica e tornando o odor ainda mais forte.

-Suja! Puta Fedida. - Ele disse enquanto sentia ela se cagando nos braços dele.

-Para, tira o pau da minha bunda. - Ela suplicava, envergonhada como sempre, provocante, quente, rebolando o cu no pau dele sem parar.

- Não tiro, porque você é uma cadela fedorenta, que viu a filha rebolando no pau do meu filho e lembrou de como eu faço você gozar toda suja.- O barulho do pau entrando no cu cagado de Gabriela.

-AAAAAAAHHHHHH FILHO DA PUTA, TÁ ARROMBANDO MEU CU SUJO, PARA DE ME FUDER DESSE JEITO!!!!- Ela berrava, fazendo ainda mais força para sujar mais ainda a rola dele, ela forçava o rabo e sentia a merda escorrer pela tora negra.

Gabriela mordia a almofada em sua frente, tentando não gritar, foi inevitável que ela começasse a tremer na rola do homem da sua vida, gozando enquanto sentia o cu ser fodido.

-Se gozando toda vadia cagona. - Ele pegava ela com força pela cintura, enterrando o pau ainda mais forte.

Gabriela sentiu dor e se lembrou do estado que sua bunda devia estar de tão suja, deitou o corpo no sofá e sentiu a rola sair de dentro dela, logo ficou em pé sentindo os líquidos do cu escorrendo, precisou acelerar os passos para ir até o banheiro, mas para o seu azar Gabriel a seguiu e ela não conseguiu fechar a porta para evitar que ele entrasse junto com ela.

-Eu preciso de privacidade agora. - Ela disse sem olha-lo.

-Deixa eu limpar pra você. - Ele falou entrando no banheiro junto com ela, colando o peito nas costas dela e consequentemente o pau sujo nas costas dela também.

Gabriel fechou a porta enquanto colocava a boca na nuca de Biela, mordendo-a em meio aos cabelos longos e molhados de suor sexual.

-Eu não vou conseguir na sua frente. - Ela sussurrou, sentindo uma imensa vontade de obedecer ele, além de sentir o misto de bosta e porra saindo do seu rabo.

-Senta que eu cuido de você. - Ele falava carinhoso, empurrando-a para o vaso.

Ela obedeceu, sentando-se no vaso, peidando e sentindo cagar mais involuntariamente, deixando-a completamente envergonhada. Gabriel tinha se debruçado na frente dela, sobre o corpo nu de Biela, o pau dele ainda sujo estava exalando cheiro bem perto do rosto da garota, ele pegou o papel higiênico áspero do rolo e passou na bunda da morena, esfregando no cu dela com força, os dedos praticamente invadiram a bunda dela, deixando-a excitada, a maneira como ele a limpava, ele nunca tinha tido aquele cuidado, Biel já estava no quarto papel, ela forçava o cu, piscando nos dedos dele enquanto ele cuidadosamente limpava as pregas dela, ela não resistiu, agarrou o pau sujo do amado e o abocanhou, sentindo o gosto da merda e de seu cu, a ânsia de vomito foi inevitável, mas ela aguentou firme, sentiu os dedos dele irem mais fundo ainda dentro dela, o papel agora limpava seu cu por dentro, se despedaçando um pouco, fazendo-a fechar os olhos e engolir ainda mais a rola suja. Gabriela passava a língua pelo pau, limpando ele, Biel tinha parado de passar os papéis na sua bunda, mas ela seguia sugando o pau dele, engolindo tudo que conseguia, se lambuzando na pica. Sentiu os dedos de Biel invadirem seu cu sem estarem mais envoltos no papel, ela mamava com mais intensidade, o cheiro e o gosto do cu dela ainda seguiam no pau dele, deixando-a maravilhada, fazendo com que ela passasse a língua pela pica sem parar, enquanto gemia sentindo o cu ser fodido por dedos agora, ela não parava de suar, mesmo humilhada, cagada, sentada no vaso, ela ficava excitada, maluca pelo jeito como ele cuidava dela.

Ele sentia seu pau ir ainda mais fundo na garganta dela, pegando-a pelos cabelos, fudendo a boca dela com pressão equivalente a dos dedos dele entrando no rabo, agora limpo, dela. Biel também estava absorto com aquela situação toda, ela limpava a rola dele com gana, sentindo o gosto do próprio cu na sua garganta, ela amava ser tratada daquela forma, aquela maneira era o jeito de ela ser diferente das demais, e ao mesmo tempo ele sentia-se dono dela, ela pensava nele até mesmo nos momentos mais sujos da sua vida, nos mais íntimos.

Não demorou para que ele gozasse, enchendo a boca dela de leite, ela engoliu tudo, não queria voltar para casa pela manhã com a cara marcada.

-Limpei bem? - Perguntou ela enquanto o encarava, ainda nua no vaso.

-Sim, e eu, limpei? - Ele via ela passando mais um papel no próprio cu, vendo o mesmo sair limpo em seguida.

-Sim, perfeito. - Ela levantou rindo, beijando o amor da sua vida.

Gabriel sentiu o gosto da sua porra na boca dela, misturado com o de merda e o do seu pau, ela sabia mesmo como mexer com ele.

Vitória chegou no banheiro do seu quarto logo depois de falar com a mãe, ligou o chuveiro e ficou nua, a não ser pela calcinha, que na hora de tirar ela sentiu se prender a sua pele tamanho grau de excitação que ela havia ficado, baixou ela até os joelhos apenas e olhou seu tecido, estava completamente branco, uma gosma saía da sua vagina ainda apertada, ela nunca havia ficado daquela maneira, nem quando brincava sozinha com sua escova. Ela tirou a peça e a cheirou, seu cheiro era doce, de sexo, ela podia jurar que até quem estava fora do banheiro poderia sentir seu aroma de excitação, entrou no chuveiro, a água já estava quente, sua pele aqueceu mais ainda, então ela desligou completamente a água fervendo e ligou somente o registro de água fria, logo abriu o chuveirinho, fazendo a ducha desligar por completo e toda pressão ir para a mangueira massageadora cromada, ela desceu o jato entre seus seios, já grandes para sua idade, e esperou a pressão chegar no seu grelo, Vit saltou, sentiu a excitação aumentar, fechou os olhos e pensou no primo, possuindo ela naquele banheiro, tirando sua virgindade, fudendo-a enquanto ela cravava suas unhas nas costas musculosas do garoto, gemendo no ouvido dele, gritando, pedindo para ser fodida com mais força, mais fundo, seu corpo tremeu rapidamente, ela gozou sentindo a água gelada invadir sua xoxotinha.

Ela terminou de tomar seu banho e se secou, estava com medo de ter gemido alto, estava com medo de o garoto não olhar para ela na manhã seguinte, estava com medo de Kathy descobrir e ir se declarar, roubando Gustavo dela. Saiu do banheiro enrolada na toalha, vestiu uma calcinha de algodão que já tinha deixado separada sobre sua cama, a peça era bem boba, toda branca, grande, nem entrava no seu reguinho mulato, não marcava sua xoxotinha, mas era confortável, e ainda por cima haviam , para completar sua roupa de dormir a garota vestiu uma blusa branca, enorme, que ia quase até seus joelhos.

A menina estava com medo da médica do dia seguinte, será que a mulher poderia notar que sua buceta já tinha sido invadida por alguns objetos? Será que ela notaria que ela havia se masturbado na noite anterior? Resolveu ir ao quarto dos pais, queria conversar com a mãe melhor sobre o assunto. Encontrou a porta aberta e somente o pai na cama, ele assistia ao jornal da meia noite, vendo as notícias.

-Ué, cadê a mãe? - Perguntou sentando-se na cama ao lado do pai.

-Ela saiu com as amigas, deve voltar bem tarde, porque? - Perguntou Anderson, já vendo a filha de outra forma, notando o bico negro dos seios da garota na blusa, pensando se os cabelos molhados significavam que ela havia se lavado por estar suja por conta de Gustavo, seu pau começou a ficar duro na cueca imediatamente.

-Eu queria falar com ela, mas deixa pra lá. - Disse preocupada, levantando da cama.

-Eiii, eu não posso ajudar? - Perguntou olhando diretamente para a bunda da filha, ainda tapada pela camiseta.

-É coisa de mulher. - Ela disse cortando-o com um sorriso lindo nos lábios.

-Tem a ver com o Gustavo? - Ele perguntou mostrando pra ela que sabia o que acontecera.

-Paiiiiiii... - A garota ficou vermelha na hora.

-Vem, deita aqui. - Ele puxou pela, fazendo-a sentar no seu colo, com o lençol ainda tapando sua cintura.

Ela abraçou a filha e cheirou seus cabelos, passando a mão neles, dando carinho à ela.

-Minha menina cresceu. - Ele deslizava as mãos pelas costas dela. - Não tem problema vocês terem ficado, não precisa ter vergonha de mim.

Vitória se aninhou nos braços do pai, sorrindo, sabendo que ela poderia confiar nele.

-Dorme comigo hoje, já que sua mãe me trocou. - Ele ria, com o rosto bem próximo ao da menina.

Vitória se interessou pelo convite, logo pulou para o lado dele, pegando o controle da tv e colocando no canal onde passava histórias de crimes reais, o pai a abraçou e começou a massagear sua nuca com cuidado, deixando-a relaxada.

-Não quer perguntar pra mim o que iria perguntar pra sua mãe?- Anderson ainda estava muito excitado com a filha.

-Pai, eu tenho vergonha... - Respondeu sem jeito.

Os dois ficaram calados por um longo momento e Vitória se sentiu culpada por ter provocado aquilo, cortando o pai, que ainda a acariciava, resolveu então agrada-lo.

-Pode me fazer aquelas massagens que só você sabe? - Ela pediu olhando para ele com cara de dó.

-Claro. - Disse, prontamente ficando de joelhos na cama.

Sua cueca era branca, estilo sunga, a filha olhou o volume e logo se surpreendeu, teria sido ela que o deixara daquele jeito? Ela involuntariamente mordeu o lábio inferior. Sentiu ele ir para suas costas, seu rosto estava agora tapado pelo travesseiro, as mãos do pai tocavam seus ombros, com firmeza, ele estava sentado sobre sua bunda e ela podia sentir todo volume dele, pressionando seu corpo, fazendo a camiseta pressionar a calcinha contra seu reguinho.

-Tira a blusa, fica melhor a massagem. - Ele pediu com a boca perto do seu ouvido.

-Eu to sem sutiã pai. - Falou envergonhada.

-Malhor ainda... Vou poder alisar bem suas costas.

Ela se chocou com a idéia, mas queria sentir melhor o pai, inclusive seu volume, e o calor já estava fazendo-a suar. Ela nem rebateu Anderson, apenas tirou a camiseta, de costas para ele, e tampou seus seios com ela amarrotada sobre eles, deitando no colchão de novo.

Anderson, ficou triste por não conseguir ver os seios da filha, fazia tempos que ele não os via, fazia anos que não dava banho nela, e com certeza depois das revelações de hoje veria eles com um olhar diferente. Mesmo olhar que agora tinha da calcinha tapando a bunda dela, ele podia ver claramente que parte da calcinha já tinha entrado no reguinho dela, a bundinha estava marcada, deixando-o com o pau ainda mais duro. Ele voltou a massagea-la, com mais pressão, forçando o pau contra o rego da menina com mais intensidade, queria que toda calcinha sumisse nele.

Vitória estava ficando excitada, mais ainda, lembrava de Gustavo pela tarde, imaginava ele massageando-a, quando a boca dele tocou sua nuca ela estremeceu, sentiu o corpo se eletrificar, gemeu, as mãos dele agora estavam na lateral dos seus seios, quase beliscando-a.

-Que foi? Tá ruim? - Perguntou ele sussurrando no pé do ouvido dela.

-N...n...ão... - Ela estava toda arrepiada, até os pelinhos da bunda.

Ele notou, desceu a mão para a bunda da filha e alisou ela, sentindo os pêlos ouriçados.

-Ele fez isso com você de tarde? Deixou você assim? - Perguntou ainda falando no ouvido dela, dominando-a por completo.

-N...n...ão... - Respondeu envergonhada mas adorando

-Essa era a calcinha que você tava usando com ele? - Anderson agora colocara o indicador dentro da calcinha dela, pela lateral, por trás, sentindo a junção dos dois glúteos.

-Não... Eu... tomei banho...- Ela falou, sua voz saía abafada pelo travesseiro.

Anderson saiu de cima dela, sentando-se ao seu lado, ela se assustou, achou que tinha deixado o pai brabo. Ergueu o corpo rapidamente e se sentou na cama, segurando a camiseta ainda sobre os seios.

-A mamãe lhe contou tudo né!?- Ele concordou com a cabeça. - Você tá brabo comigo? - Ela foi para cima do corpo do pai, esquecendo de segurar a camiseta, de propósito, ela vira o tamanho absurdo que estava o pau do pai na cueca, e adorou, se aninhou no peito dele.

-Não ficaria brabo, amo você e uma hora você iria crescer.- Ele disse dando carinho a ela e colocando a mão em um dos seios dela, com delicadeza, fazendo-a se arrepiar, os bicos estava duros, denunciavam o prazer dela.

Anderson alisou o rosto da filha, que estava perto do dele e deu um selinho nos seus lábios, ela se assustou mas não recuou.

-A calcinha tá no banheiro ainda ou você pôs pra lavar? - Ele perguntou logo após sair do selinho.

-Tá no banheiro. -

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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