Uma história com o professor de História

Por: luana-268 • 10/07/2026 • 313593 leituras
Capa do conto
Quando bati na porta, ele demorou para abrir. Estava meio sem graça. Estava sozinho. Estava atarefado. Sabia da minha ida. Havia combinado que passaria lá para pegar o livro sobre a Renascença. Um longo artigo científico me fazia fremir com as dores de um parto vindouro. Aquele achado, descoberto por acaso, numa conversa corriqueira, seria o grande sustentáculo teórico do trabalho.
Não era mais que seis da tarde quando fui convidado a entrar em sua casa. Fiquei com medo de estar atrapalhando. Fitei a xícara em cima da mesa de centro. Ele acompanhou o movimento dos meus olhos, tocou a barba e ofereceu:
- Quer café?
Recusei. Havia tomado café há pouco. Tentei não olhar demais o recinto. Não queria bancar a visita curiosa.
- O livro tá lá no quarto. Vamos lá. Ele tá numa caixa. Você mesmo procura. Tô corrigindo umas provas.
Aqueles papéis espalhados eram a manifestação visível e concreta de um ano letivo trabalhoso. Me dirigi à cadeira da escrivaninha. Mas ele me deteve:
- Sente aqui na cama.
Disse isso e puxou a pasta com as pesquisas dos alunos sobre a Idade dos Metais.
Ao lado da cama, no criado mudo, uma garrafa de vinho.
- Pelo menos o vinho você aceita, né?
Sorri. Assenti com a cabeça. Aceitei.
Ele saiu rapidamente. Foi à cozinha. Voltou com uma taça, pois a outra já estava sobre o criado-mudo.
Encheu quase até a borda.
- Vai com calma - eu disse.
Ele parou e me entregou. Levantei. Olhei as lombadas dos livros nas estantes. Elogiei o baú entalhado à mão e trancado à chave. Era um objeto que representava bem a sua conexão com o tempo, com o passado, com a História.
Voltei ao espaço garimpado por ele em meio aos papéis. Sentei-me lá.
- Que volume de trabalho acumulado, hein?! - eu comentei.
- Quero mesmo é me entregar a outro volume - disse isso e encaixou ligeiramente a mão até o meu pênis.
Meu impulso não foi outro: tirei a taça de sua mão e a coloquei no chão. Joguei-o na cama, em cima das provas, amassando tudo. Ele me devorava com os olhos. Enfiei minha língua por entre os seus dentes. O beijo foi profundo. Suas mãos logo desabotoaram minha camisa, enquanto as minhas percorriam a cinturas, as pernas e o bumbum dele. Nessa altura, nossa respiração já ofegava sobremaneira.
Abri o zíper da calça. Fiquei em pé diante dele. Ele continuava sentado na cama. Falei:
- Todo seu o volume.
Ele abaixou a minha cueca e sugou o meu mastro como se estivesse faminto. Alternava entre chupar freneticamente e lamber toda a extensão: da base à cabeça. Vez por outra, dedicava-se ao frênulo, fazendo movimentos circulares com a língua. Derramou ainda umas doses de vinho sobre o meu pau e sorveu aquele líquido com prazer indescritível. Outro líquido veio em seguida: não era rubro e tão aquoso. Era branco e espesso, mas igualmente saboroso. O professor então se lembrou das aventuras sexuais dos imperadores e soberanos. Sabia o quão benéfico era o sêmen. Engoliu-o todo. Lambuzou-se completamente com o fruto orgasmo do seu macho, que tremelicava e revirava os olhos durante o orgasmo.
E esse foi o começo da história que tive com o professor de História.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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