No mes seguinte, pedi a meu marido que fizesse o mesmo caminho, e aí com mais calma, e sem o susto da surpresa observamos melhor os detalhes, demos muita risada mas não posso esconder que o que vimos tocou muito a mim e a meu marido. Naquela noite fizemos sexo como a muito não faziamos percebi meu marido fogoso, querendo me possuir de todas as maneiras e eu permitia muito exitada.
Nos dias seguintes voltamos a conversar sobre o assunto e meu marido sugeriu que convidassemos um deles a entrar em nosso carro para conversarmos com ele e conhecer melhor o que é ser um travesti, ao mesmo tempo olhariamos de perto aquilo que tinhamos apreciado de longe e no escuro. Aceitei com a condição de não ficassemos parado na rua, pois tenho muito medo de assalto, no que ele concordou, pois segundo observara, haviam muitos "drive-in" na região. Na proxima reunião, após o termino, lá fomos nós para o local, meu coração batia a mil, misto de medo e anciedade. Demos uma volta. Olhamos uma a uma todos os travestis presentes, e escolhemos um que nos pareceu bem feminina, e bonita. Estava na rua principal, usava um "top" e mini saia, tinha as pernas longas e estava de salto alto, bem maquiada, cabelos longos castanho claro, muito bem cuidado. Ele entrou no carro no banco de traz e nos indicou o "drive-in" mais proximo após acertar com meu marido o "cachet" do programa. Quando la chegamos começamos a conversar e ele pediu que um de nos fosse para traz com ele, pois achava estranho aquela situação, concordamos e eu fui sentar-me com ele. Vendo a nossa curiosidade sobre o assunto, pediu que passassemos a mão em sua perna para ver a maciez, já que passava cremes, fazia depilação com cera, etc. então fizemos, primeiro eu, depois meu marido, depois mostrou-nos seus peitinhos, que se gabou não ser de silicone e sim só hormônio, toquei o peito dele e era igualzinho de uma garotinha de treze anos, nesse momento senti uma emoção diferente, procurei disfarçar para meu marido não perceber, afinal só estavamos pesquisando, mas o travesti havia ficado excitado com nossas mãos o acariciando e sua mini saia começou a subir na frente, e ele sem cerimonias levantou-a e pudemos ver que estava sem calcinha, e um pequeno penis, totalmente depilado estava a mostra, e ele disse pode dar uma pegadinha. Meu marido me olhou e para minha surpresa disse, se você quizer benzinho pode pegar , tudo bem. Meu coração bateu forte, fiquei sem saber o que fazer, meu impulso foi tocar naquele penis estranho para mim, mas o que meu marido poderia pensar depois. Minha mão só foi até a perna dele e ali ficou, como se eu o tivesse acariciando sem ter entendido, mas o travesti vendo minha exitação pegou minha mão e colocou sobre seu penis, e eu pela primeira vez tinha em minhas mãos um pinto que não era o do meu marido, e pior, ele estava do meu lado e dava a sua permissão. Disfarcei o que pude para ele não perceber que eu havia gostado, não sabendo o que dizer e preocupada disse, nossa bem! olha como tá durinho, o travesti segurando minha mão, fazia movimentos para masturba-lo, olhei para meu marido que balançou a cabeça para que eu seguisse em frente, eu não sabia o que fazer, e fui lentamente, com a ponta dos dedos, acariciando aquele pinto estranho, ficamos nisso algum tempo, até que o travesti disse: Você quer dar uma chupadinha? Dessa vez nem olhei para o meu marido e disse não. Logo depois senti seu esperma escorrer sobre minha mão, olhei para o meu marido e vi que a satisfação não havia sido só minha.