Eu tinha só 13 aninhos, quando isso aconteceu... Mas, eu não era nenhuma santinha!!!
Já fazia mais de um ano que eu não era mais virgem. E eu já andava de safadezas com meu terceiro namoradinho...
Naquele dia, eu estava "puta da vida" com minha mãe. Por ela ter me obrigado a ficar com meu avô. Eu adorava o vovô! Mas ali, não tinha amigos. Naquelas ruas, de casas antigas com terrenos enormes, parecia que todos eram velhos. Não tinha ninguém da minha idade. E aquilo, era um tédio pra mim.
Eu implorei pra ela me deixar ficar numa amiga... Mas não teve jeito... Como ela disse: "Ela queria viajar tranquila!". E claro, aproveitar o feriadão com aquele seu namorado safado. Às vezes, eu via os olhares gulosos dele pro meu lado. O pior, é que aquilo me excitava. Eu adorava me sentir desejada!!!...
Naquela noite, enquanto eu assistia um filme na TV, algumas cenas mais quentes, me fizeram pensar em sacanagem. E só de imaginar, os bicos dos meus seios enrijeceram. Eu já tava com uma mão entre as coxas quando lembrei do meu avô... Felizmente, ele estava distraído, conversando com Seu Edgar. Um vizinho, amigo dele.
O velho relógio cuco na parede, marcava 10:16. Eu resolvi me deitar... Desliguei a TV, dei um beijo no meu avô... E disse: "- Boa noite, Seu Edgar"...
A secada, aquele velho deu nos meus peitinhos bicudos, me deixou até encabulada... Dei um sorrisinho sem graça e sai... eu tava muito excitada e precisava me "aliviar"!!!
Assim que entrei no quarto, tirei a roupa. E peguei entre os cadernos na mochila, uma revista de sacanagem, que eu havia trocado com uma amiga. E só com a luz do abajur acesa, usei meus dedos... me imaginando no lugar da mulher, daquelas fotos.
Deixei a revista cair, concentrada no prazer do momento... Foi quando ouvi o barulho da porta!!! Só tive tempo de puxar a coberta e me cobrir até a cabeça. Fiquei quietinha, fingindo dormir... Tentando controlar a minha respiração ofegante.
Ouvi vovô me chamar. E seus passos, se aproximando da cama. Continuei imóvel, em silêncio. E, quando achei que ele já estava saindo, ouvi sua voz num tom intimidador:
- Que isso, menina??!!!... Que cê tá aprontando???!!!...
Não sei se foi o susto, ou foi o som do folhear da revista, que só então eu lembrara que tinha deixado cair, que fez eu me mexer!... Só sei, que o que aconteceu em seguida, me pegou completamente desprevenida!!!...
Vovô puxou minha coberta, me deixando exposta da cintura aos pés. Tentei me cobrir novamente, mas ele impediu... E, agarrando o meu quadril, ele me fez virar de bruços. E começou a dar palmadas na minha bunda.
- aiaiai!!!... gritei... já sentindo a bunda arder.
Tentei me virar, pra proteger o traseiro. Mas a mão no meu quadril, me manteve presa naquela posição... Eu já estava começando a chorar. E esperando por mais palmadas... Quando senti ele passando a mão na minha bunda.
Sem saber o que fazer, eu fiquei estática enquanto ele me alisava... Não resisti, quando ele abriu minhas pernas!!!... Nem quando senti sua mão, tocando minha bucetinha!!!...
Eu só reagi, quando senti o dedo entrando...
Tentei fechar as pernas!!!... Mas, já era tarde!!!... E vovô, meteu o dedo em mim!!!...
- Aiaiai vovô, para!!!... protestei, aflita.
Ele pareceu nem me ouvir... continuou socando o dedo, num entra e sai alucinado.
- aiaiiin... devagar... falei, choramingando.
Só então, ele diminuiu o ritmo... Mas continuou me dedando... Agora, menos afoito...
Aquilo foi ficando bom e eu fui me rendendo... e até abri mais as pernas, pra facilitar.
E logo, eu já estava rebolando na sua mão.
Não demorou muito pra eu gemer alto!... E gozar tão gostoso, que quase desfaleci!!!...
Ofegante e satisfeita, eu fiquei ali largada na cama, ainda coberta da cintura pra cima. Sonolenta, eu nem vi vovô tirar a roupa...
E só percebi que ele estava pelado, quando ele arrancou a coberta e montou em mim.
Nessa hora, assustada, eu tentei escapar. Afinal, eu nunca tinha pensado, em dar pro meu avô!!! Mas foi inútil, eu mal me mexi.
O meu tamanho, comparado ao dele, era desproporcional. E ali, deitadinha de bruços, com as pernas abertas. Senti ele ajeitando o pau, bem na entrada da minha bucetinha.
Indefesa e com medo, eu implorei:
- Nããooo vovô... Para, por favor!!!
Vovô afastou meus cabelos e me mantendo imobilizada, sussurrou no meu ouvido:
- Shiiii!!!... quietinha!!!... e já foi enfiando a pica em mim...
- aiiinn!!!... mordi o travesseiro, quando a cabeça entrou...
Me senti sendo alargada, preenchida e desandei a chorar.
Indiferente ao meu choro, ele só parou depois de enterrar a rola toda...
Ficou imóvel, me segurando, até eu me acostumar com aquela cobra...
Beijou meu rosto, pescoço e orelha... e só então, ele iniciou o vai e vem.
Experiente, ele começou devagar e foi aumentando o ritmo, conforme aumentavam os meus gemidos. Logo eu já estava entregue... ainda chorava, só que agora, eu alternava os soluços, com gemidos de prazer!!!...
Ele já não me segurava mais... e nem precisava... Eu já me empinava toda, rebolando e gemendo a cada estocada. Vendo que eu não oferecia mais resistência, ele me abraçou, agarrou meus peitinhos e meteu gostoso...
- aiiinn vovô!!!... assiiiim!!!... não para!!!... aaiiin!!!... eu vou gozar... aaahhg!!!... berrei.
E mais uma vez, eu gozei como nunca havia gozado antes... Extenuada e tremula, eu desabei, com ele ainda montado em mim...
Mole e ofegante, eu estremeci ao ver Seu Edgar em pé junto a porta, observando tudo. Com um sorriso indecente e um olhar depravado, tocando uma punheta!!!...
Uma menina travessa...
Sua imaginação também tem espaço aqui.
Escreva o seu conto