As semanas se passaram e por diversas razões não nos encontramos até a última terça quando ele me visitou. Confesso que tive de imediato uma enorme surpresa! Como não acontecia há tempos, ele estava com a piroca dura como ferro. Nossa! Eu chupei, me lambuzei, lambi e chupei seu saco, e a única coisa que normalmente faço, deixei de lado e me arrependi...rss. Sempre que tenho a esperança em ser enrabado, fico brincando com um consolo alargando meu cu para receber o caralho. Não sei o porquê, mas dessa vez achei que ficaria apenas no boquete e nem fiz nada. É claro que Célio, meu querido "jardineiro fiel" sabe que eu adoro ser comido com força e quando fiquei de quatro na beirada da cama, afastando um pouco a calcinha para poder servir ao macho, ele enfiou tudo de uma vez. Vi estrelas e me atirei na cama implorando para que ele me poupasse por alguns instantes até que a dor passasse. Cerca de um minuto depois, temendo que ele perdesse a ereção, voltei toda a minha atenção para sua pica e com poucas carícias ela estava dura de novo. Mais uma vez fiquei de 4 e segurando a tora com uma de minhas mãos fui deixando entrar no meu rabo até me acostumar. Ele, então, começou a bombar na minha bunda e eu rebolava, falava para ele meter no seu viado, que ele deveria comer muito sua puta, sua cadela.
- Enfia, macho gostoso, fode sua cadela, mete na sua puta, me estupra!
Era maravilhoso sentir aquele caralho dentro do meu rabo, me alargando, e eu que havia colocado um espelho comprido que tenho numa outra extremidade da cama, além de sentir no meu cu aquela tora entrar e sair, via a deliciosa imagem de meu macho socando a piroca em mim. Só os viados sabem como isso é maravilhoso: não apenas sentir o caralho alargando nosso cu, mas também ver o macho que nos come, que nos possui, que nos faz de cadela.
Em seguida ele se curvou com a pica dentro da minha bunda e começou a apertar meus peitos e beliscar meus mamilos (ele sabe que eu adoro essa pequena tortura) e me fazia implorar mais e mais ser fodido por ele:
- Aperta, meu macho, tortura sua vadia, belisca meu peitinho e fode meu cu, me faz um filho pelo cu, seu safado!
Célio bombava mais e mais sua piroca no meu rabo até que anunciou que tinha gozado no meu cu. Continuei de 4 e pedi a ele que fotografasse minha bunda com sua porra escorrendo um pouco dela. Fomos para o banheiro, abri o chuveiro, me ajoelhei e comecei a lavar aquela piroca que tanto amo: ensaboei, tirei a espuma e cai de boca chupando feito uma bicha louca aquele caralho que endeuso e que havia me currado há poucos minutos. Depois me levantei e pedi a ele que lavasse minha bunda e meu cu. Ele passou bastante sabonete e enfiou três dedos no meu rabo que já estava devidamente alargado, deixando-o deliciosamente limpo para uma nova trepada, caso acontecesse. Acho que foi a foda mais gostosa de todos esses anos e uma última coisa posso dizer: no dia anterior meu macho completara sessenta e quatro anos! Acho que fui eu quem recebeu o presente daquele coroa delicioso!