Uma putaria em família (continuação)
Não havia naquele momento nenhum tipo de preconceito falso moralismo ou constrangimento. Tudo fluiu de maneira espontânea e de puro tesão mesmo. Nem Dona Cíntia se fez de inocente ou tentou de alguma forma dissuadir meu irmão ou meu sobrinho de algo que não fosse putaria e sacanagem e se deixou levar pelo momento se entregando aos dois ali mesmo em nossa sala. Eu mal podia acreditar nos meus olhos que minhas duas filhas Sabrina e Bela estavam na minha frente aos beijos trocando carícias se chupando mutuamente após presenciar sua própria mãe sendo chupada pela mulher do Pastor se debatendo de tanto prazer. Abrir espaço para que D. Cíntia se posicionasse melhor no sofá afim de receber seus mais novos machos. Juca meu irmão que a pouco havia fodido sua buceta lhe ofereceu a pica ainda melecada de seu gozo para que ela a mamasse e D. Cíntia abocanhando aquele pedaço de músculo ereto com tamanha gulodice que mais parecia que iria engoli-lo por inteiro gemendo e o enterrando até sua garganta ficando com sua bunda exposta o que fez meu sobrinho Bruno que acabara de foder minha filha Sabrina a dar um tapa em suas nádegas e abrindo seu buraquinho enfiou sua cara chupava delicadamente seu cu fazendo com que D. Cíntia contraísse seu cu prendendo sua língua dentro dele gemendo e tremendo de tesão. Eu estava observando a me masturbar, minhas filha numa sessão de lesbianismo incrível a se morderem e numa chupança de línguas e mãos que se apressavam em massagear bundas dedos sendo introduzidos em suas bucetas, seios amassados e sugados numa deliciosa cadência que parecia que elas já o faziam a muito tempo. Tabus estavam sendo quebrados de uma forma espontânea e sem culpas e eu criei coragem e as abraçei entrando de vez na putaria num beijo a três sendo recepcionada de forma carinhosa e de puro êxtase. Enquanto isso meu sobrinho Bruno pincelava com sua pica a porta do cu de D. Cíntia que rebolativa o convidava para lhe foder o que Bruno não se fez de rogado introduzindo a cabeça da pica arrancando um gritinho dela que continuava a mamar a pica de Juca, meu irmão que se deliciava com a boca e língua de Cíntia agarrado a sua cabeça forçando sua pica boca adentro a fazendo engasgar. Eu e minhas filhas procurávamos nos apoiar uma nas outras trêmulas com as pernas bambas de tanto gozo nos acariciando e nos beijando ora uma ora outra ou as três ao mesmo tempo, tomei a iniciativa e como já tinha chupado a buceta de Bela agachei na direção da bucetinha gordinha e linda de Sabrina e procurei por seu clitóris o chupando delicadamente sugando cada gotinha de seu mel que escorria misturada com o esperma de Bruno que a fodera a pouco, sorvei com prazer sentindo seu gosto agridoce deixando minha filha Sabrina em estado de êxtase delirando com minha língua e as chupadas nos seios de minha filha Bela que devorava seus pequenos seios redondos e durinhos, ao mesmo tempo introduzia meus dedos na bucetona de Bela que esperneava em gemidos e sussurros me chamando de mãezinha gostosa pedindo para que eu não parasse de masturba-la. Ao nosso lado Juca meu irmão anunciara que iria gozar na boca de D. Cíntia a chamando de gostosa, Dona Cíntia chupava ainda mais sua pica a enterrando na garganta a espera de seus jatos que não demoraram num urro de Juca que encheu a boca de D. Cíntia de gala a fazendo engasgar retirando sua pica da boca pois foi muita gala que ele esporrou nela escorrendo pela boca em direção aos seus seios, Cíntia engolia o que podia e voltava a chupar a pica para que mais porra ela engolisse. Bruno socava no rabo de D. Cíntia dando tapas na bunda e a chamando de crente puta e vagabunda gostosa o que deixava D. Cíntia ainda mais fogosa que mexia os quadris rebolativa recebendo aquela pica grossa no rabo em estocada cada vez mais potentes até Bruno anunciar que gozaria dentro dela. Bruno encheu o cu de D. Cíntia de porra sem para de meter e ela gemia limpando a pica de meu irmão Juca em lambidas e chupadas. Eu me deliciava chupando a buceta de minha filha Sabrina masturbando Bela que escorria um rio de dentro dela. Exaustas e tremendo de tanta sacanagem ficamos de pernas bambas procurando nos apoiar uma nas outras nos dirigimos ao banheiro felizes para um relaxante banho e uma vez lá dentro recomeçamos a putaria no chuveiro num beija beija e amassos mútuos escutando D. Cíntia gemendo aos berros pois agora ela mamava não uma pica mais duas ao mesmo tempo se deliciando com seus novos amantes. Isso durou até a tarde meu irmão e meu sobrinho se desdobrando para dar conta de 4 putas fogosas numa suruba gigante, apesar deles dar preferência a D. Cíntia pois era novidade fizeram de tudo com ela dupla penetração, ora Juca comia o cu e Bruno a buceta e vice-versa, os dois na buceta os dois no cu e na boca só sei que ela saiu de minha casa ao entardecer toda molinha e arrombada mais com um sorriso de orelha a orelha trôpega com as pernas bambas. Apressei em ligar para seu marido Pastor Adeones e avisa-lo que D. Cíntia ficara me ajudando nos 'afazeres' domésticos e por isso se demorara a chegar em casa, sendo calorosamente agraciada com as palavras do Pastor que me dissera que era ótimo que D. Cíntia estivesse cada vez mais minha amiga pois assim ela de nada suspeitaria que ele me fodia, coitado, nem sequer imaginava que ela era quem realmente me fodia e me fodia bem mais gostoso que ele. Quanto a mim e as minhas filhas, sentamos em família e conversamos demoradamente sobre tudo aquilo chegando ao consenso que o mais importante agora era deixar como estava e ir levando nossa vida normalmente, afinal de contas ficaria tudo em família mesmo sem remorsos nem culpas. Fechamos acordo de sigilo total e ela apenas pediram que seus maridos de nada soubessem, eu por dentro sorria, elas nem sequer sabiam que seus maridos além de cornos eram meus amantes. Fechei questão de nada comentar e dar acobertamento a suas traições com seu tio e primo as deixando felizes coma condição de que elas me fodessem de vez em quando também.
Sua imaginação também tem espaço aqui.
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