Conversei brevemente com ela, assim como com seu irmão. O dia foi passando e notei que Valentina não se enturmou muito com a galera, e como não conseguia tirar os olhos dela e notava que ela retribuía meus olhares, embora aparentemente tímida, acabei me aproximando dela e conversando um pouco. Lembro-me bem até hoje, ela usava um perfume com cheiro que lembra chocolate que me chamou muito a atenção.
Conversando com ela, cada vez mais ela me passava uma imagem de garota tímida, portanto não fui muito afoito. Talvez por um pouco de cautela demasiada, foi ela quem tomou a frente perguntando: "tem colher aí?". Colher? "Sim, porque tô dando sopa!". Não precisou falar mais nada, nos pegamos ali mesmo, embaixo de um quiosque a meia tarde para delírio do pessoal da nossa festa que gritava.
Logo, a coisa foi esquentando, assim como a atenção sobre o recém formado casal se dissipou. Minha cidade é grande, e o clube onde estávamos fazendo a festa fica afastado do centro, também não é tão popular, embora não seja pequeno e, portanto, com menor movimento. Foi então que perguntei para aquela baixinha gostosa se ela gostaria de ir para um lugar com mais privacidade, e ela topou prontamente. Por motivos de distância, por eu não ter carro na época e por safadeza mesmo, buscamos um banheiro esportivo mais afastado ali no clube mesmo e nos trancamos em um dos cubículos, onde a coisa começou a esquentar cada vez mais. Botei a mão por baixo da camiseta dela e agarrei seus seios fartos, e ela, safada, já foi erguendo o sutiã branco liso. Aqueles seios naturais e enormes eram lindos, e prontamente comecei a sugar seus mamilos e passar a língua na sua pele macia. Nesse ponto meu pau estava estourando dentro da calça jeans, e não me recordo bem na loucura a ordem das nossas roupas arrancadas.
Sentado naquela privada daquele banheiro surpreendentemente nem um pouco sujo, ela começou a sugar meu pau. Na época eu ainda não havia ganhado um oral de uma menina de aparelho, e lembro que haviam algumas piadas de mal gosto com meninas de aparelho e sexo oral, então eu estava meio apreensivo, mas logo notei que não se passava de bobagem. Creio que ela não fosse muito experiente, mas eu também não era, e o oral que ela fez em mim de modo algum ficou devendo a os de mulheres mais velhas e experientes que peguei depois na vida (e que contarei em outros contos). Ela sugava meu pau, colocava ele até o fim na boca e chupava a cabeça, alternando entre lambidas e olhadas sensuais diretamente nos meus olhos. Ela estava só de calcinha preta com uns detalhes de algum anime e aquilo me deixava cada vez mais com vontade de terminar de arrancar de tirar sua roupa.
Ela seguia me chupando e eu variava entre acariciar seus seios e seus cabelos, e logo ouvimos a voz de um amigo que também arranjara companhia e tivera a mesma ideia que eu e Valentina. Antes que ele terminasse sua ideia de ir no mesmo banheiro que nós, gritei para ele que tinha gente, e Valentina gritou algo tipo "e a gente vai demorar!". Todos rimos e aquilo quebrou um pouco o clima.
Meu amigo foi procurar outro local seguro para ganhar seu dia também (e depois fiquei sabendo que não tivera muitas dificuldades para isso), mas eu e Valentina tínhamos assuntos inacabados. Ela havia perdido o timing do oral nesse ponto e já estava de pé, portanto tirei sua calcinha com as duas mãos bem vagarosamente, deixando sua bucetinha com só um fio de pentelinhos na minha cara. Tive a ideia de chupa-la ali mesmo, daquele jeito, mas ela afastou meu rosto e sentou no meu colo. Com um pouco de esforço - físico, para alcançar minha calça no chão e pegar uma camisinha e mental, para não colocar meu pau naquela buceta molhadinha que teimava em se esfregar no meu pau duro - e sem tirar ela do meu colo eu consegui pegar uma camisinha no bolso da minha calça, e ela mesmo colocou a camisinha em mim, para logo em seguida montar no meu pau e começar a cavalgar. Eu estava delirando de prazer, e aqueles seios enormes na minha cara com cheiro de chocolate me deixavam ainda mais atordoado de prazer. Ela gemia baixinho, e quando coloquei minha mão entre seu rosto e seu pescoço, começou a sugar meu polegar. Ela puxava meu cabelo, eu nunca gostei disso, mas ela parecia gostar, e eu em represália puxava o dela. Ela parecia gostar ainda mais, e aquilo me deixava ainda mais excitado! Transamos por um bom tempo ali naquela posição, apenas curtindo o sabor da pele um do outro e trocando olhares profundos.
Em um momento a levantei e a coloquei contra a parede de costas, onde começamos a transar de pé. Era uma posição boa e sei que ela estava gostando, mas nossas diferenças de altura e o aperto do cubículo nos obrigou a mais uma vez trocarmos de posição. Sentei novamente no sanitário, mas dessa vez ela sentou de costas para mim e de frente para a porta, assim eu pude ver aquela bunda linda sentando no meu pau, assim com uma tatuagem pequena que ela tinha nas costas (que não vou detalhar por sigilo). Valentina era gostosa e sabia o que queria, sentava com força e quando começou a chegar perto de gozar, gemeu cada vez mais alto. Ela não sabia o que fazer com as mãos, ora tentava colocar sobre minha perna, hora sobre a parede, até que resolveu apertar minha coxa e dali não largou mais. Quando ela gozou, eu simplesmente não aguentei e gozei também, tamanho excitação que me causou o prazer que ela demonstrou com aquela transa.
Fiquei com a marca do aperto da Valentina na perna durante alguns dias, e fomos zoados um pouco ao aparecer todos escabelados mais de hora depois do sumiço. O irmão dela, felizmente, era um cara muito gente boa com quem mantive contato por anos, e tive oportunidade de transar mais algumas vezes com ela nas poucas vezes que visitei ela e seu irmão. Todas as outras vezes foram intensas, embora jamais superassem a nossa primeira vez no banheiro do clube, até que ela começou a namorar e acabamos mantivendo somente uma amizade que acabou se distanciando com o tempo.
Espero que tenham gostado, logo trarei mais relatos de outras experiências que tive.