Vanessa Gostosa

Por: carlos-303 • 09/07/2026 • 172781 leituras
Capa do conto

Confesso que fiquei frustrado por não ter comido Vanessa na primeira vez, mas acho que conseguir deixar ela bem safadinha, pois ela se permitiu que eu a despisse e fizesse um monte sacanagem com ela no carro. Pois bem, dois dias depois, tive que dormir na capital para viajar cedinho para outra cidade em um fretamento, aproveitei a oportunidade e passei mensagem para Vanessa no zap.
- Oi minha linha, estou com saudade.
-Ah é, nem me deu bolas mais
-Estava viajando, você sabe a correria que é.
- Tudo bem. Não conte para ninguém o que aconteceu entre a gente no carro naquele dia. Fico até com vergonha.
- Se você não contar a ninguém eu também não conto. O que acontece na Van fica na Van. Agora tem uma condição.
- Qual?
-Quero encontrar você outras vezes.
- Isso é uma chantagem?
- Não. É apenas uma vontade grande de ser seu homem .
- Eu não posso.
- Você quer dizer que não gostou?
- Gostei sim, mas foi um momento de loucura. Eu tenho muita curiosidade.
- Eu não tiro você da cabeça. Posso tirar todas a suas curiosidades é só aceitar encontrar comigo.
- Você quer se aproveitar de mim né?
- De forma alguma. Vamos aproveitar juntos.
- Aí eu gostei muito. Desculpe por não ter sido carinhosa com você, eu estava muito nervosa e ainda sim fiz coisas que nunca tinha feito antes. Você provocou sensações que nunca havia sentido.
- Tenho muito mais para te proporcionar. Venha me encontrar. Prometo que vai ser divertido e você vai gostar.
- Vou sim. Mas será nosso segredo.
-Ok. Não se preocupe.
- Eu confiei em você.
- Pode confiar.

Marcamos o local do encontro e fui buscar ela para dá um rolé. Não demorou muito e encontrei ela e já foi entrando no carro. Ela estava com uma saia solta um pouquinho acima do joelho e uma blusa com botões na frente que comprimiam seus seios. Cheirosa e desmontava está nervosa. Perguntei se queria fazer um lanche comigo e ela disse que não podia demorar muito porque a amiga estava na faculdade e ela teria que está em casa antes que ela chegue. Parei o carro em lugar seguro, e passamos para o interior da van. Parti novamente para o ataque. A saia dela facilitava minhas mãos explorar sua buceta que já estava muito excitada.
Comecei a masturbar a buceta dela enquanto chupava seus peitinhos e sentia que ela ia a loucura. ‘Quero comer essa bucetinha deixa vai” dizia ao ouvido dela. Ela dizia que tinha medo. Em pouco tempo ela gozou na minha mão e quase desmaiava de prazer. Eu de pau duro e louco para gozar também, tentei enfiar, mas ela disse não. Estou muito excitado preciso resolver isso é sua vez de brincar.
Ela começou a tocar um punheta meio desajeitada e fui ensinando a ela como fazer para ficar gostoso, ela aprende rápido. Sugeri que ela chupasse a cabecinha e fosse punhetando em sincronia. Ela chupou bem gostoso e acabei gozando na sua boquinha e engoliu toda a porra que saia do meu pau. Tenho que ir embora - disse ela. Eu disse calma eu quero mais. Ela pediu que tivesse paciência com ela, pois tinha medo e não se sentia preparada para o que eu queria. Insisti mas respeitei o tempo dela.
Nos recompomos e fui deixar ela no apartamento da amiga na capital. Ficamos dando uns beijinhos e uns amassos dentro do carros antes dela sair eu disse que queria encontrar ela de novo e ela falou que combinava no zap.
Nos despedimos e já fiquei feliz por ter feito oral com ela, mas o desejo é de comer aquela bucetinha virgem, se bem que de mão e de língua não é. Já alisei, masturbei, chupei e não comi. Nunca uma mulher tinha escapado de entrar no carro e sair sem ser comida. Vanessa era especial, uma raridade, aos 23 anos e ainda com selinho. Vou ter um pouco mais de paciência e na próximo conto vou relatar mais algumas coisinhas que aconteceram. Se você estivesse no meu lugar partiria para o tudo ou nada ou esperaria o tempo dela? Comentem.

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