Vestiário Masculino

Por: sigma-epta-3 12/07/2026 129654 leituras
Capa do conto
O dia tinha sido maravilhoso. Fazia tempo que Jorge não ia ao clube com os familiares e amigos. Aquele tinha sido um dia agradável, de muito sol, cerveja, risadas. Jorge sabia que fazia tempo desde a última vez que pisava no clube. Na última vez Jorge se sentiu mal quando deu cinco horas da tarde e a piscina havia fechado. Jorge sabia que o próximo passo seria difícil de aguentar.

O próximo passo consistia em apenas duas palavras: vestiário masculino. Desde que seus primeiros pelo pubianos começaram a aparecer, Jorge ficava com vergonha de tomar banho em público. Com seu amigo Fernando, Jorge descobriu os prazeres do sexo com outro homem. Além disso foi nesta idade que Jorge se descobriu atraído pela beleza do corpo masculino. Jorge aprendeu a apreciar um homem em sua condição natural de macho e ser sexual.

Durante a juventude, toda vez que ia ao vestiário do clube era um transtorno. Jorge tinha que se segurar para não ter uma ereção. Agora, com 20, a situação não mudara tanto assim. Jorge já era homem formado. Um belo exemplar de homem, diga-se de passagem. Jorge era gostoso, essa é que é a verdade. Um belo homem, com um belo corpo. Tinha uma bundinha peluda, carnuda e bem redondinha. Isso sem falar em seu apetitoso pau que deixava muito marmanjo com água na boca.

O relógio marcava dezessete horas. Jorge enrolou uns quinze minutos, respirou fundo e adentrou o vestiário. Jorge teve que fazer força para se controlar novamente. Ele lutava bravamente consigo mesmo. Seu autocontrole determinava que ele não olhasse, mas Jorge precisava. O que ele sentia era mais forte e ele também queria.

Jorge passou então a olhar com muita discrição o pau de todos aqueles exemplares belos e não belos de masculinidade. Era homem que não acabava mais naquele vestiário. Jovens, gordos, magros, japoneses, velhos, negros, ruivos, casados, solteiros. A variedade de paus também era imensa. Finos, grandes, pequenos, grossos. Eram paus de todos os tipos e tamanhos, médios, circuncisados ou não.

E Jorge não aguentava mais de tanto tesão. Seu pau subiria. Ele entrou no banho, escolheu um chuveiro gelado, mas não ficou muito tempo debaixo d’água. Ele não podia resistir à tentação que era olhar os caras dos lados e da frente tomando banho. Se ensaboando e lavando seus paus.

Depois do banho, Jorge se despediu dos parentes e foi para casa. Logo que chegou tirou sua roupa e, nu, começou a se tocar. Jorge colocou um dedo na boca e, em seguida esfregou-o em seu mamilo. Sua mão direita desceu até seu pinto e começou a bater uma deliciosa punheta, enquanto ainda estavam frescas em sua mente aquelas imagens de homens pelados vistos ao vivo. Se aquele dia havia sido perfeito a noite para as diversões solitárias de Jorge estava apenas começando...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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