Cada dia que passava, a vontade crescia, era um desejo quase impossível de controlar. Era como se meu corpo inteiro lembrasse dele, do jeito que me fazia sentir. Era um desejo incontrolável , sem limites!
Havia algo na forma como ele se aproximava, de mim, seu jeito, maldoso, firme e seguro com que me puxava para perto, que despertava em mim um lado que eu nem sabia que existia. Eu me perdia ali, entre desejo e entrega, deixando de lado qualquer resistência.
Durante o dia, bastava um pensamento para tudo voltar na minha cabeça . uma lembrança, e eu ficava contando as horas para chegar a sexta à noite e o sábado para continuar novamente. Era como um vício tarado
E quando acontecia outra vez era cada vez mais intenso.
Nossos encontros carregavam uma energia quase elétrica, uma mistura de provocação e vontade acumulada. Cada toque parecia ter mais significado, cada instante mais urgência. Eu me deixava levar sem pensar muito, só sentindo aquele pau duro novamente entre as minhas pernas , e cada vez eu queria mais e ficava mais tarada.
Assim, entre desejo e entrega, aquilo foi se repetindo cada vez mais forte, mais viciante.
E todas a vezes que ele me tocava eu ficava mais tarada e queria ser sempre fudida por aquele pau duro e cheio de gala!