Vida de submissa com esposo sádico e controlador

Por: ro-pente-1 24/07/2026 2 leituras
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Aprendendo a aceitar as exigências sexuais do meu esposo

Sou casada há 10 meses. Tenho 24 anos, sou branca, tenho 1.59m e 50kg, magra. Meu esposo tem 42 anos, é empresário e vivemos financeiramente muito bem.

Ele foi meu primeiro homem, tirou minha virgindade aos 22 anos, quando namorávamos. E desde a nossa noite de núpcias, ele passou a exigir que eu fizesse anal. É uma prática muito desconfortável pra mim, sinto muitas dores, até por ele ser bastante dotado e forte.

Agora, sempre que faço alguma coisa que o desagrada, ele me pune exigindo que eu dê meu cu pra ele. Quanto mais machuca, mais ele parece sentir prazer.

Li alguns contos aqui nesse site e comecei a perceber que isso é uma coisa comum. Fiquei aliviada por não acontecer apenas no meu relacionamento.

Temos um casamento bastante tradicional. No início, brigamos muito pois fui desobediente, mas ele me disciplinou com uma surra e passou dez dias só comendo meu cu, tanto de manhã quanto de noite. Sofri muito para aguentar, fisicamente e emocionalmente, por isso tento ao máximo andar na linha para que isso não aconteça novamente.

Apesar da idade, ele tem um apetite sexual muito grande e me come todos os dias, às vezes mais de uma vez. Ele é muito exigente com meu corpo e observo também que ele gosta de me exibir, pagou meu silicone e banca minha academia, nutricionista, depilação a laser, cabelo e unhas.

Ele também é um homem muito controlador. No início da semana, deixei ele sem resposta por 25 minutos no WhatsApp porque eu estava visitando meu irmão. Ele foi bater lá e no caminho de volta, parou em um terreno baldio, me mandou descer do carro, baixou minha calça e meteu no meu cu sem lubrificante até gozar. Fiquei com medo de alguém nos prédios ao redor nos visse, mas ele não se importou. Disse que eu ainda tinha que levar muito no cu para aprender a respeitá-lo.

Hoje em dia estou aprendendo a lidar com esse temperamento dele e viver uma vida de submissão inclusive sexual. Quando nos casamos, dei o meu corpo a ele e sei que é direito dele usufruir como lhe dê mais prazer.

Quando ele exige o anal, ainda fico muito nervosa, mas não nego mais. Choro baixinho e quando sinto que ele está gozando, fico aliviada por saber que estou cumprindo meu papel. Se meu choro é o que leva ele ao prazer, é como tem que ser.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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