Oi, meu nome é Augusto (é meu segundo nome e é verdadeiro) tenho 38 anos. Tenho 1,73, pele clara e cabelos pretos. Sou casado com Meire, uma cavala que adora academia, tem 38 anos também e temos um casal de filhos de 17 e 14 anos. Tenho uma empresa de prestação de serviços de máquinas pesadas aqui na minha cidade no interior de São Paulo. Cerca de 60.000 habitantes.
Como disse, minha esposa é uma gostosa e tem minha altura. Cabelos longos com mechas, coxas grossas, bundão e peito siliconados. Ela não era gostosa assim antigamente, era até meio magrela. Mas há uns 8 anos ela teve umas dores na coluna, fez tratamento e o médico a aconselhou a fazer musculação. Ela começou, pegou gosto e não largou mais. Passa de 2 a 3 horas por dia malhando. E eu sempre na correria do trabalho, nunca tive tempo. Até que ela começou a insistir pra que eu também começasse a malhar porque ela queria que eu me cuidasse e ficasse malhado também. Eu nunca fui gordo, tinha um físico legal embora há anos estivesse sedentário. Resolvi seguir o conselho dela. Mesmo porque, aquela delícia de mulher, com aquele corpão, aquelas coxas, bunda, peito...Se eu não me cuidasse logo iria aparecer um bombadão e ela poderia acabar cedendo né. E aí o cara iria começar empurrar pra dentro dela e eu ficaria chutando o dedo.
Comecei a treinar e rapidinho peguei gosto pela coisa. Na academia em que a gente vai, às 6 da manhã, tinha um clima legal. O pessoal era gente boa e me adaptei rapidinho. Fui a uma nutricionista, comecei a comer certo, malhar forte. Saí de 27% pra 14% de gordura corporal em alguns meses e isso.me animou. Então um dia minha esposa disse que iria fazer uma depilação a laser e marcou pra mim também. Eu disse que não. E ela disse pra ei ir porque ela queria que eu ficasse com o peito, axilas, abdômen e costas lisinhos. Sem pelos. Topei, doeu pra caralho, mas no fim acabei gostando do resultado. Aos poucos fui entrando no clima do mu do da malhação. Me sentia melhor, mais forte, mais jovem e bem mais atraente. Embora, modestia à parte, eu sempre tenha sido bem paquerado mesmo depois de casado. Só que agora estava bem melhor. Então um dia minha esposa pegou uma máquina dessas de cortar cabelo e pediu pra deixar ela depilar minhas pernas. Disse que as pernas não. Ela disse que não tinha nada demais e que quase todos os caras da academia se depilação. Isso era verdade, eu via os caras de pernas lisinhas. Deixei e ela depilou. Comecei a olhar e gostei do resultado. Minhas pernas estavam ficando fortes e torneadas e a ausência de pelos marcava bem os contornos. Tomei banho e quando saí ela me olhou e disse:
- Tá lindo mas tá esquisito
- Porque
- O corpo todo lisinho e a região do.oubis e da bunda com pelos. Vamos tirar tudo
- Tudo? A bunda não
- Tudo e a bunda também
Me depilou todo e só deixou um chumassinho de pelo no púbis bem desenhadinho e baixo. Me olhei e me achei gostoso. E ela também. Nos pegamos e começamos a transar. Aquela potranca gostosa ficou de quatro e soquei naquela buceta molhada enquanto eu molhava meu dedo de saliva e ficava acariciando o cuzinho dela. Então tirei da buceta e enfiei no rabo. Ela gritou de dor e começou a falar que não estava preparada pra dar o cu naquela hora. Tarde demais. Gozei dentro do rabo dela e depois tirei meu pau de dentro. Todo sujo de porra e merda. Mas aquela bunda e aquele cu até cagado me excitava.
O tempo foi passando e nunca mais deixei crescer um pelo no meu corpo. Eu treinava e conseguia resultados cada vez melhores. E elogios também. Um dia eu estava fazendo legpress e um dos instrutores da academia chegou perto e elogiou minhas pernas. Não me excitei com isso mas senti uma estranha satisfação com aquele comentário.
Eu estava bem mas parecia que meu desenvolvimento tinha estacionado. Falei com um dos instrutores e ele me disse que dali pra frente, só com testosterona. E que ele é os outros caras usavam e tinham lá pra vender. Resolvi experimentar em doses pequenas de 1 ml por semana. Claro que eu não queria ficar fortão, com aquele exagero de músculos que eu acho horrível. Mas queria um pouco mais do que eu tinha conseguido até então. Os resultados foram animadores. Meu organismo reagiu bem e 1 ml semanal foi o suficiente pra modelar mais meu corpo. E como eu treinava muito pernas e fazia bastante agachamento, comecei a ter um resultado fantástico nas coxas. E na bunda. Aquilo despertou algo em mim. Quando estava sozinho em casa eu ficava fazando.poses que realçavam minhas pernas e minha bunda. E aquilo me excitava. Um dia peguei um shortinho de lycra da minha esposa e coloquei. Fiquei com tesão ao me ver no espelho. Depois tirei o short e coloquei uma calcinha fio dental dela. Que tesão eu fiquei. Pensei comigo que eu me comeria facinho. O tempo passou e aquilo virou um hábito secreto meu. Era só saber que teria um tempo sozinho em casa e eu já pegava os shortinhos e calcinhas dela pra colocar. E me fotografava pra ficar vendo depois. Não que estivesse com tesão por mim. Mas sentia que aquele corpo certamente tinha se tornado objeto de desejo de algumas mulheres. E de alguns homens também. Eu percebia os olhares e aquilo me excitava. Ideias estranhas que eu nunca tinha tido antes, começaram a povoar minha cabeça. O meu desejo pela minha esposa também aumentou mais ainda após o uso da testo. A gente transava várias vezes na semana. Passei a treinar ainda mais pernas e bunda. Pra não exagerar na academia e chamar a atenção a minha fissura em malhar minhas coxas e glúteos, comprei equipamentos e instalei na minha casa. E lá me eu acabava em agachamento, gaiola, Smith...Eu que nunca tive uma bunda muito grande, de repente estava com 110 de quadril. Uma bela raba, durinha, lisinha, empinada. Comecei a sentir vontade de querer expor aquilo. Secretamente, é lógico. Um dia criei um perfil no Grindr. Sem me identificar ou mostrar o rosto, nada disso. Postei várias fotos das minhas pernas, bunda e cintura. Nossa...Os caras foram ao delírio. Choveram mensagens e dois dias depois fui obrigado a desinstalar o aplicativo. Não parava de aparecer macho querendo me conhecer. Mas adorei aquilo. Algo totalmente diferente estava acontecendo comigo.
Era uma sensação estranha. Eu era casado com.uma mulher gostosa pra caramba e morria de tesão nela. Mas também sentia tesão em mulheres gostosas na rua, no supermercado, na academia. Mas com homens era diferente. Eu não sentia tesão em homem, qualquer um que fosse. Tinha caras lindos na academia, com corpos esculturais. Óbvio que eu também os achava bonitos porque eram. Mas pra mim era como achar um carro bonito. Eu não sentia desejo neles. O que me excitava era saber que tinham homens sentindo desejo em mim. Com a bunda maior comecei a comprar calças mais justas que realçassem o relevo dela. Então quando estava em algum local público, como shopping por exemplo, e percebia que tinha algum cara paquerando minha raba, com vontade de me comer, aquilo me excitava.
O meu ramo de negócio fazia com que eu viajasse pra outras cidades às vezes. Pelo menos uma vez por mês eu ia à São Paulo a trabalho e sozinho. Sempre me hospedava em hotéis na região de Pinheiros. Mas um dia resolvi mudar e resolvi me hospedar em um hotel bem no centro da cidade, perto da Praça da República, local onde à noite rola de tudo. Prostituição, pegação gay em cinemas, bares, boates. Antes de ir para o hotel fui atea região da praça da Sé e entrei numa loja dessas que vendem confecção baratinha. Comprei uns shortinhos curtinhos e que ficam bem enfiados no rabo quando você veste. Aqueles tecidos de algodão molinhos. Comprei também umas camisetas daquelas que ficam bem coladas no corpo. Me hospedei num hotel meia boca. Aquele dia estava calor. Seria perfeito. Por volta das 9 da noite sai pra dar uma volta. Coloquei uma camisa normal, uma calça jeans e tênis. E levei uma mochilinha bem pequena nas costas. Fui andando e observando o movimento. Então entrei em um bar onde tinham prostitutas, alguns travestis na porta, alguns caras viados caçando homem e alguns machos que estavam ali procurando alguém pra comer. Entrei no banheiro, tirei a camisa e a calça e coloquei na milochilinha. E de lá tirei um shortinho vermelho e uma camiseta branca. Vesti, peguei a mochila e saí caminhando. Os olhares vieram pra mim na horas. Os machos comedores morreram o lábio. Até dois travecos me olharam e deram aquela pegada no pau e perguntaram se eu queria rola. Dei um sorrisinho e continuei. No caminho fui ouvindo cantadas, convites pra ir num banheiro aqui, num cantinho ali. Me senti uma puta e gostei. Então cheguei perto da entrada de um cinema. Um de 1,80 mais ou menos se aproximou e me convidou pra entrar. Entrei, sentamos e logo ele já veio querendo me beijar na boca. Virei o rosto e não deixei. Cruzeia as pernas, levantei a bunda do lado dele e ele começou a passar a mão no meu rabo e beijar meu pescoço. Pegou minha mão e colocou no.pau dele. Era enorme e estava super duro. Ele tirou pra fora e comecei a bater uma punheta pra ele. Era grosso, quente...uma delícia. Eu estava indo ao delírio e então disse baixinho no ouvido do dele
- Me come
Ele me pegou pela mão e me levou ao banheiro. Me colocou com a cara encostada na parede enquanto enfiava a mão dentro do meu short e passava o dedo melado de saliva no meu cu. Ei estava louco e gemia como uma puta. Ele abaixou meu short e começou a passar a cabeça do pau na minha bunda. Encostou no meu cuzinho e então eu me virei e disse pra ele tomar cuidado.porque meu cu era virgem. E ele me mandou ficar tranquilo. Então ele tirou uma camisinha do bolso e antes de empacotar o caralho, pediu pra eu chupar. Fiquei morrendo se vontade, mas não quis porque tive medo de alguma doença ou coisa do tipo. Ele então colocou a camisinha, encostou no.jeu cu e começou a empurrar. Doeu demais e eu pedi pra ele parar. Ele tirou o pau, agachou atrás de mim, abriu minha bunda com as mãos e começou a lamber meu cu. Delirei. Então ele enfiou um dedo, foi me alargando, enfiou dois e doeu um pouco mas aguentei. Então ele ficou em pé, eu abri as pernas, arribitei minha bunda e ele encostou o pau no meu cu. Começou a forçar a entrada e a dor voltou. Mas quando a cabeça entrou doeu demais e pedi pra ele parar. Que nada. Segurou meu quadril com forcae empurrou pra dentro. Entrou tudo de uma vez. Comecei a gritar e pedir pra ele para. Nem deu bola. Ficou me comendo feito um tirado e eu fui me acostumando com a dor e sentindo prazer. De repente meu pau estava duro e o tesão tomou conta de mim. Ele então soltou um aí e começou a gozar. Gozei junto e lavei a parede do banheiro de porra. Ele tirou de dentro, jogou a camisinha cheia de porra no lixo, subiu as calças e saiu. Só me disse um "tchau viado".
Entrei numa cabine do banheiro e joguei o short a camiseta e minha cueca no lixo. Eu estava suado e meu cu latejava de tanta dor. Passei a mão e estava muito aberto. Quando olhei a ponta dos meus dedos percebi que tinha sangue. A rola do negro estourou uns vizinhos que a gente tem no anelzinho do cu. Coloquei um papel Higiênico pra não manchar a calça e voltei para o hotel.
No dia seguinte o sangramento já tinha parado, mas tive dificuldade em usar a privada. Estava ardendo bastante.
Voltei pra minha casa, pra minha família, pra comer minha há esposa gostosa e a vida normal de sempre.
Mas daquele dia em diante, toda vez que vou a São Paulo passeio pelo centro durante a noite. Já dei o rabo na cadeira de um cinema, em banheiro de bar, dentro de uma boate, num carro de Uber. E também já fui em sauna gay e dei pra 4 caras em uma noite.
Continuo sem sentir tesão em homem, mas quando vejo uma rola querendo me comer, não resisto.
E a vida perfeita pra mim. Mulher gostosa em casa e macho tarado na rua
Virando fêmea
Sua imaginação também tem espaço aqui.
Escreva o seu conto