- Está com medo?...
- Um... Um pouco!...
- Consegue me acompanhar até meu quarto?...
- N... N... Nããaõoo sei... Não sei!... Mas pra quê??
- Quero benzer todo o seu corpo, pra nenhum mal te alcançar...
Tremendo da cabeça aos pés, fui lentamente o acompanhando; do seu lado, sem conseguir tirar meus olhos daquele enorme pinto duro. Resmungando um tipo de oração em latim, ele foi tirando minha blusa, meu sutiã, minha saia e por fim minha calcinha. Sempre me abraçando foi me levando até me fazer deitar de costas sobre sua cama, e a primeira coisa que ele fez foi começar a lamber minha vagina. Acho que ele estava querendo me levar até o céu... Eu tentava não gemer, mas estava tão gostoso que fui ficando menos tensa e fui me deliciando com aquela língua feroz me lambendo e aquela boca chupando as carnes da minha vagina que ia pegando fogo.
- Ui padre... Ui... Ui... Não para... Não para... Mais... Maaaaiiiissss!!!!
Tive um orgasmo tão violento que tive que correr pro banheiro pra lavar minha perereca que estava toda babada... Tinha sido algo extremamente impactante pra mim, estar nua na frente daquele enorme homem (o segundo na minha vida) e ainda ter meu primeiro sexo oral. Voltei rapidamente, toda acanhada, vendo o padre deitado na cama com seu pinto ainda duro apontando pro teto.
- Vem cá, vem... Deita aqui comigo.
Deitei, e ele virando seu corpo quase sobre o meu foi me beijando forte na boca me deixando apavorada.
- Mas isso que estamos fazendo, não é pecado?
- Nada comigo é pecado... Depois eu faço uma oração e nós dois vamos ser perdoados.
Voltou a me beijar na boca e ajeitando seu corpo sobre o meu foi me fazendo abrir as pernas... Sabia exatamente o que ele ia fazer. Segurando seu pinto com uma das mãos, esfregou entre meus lábios vaginais até conseguir achar a entrada... Por alguns segundos cheguei a ficar sem folego sentindo aquela coisa grossa e grande ir entrando pra dentro da minha pequena bucetinha... E quando ele começou a fazer um vai e vem ritmado e cada vez mais rápido e forte, fui tendo o meu segundo orgasmo naquele dia. Depois de uns cinco minutos socando seu pinto, tirou, e me fazendo ficar de lado com ele atrás da minha bunda voltou a enfiar pra ficar mais outros cinco minutos fodendo minha bucetinha sem parar; depois, me fez ficar de quatro sobre a cama pra mais alguns minutos de muitas pirocadas... Veio o meu terceiro orgasmo ao mesmo tempo que ia sentindo gozando dentro de mim. Acabei que nem fiz a faxina naquele dia... Voltei pra minha casa numa felicidade enorme. O duro foi ainda ter que ir pra cama com o Durval, naquele mesmo dia, e fingir ter um orgasmo. Dois dias depois estava eu novamente pelada na cama com o padre, que, após me foder por quase dez minutos me fazendo gozar bem gostoso, ajoelhou na cama.
- Vem cá Angélica, vem... Abre sua boca...
Abri e ele foi movimentando sua mão em seu pinto até começar a soltar todo seu líquido dentro da minha boca.
- Engole tudo, vai... Isso vai te fazer bem...
Engoli, e ele ainda me fez lamber seu pinto e dar algumas chupadas na ponta... Foi assim que aprendi chupar o pinto do padre, receber e beber todo seu gozo. Pelo que fui percebendo, passei a ser a única mulher da vila que ele continuava levando pra cama... Eu adorava. O difícil pra mim foi ter que aguentar aquele enorme pinto, quando ele me fazendo ficar de quatro me falou que ia meter meu “cuzinho”...
- Ai meu Deus... Aaaaiiii... Para... Para... Tá doendo...
- Calma Angélica; calma... Só dói pra entrar...
E doeu uma barbaridade até que ele enfiou tudo e ficou parado pra que meu ânus acostumasse com aquela coisa grossa e dura. Em menos de dois minutos começou a socar que fui vendo várias estrelas rodeando minha cabeça... Mas realmente a dor foi diminuindo e fui aprendendo sentir prazer anal que me fazia ter até orgasmo vaginal. Passei a fazer faxina num dia e ir pra cama com o padre em dois dias da semana. O Padre que estava na paroquia a mais de 10 anos teve sua transferência pra outra paróquia em uma cidade um pouco maior do que a vila; apenas uns 50 kms de distância. Passei a ter que pegar um ônibus e ir até a outra cidade pra poder continuar deitando com o padre. No início ninguém entendeu direito; acho que só algumas mulheres da cidade, quando me separei do Durval pra ir morar com o padre... Não demorou pra Vila toda começar a fazer fofocas... Nunca confirmei pros meus pais que tinha virado a “mulher do padre”... Dizia que tinha descoberto que minha missão na terra era cuidar do padre John. Mas logo que veio os sintomas de gravidez, o próprio padre deu um jeito de arranjar um fiel (otário) da igreja pra casar comigo... Casei (amiguei) com um viúvo de 52 anos de boa situação financeira; com o qual estou até hoje depois de 10 anos (idade do meu filho). O padre foi embora da cidade e logo chegou outro pra substituí-lo. Religiosa que sempre fui logo eu estava ajudando a cuidar da igreja e também do padre Rocha; só que ninguém sabe que vou com ele pra cama... Viro uma puta com o novo padre.