O pedreiro que trabalhava para meu pai estourou meu cabaço e me fez ficar apaixonado por pica dura
Quando eu tinha 12 anos, o pedreiro que trabalhava para meu pai, ficava sozinho toda manhã comigo. Então começou a comer meu cu todo dia. No começo eu não queria, mas ele me forçou, me ameaçando. E eu comecei a gostar de ser submisso. Na primeira vez ele arrancou minha roupa, me fez chupar seu pau grosso e duro. Me dizia que eu servia para ser bicha, que eu tinha jeito de viadinho, e mariquinha igual a mim, tinha que ter o cuzinho arrebentado. Dizia que minha boca era feita para chupar pinto, que uma bixinha como eu, tinha que possuir um cu sem pregas, frouxo e arrombado e que ele me iria comer o cu de tal forma, que nunca mais iria voltar ao normal. E quando eu fosse peidar, eu sempre lembraria dele.
E assim ele fez...me cacetou no cu durante um ano, todo dia. Mesmo depois que acabou a obra, ele continuou me comendo. Me deu calcinhas. Eu gozei muito na pica grossa dele. E perdi as contas de tanto leite que levei dentro do rabo e da guela. Virei putinha dele e amei. Ele sempre me enrabava dando tapas no meu pintinho. Eu ficava com o pintinho pequenino durinho levando pancada no cuzinho ( que depois virou um cuzão ) e apanhando no meu pauzinho. Me apaixonei. Meu pintinho branco e rosa constratava com seu pauzão grosso, moreno e cheio de veias. Ele me comia com toda força, e me puxando os cabelos, batendo na minha cara, arregaçando minha boca com as mãos. E sempre no final eu tinha que ficar lambendo e chupando seu pau e seu saco para deixar bem limpinho. Após uma semana assim, sendo comido no cu, eu já não controlava direito os peidos, e muitas vezes ia soltar um punzinho e acabava melando a cuequinha. Ele me mandou sempre avisa-lo quando eu cagasse na cueca sem querer, para ele saber que ele tinha conseguido arrebentar meu cu de tal maneira que eu não tinha mais controle do meu ânus.