Depois de muito tempo sem termos contato algum, Carla voltou a me procurar.
Depois de dar bastante pra mim, ela arranjou um namorado e casou.
Me achou no Facebook e mandou uma mensagem pra mim.
"OI NEGO... TUDO BOM?
ME MANDA O TEU CONTATO"
Mandei meu número pra ela e começamos a conversar.
Me contou que estava bem, casada, mãe de um menino. Morando em Porto Alegre, mas visitava a mãe na cidade onde eu morava.
- Continua tarada, Carla?
Sim, tu não tem ideia. Meu marido é muito corno. Chifrudo mesmo.
Ela relatou pra mim que transava com os colegas do trabalho e outros homens no intervalo do trabalho.
- Já transei até com um vendedor ambulante que ia lá em casa. E o corno não sabe de nada.
- Meu Deus, tu virou uma baita puta.
- Puta eu sempre fui, meu querido. Tô com muita saudade do teu pau. Não quer me encontrar um dia desses. Vou aí ver a mãe e a gente dá uma em fodida rápida em algum lugar. Topa?
- Claro que sim. Me diz quando tu vem pra cá e eu dou um jeito no resto.
- Que bom, querido... tô com sede de leitinho.
Passaram-se algumas semanas. E Carla voltou a me procurar.
- Oi, tô aqui na casa da mãe. Tem como ser hoje?
- Tem, sim. Diz pra tua mãe que vai dar uma volta. Me espera na parada do ônibus que tem na entrada da vila onde a tua mãe mora. Quando chegar ali, me avisa.
- Ok.
5 minutos depois ela me chamou.
- Cheguei.
Peguei meu carro e fui ao seu encontro. Quando cheguei, Carla fingiu que eu era um Uber, e entrou pela porta de trás.
- Oi... que saudade eu tô de ti.
- Calma, tu já vai matar a saudade.
- Olha só como eu estou!
Carla levantou a saia e abriu as pernas. Mostrando uma linda buceta depilada. Começou a se masturbar no banco traseiro. Carla era uma verdadeira puta.
Rumamos pra um motel, passando o centro da minha cidade.
Chegando lá, Carla veio matar a saudade. Saímos do carro e Carla pulou no meu colo.
- Meu macho gostoso, promete me comer bem gostoso e me dar leitinho na boca, promete.
- Claro que sim, e aproveita que a mamadeira tá cheia.
Entramos no quarto, joguei Carla na cama e fui chupar sua buceta.
- Pode chupar, eu sempre uso camisinha. Tô limpinha por dentro e por fora. Sou puta, mas não sou burra.
Depois do aviso, chupei aquela xoxota gostosa, bem depiladinha.
Carla gemia rebolando na minha língua.
- Que língua safada... mete ela no meu cuzinho também.
Chupei o cuzinho de Carla, levando ela a loucura.
- Ai... que delícia... fode a tua putinha... mete mais uma guampa na cabeça daquele corno filho da puta... mete esse pau na minha buceta.
Botei a camisinha, Carla ficou de rabo pra cima e meti a pica naquela bucetinha carnuda e molhada.
Metia com força, Carla rebolava e gemia.
- Mete tudo... mete com força... fode a tua puta... tira essa camisinha... me come no pêlo... pra ti eu dou no pêlo...
Tirei a camisinha e meti tudo nela. Carla berrava.
- Fode essa puta safada... adoro a tua pica... mete bem no fundo da minha xoxota...
Carla tava tarada, jogava o bundão pra trás, esmurrava a cama.
- Que pau gostoso, meu macho... mete ele no meu cu.
Deitei na cama e Carla veio por cima de costas pra mim, ajeitei meu pau na entrada do seu cu, ela só largou o peso e a pica entrou toda.
- É assim que eu gosto de dar o meu cuzinho. Vou pular nessa piroca grande e gostosa.
Carla sentou, pulou e rebolou no meu pau, foi difícil, mas conseguir segurar o gozo. Mas ela não segurou, brincava na bucetinha enquanto pulava no meu pau.
- Vem cá... agora eu quero leitinho. Dá pra mim. Tudo na minha boca.
- Chupa o meu pau, putinha... vou dar tudo pra ti, minha vagabundinha!
Carla mamou até o leite sair, gozei pra caralho. Carla de boca aberta pra eu ver a porra. Mastigou e engoliu.
- Agora eu tô feliz, meu macho. Obrigada por me dar teu leitinho.
- De nada, putinha.
Saímos do motel, deixei Carla perto da casa da mãe dela.
- Tchau, Nego. Se der a gente marca alguma coisa pra próxima semana.
- Pode ser, me liga e a gente vai.
Voltei pra casa e mais tarde recebi uma mensagem da Carla.
"BOA NOITE, MEU MACHO!
TU ME FODE MELHOR QUE O CORNO DO MEU MARIDO."
Como é bom ter uma putinha a nossa inteira disposição.
Espero que tenham gostado de mais um relato real. Fui!