A segunda gozada veio enquanto ele metia com força. “Tô gozando de novo… caralho… toma!”. Ele segurou a cintura dela e despejou tudo lá dentro, gemendo alto. Viviane tremia, gozando junto, a buceta apertando o pau dele, leite escorrendo pelas coxas. Quando ele saiu, ela virou rápido, chupou o pau melado de porra e mel dela, limpando tudo com a língua. Ele foi pro chuveiro, ela veio ate mim. Me beijou e me chupou até eu gozar. Ele se deitou na cama e eles namoraram por um tempo. Beijos carinhos, até que ele já estava meio duro de novo. “Terceira agora… quero na cara dessa vez”. Ele já estava mole, mas Viviane não desistia. Sentou no rosto dele, esfregou a buceta gozada na boca dele enquanto masturbava o pau com as duas mãos. “Chupa minha buceta cheia da tua porra, vai… lambe tudo”. Ele obedeceu, língua enfiada, sugando o leitinho que escorria. Ela batia punheta rápida, “Isso… isso… goza na minha cara, porra… mela minha cara com a tua porra!” A terceira veio. Ele gozou gemendo no meio da buceta dela, jatos grossos subindo e caindo no rosto, nos peitos, no cabelo. Viviane abriu a boca, pegou o que pôde, esfregou o resto na cara, lambendo os dedos. “Caralho… que gozada foda… olha a quantidade, amor… esse filho da puta goza como um cavalo”. Depois os três rimos, suados, fedendo a sexo. Ele se vestiu rápido, “Daqui a pouco minha mulher chega do trabalho… Eu respondi tranquilo: “Claro, irmão. Traz ela da próxima vez, vai ser divertido”.
VISITA DO VIZINHO
A segunda gozada veio enquanto ele metia com força. “Tô gozando de novo… caralho… toma!”. Ele segurou a cintura dela e despejou tudo lá dentro, gemendo alto. Viviane tremia, gozando junto, a buceta apertando o pau dele, leite escorrendo pelas coxas. Quando ele saiu, ela virou rápido, chupou o pau melado de porra e mel dela, limpando tudo com a língua. Ele foi pro chuveiro, ela veio ate mim. Me beijou e me chupou até eu gozar. Ele se deitou na cama e eles namoraram por um tempo. Beijos carinhos, até que ele já estava meio duro de novo. “Terceira agora… quero na cara dessa vez”. Ele já estava mole, mas Viviane não desistia. Sentou no rosto dele, esfregou a buceta gozada na boca dele enquanto masturbava o pau com as duas mãos. “Chupa minha buceta cheia da tua porra, vai… lambe tudo”. Ele obedeceu, língua enfiada, sugando o leitinho que escorria. Ela batia punheta rápida, “Isso… isso… goza na minha cara, porra… mela minha cara com a tua porra!” A terceira veio. Ele gozou gemendo no meio da buceta dela, jatos grossos subindo e caindo no rosto, nos peitos, no cabelo. Viviane abriu a boca, pegou o que pôde, esfregou o resto na cara, lambendo os dedos. “Caralho… que gozada foda… olha a quantidade, amor… esse filho da puta goza como um cavalo”. Depois os três rimos, suados, fedendo a sexo. Ele se vestiu rápido, “Daqui a pouco minha mulher chega do trabalho… Eu respondi tranquilo: “Claro, irmão. Traz ela da próxima vez, vai ser divertido”.
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