" E porque não me convida pra sua casa e vemos o que eu posso fazer pra te ajudar um pouquinho? "
O negão não pensou nem duas vezes e me puxou pelo braços sua casa, assim que entramos ele arrancou minhas roupas e me pôs de joelhos em sua frente, sentou no sofá e em um movimento só botou aquela picona preta para fora, vai de boca nela e engoli tudinho, mamei com vontade, lambia a cabeça do pauzão dele e descia até as bolas, deixando cada centímetro daquele mastro bem babadinho, João segurava nos meus cabelos e controlava o ritmo em que eu engolia sua rola negra deliciosa, que estava me deixando louca só de sentir ela deslizar pela minha língua até o fundo da minha garganta. Continuei mamando e pra saber se meu negão estava gostando, suguei a cabeça do pau dele e com ela ainda na boquinha, olhei pra cima e perguntei se estava bom, João deu um tapa no meu rostinho e disse que estava louco pra sentir minha boquinha na rola dele denovo e que que estava mamando melhor do que ele lembrava, ele continuou a elogiar minha boquinha e quando ele meteu tudo bem fundo na minha garganta, senti seu leite quente jorrar dentro da minha boca, me engasguei e tentei engolir, mas era muita porra e quase metade saiu pelos cantos da minha boca e pingou do meu queixo nas minhas tetinhas. Passei o dedinho pra juntar o que havia no meu queixo e botei na boca, peguei o leitinho nas minhas tetinhas e a lambi dos meus dedinhos, voltei a mamar na rolona dele e a deixei limpinha, tirei até a última gota de porra que ele havia jorrado, até as bolas daquele negão ficaram brilhando quando terminei de mamar.
Não tive como dar pra ele naquela hora, mas ainda tinha a tarde toda pra subir e rebolar naquela rola negra deliciosa.