Visto pela filha de DONA LÚCIA

Por: carla-119 • 23/07/2026 • 18782 leituras
Capa do conto
Uma semana depois da “ajuda” no Guanabara, Lúcia me chamou novamente para o apartamento dela à tarde. Roberto e Ana estavam fora, e ela estava com tesão acumulado.
Assim que entrei, ela já me puxou para o sofá. Tirou o vestido rápido, ficando só de calcinha, e se ajoelhou na minha frente. Puxou minha bermuda para baixo e começou a mamar meu pau com vontade, cabelos brancos balançando, óculos embaçando enquanto chupava fundo e babava.
— Estava louca pra sentir esse pau de novo... — gemia ela entre uma chupada e outra.
Eu a levantei, tirei a calcinha dela e deitei Lúcia no sofá. Abri bem aquelas pernas maduras e meti tudo de uma vez na buceta molhada. Comecei a foder com força, estocadas firmes e profundas, fazendo os seios grandes dela balançarem. Lúcia gemia alto, cravando as unhas nas minhas costas:
— Isso... me fode gostoso... bem fundo!
Virei ela de quatro, empinei aquela bunda redonda e voltei a socar, segurando os cabelos brancos como rédea. Estava no meio da foda, metendo forte, quando ouvimos o barulho da chave girando na porta da frente.
— Merda! — sussurrou Lúcia, olhos arregalados.
Antes que pudéssemos reagir, a porta se abriu.
Era Clara, a filha dela. 38 anos, bonita, corpo bem cuidado, cabelos castanhos na altura dos ombros. Parou congelada na entrada da sala, olhando a cena: a mãe de quatro no sofá, completamente nua, e eu atrás dela com o pau enterrado até o fundo.
O silêncio foi brutal. Clara ficou vermelha, boca aberta, sem conseguir falar nada no primeiro segundo.
Lúcia saiu de cima de mim rapidamente, pegando o vestido para se cobrir um pouco. Meu pau ainda latejava, brilhando com os fluidos dela. Eu puxei a bermuda para cima o mais rápido possível.
— Mãe... o que é isso?! — exclamou Clara, voz misturando choque e incredulidade.
Lúcia, ainda ofegante, sentou no sofá tentando recuperar a compostura:
— Filha... eu... não esperava você agora.
Clara não conseguia tirar os olhos de mim, depois da mãe, depois de novo de mim. O ar estava pesado de tensão. Eu me senti extremamente exposto.
— Acho melhor eu ir embora — disse eu, já pegando minha camisa.
Lúcia me olhou, claramente frustrada por ter sido interrompida, mas assentiu. Clara ainda estava parada perto da porta, sem sair, processando o que tinha visto.
Saí do apartamento rápido, sem dizer mais nada. Enquanto descia de elevador, meu coração ainda batia forte. Tinha sido uma das situações mais tensas e inesperadas que já vivi com Lúcia.
Minutos depois, recebi uma mensagem dela:
Lúcia: “Desculpa pela surpresa. Clara apareceu sem avisar. Ela ficou chocada, mas não disse nada ainda. Depois te conto como ficou. Quero te ver de novo logo...”

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados