Você teve alguma vez na vida um vizinho do qual sente saudades? Pois eu tive. Apesar de termos morado no mesmo condomínio, foram raras as vezes que nos encontramos na área comum. Que me lembre, só nas reuniões de sorteio de vagas na garagem. Por fim, ele se mudou e nem seu nome eu fiquei sabendo.
Morávamos em blocos diferentes, mas como o apartamento dele ficava no bloco atrás e dois andares acima do meu, ele tinha uma visão quase que total da minha sala e do meu quarto. Na sacada, ele tinha uma luneta voltada constantemente para as minhas janelas e por ela ele sempre me observa. Como conhecia meus horários, ele ficava lá de prontidão esperando a gente chegar. Por várias vezes ele me pegou pelada ou transando com o Nando. Mas dessa vez, eu estava decidida a me exibir...
Foi num sábado de manhã. Nando não estava em casa, pois tinha ido jogar bola e, nessa ocasião, minha filha ainda não havia nascido.
Acordei junto com o Nando. Ele se levantou, se arrumou, me serviu café na cama, de onde só levantei por volta das 9h00 da manhã, sem sequer pensar no meu vizinho. Então, fui tomar banho. Abri o chuveiro, entrei no boxe, deixando a água morna escorrer pelo meu corpo, enquanto me ensaboando com calma. Quando minhas mãos alcançaram minha xaninha, eu afastei os grandes lábios da buceta, expondo meu grelinho, roçando nele a esponja de banho. Excitada, desliguei o chuveiro e liguei a duchinha, direcionando os jatos d’água diretamente para o grelo. Depois que gozei, saí do banho e fui pelada para o quarto terminar de me secar. Envolvida na toalha, abri a cortina da porta que dá para a sacada, me sentando na cama. Só, então, foi que eu olhei para cima e vi meu vizinho me observando.
Sem me sentir importunada por ele, terminei de me secar bem devagar, aproveitando para massagear minha pele. Enquanto isso, bolei um plano; hoje eu faço esse filho da puta bater uma punheta em minha homenagem, mas sem perder a classe. Então, voltei ao banheiro e peguei espuma e aparelho de barbear.
Sentei na ponta da cama e, com a buceta aberta e de frente para a porta da sacada, lambuzei a periquita com a espuma e comecei a me depilar. Raspei os pelos da rachinha, até ficar somente uma faixinha em cima. De vez em quando, eu parava, arreganhava mais as pernas e me alisava com a mão, só para que o vizinho pudesse enxergar direitinho meu grelo e minha rachinha. Por fim, quando meu grelo já estava bem inchado e saliente, me deitei de frente para o meu voyeur, com os joelhos erguidos e as pernas abertas, facilitando a vida dele, e comecei então a me masturbar encarando ele. O coitado ficou doido, desesperado, mesmo, me observando e esfregando o pau por cima do tecido da bermuda. Mais doido ele ficou quando eu peguei um consolo no criado mudo. Primeiro eu o chupei como faço com uma rola de verdade, concentrando minhas carícias no saco e na cabeça. Em seguida, com ele já bem lubrificado de saliva, esfreguei o consolo no grelo, acionando o vibrador. Meu tesão era enorme e o clítoris tão grande quanto. Tirei o vibro de cima para que meu voyeur visse como ele estava vermelho e aumentado de tamanho. Novamente coloquei o consolo sobre o grelo, o movimentando dentro da racha, enquanto, com a outra mão, eu beliscava os mamilos. Novamente encarei meu voyeur e, ao mesmo tempo, encaixava a cabeça do consolo na entrada da minha grutinha molhada. Deixei que ele observasse por um pouco de tempo e, então, o enfiei buceta adentro, me fodendo, como se fosse um caralho de verdade. De quatro sobre a cama, tirei o consolo da vagina e relando com ele no cuzinho e, devagar, eu enfiei tudinho. A cena deve ter sido muito excitante para meu o vizinho voyeur, porque mal eu acabei de gozar, vi quando ele deixou a varanda correndo, creio eu que para se masturbar.
Fechei a cortina e me desmontei sobre a cama e acabei cochilando. Só acordei cerca de duas horas depois, com o barulho que o Nando fez ao fechar a porta da sala. Quando ele entrou no quarto, me vendo naquele estado e com o consolo largado ao meu lado, Nando não pensou duas vezes para me chupar gostoso.
Beijos,
Vanessa
Morávamos em blocos diferentes, mas como o apartamento dele ficava no bloco atrás e dois andares acima do meu, ele tinha uma visão quase que total da minha sala e do meu quarto. Na sacada, ele tinha uma luneta voltada constantemente para as minhas janelas e por ela ele sempre me observa. Como conhecia meus horários, ele ficava lá de prontidão esperando a gente chegar. Por várias vezes ele me pegou pelada ou transando com o Nando. Mas dessa vez, eu estava decidida a me exibir...
Foi num sábado de manhã. Nando não estava em casa, pois tinha ido jogar bola e, nessa ocasião, minha filha ainda não havia nascido.
Acordei junto com o Nando. Ele se levantou, se arrumou, me serviu café na cama, de onde só levantei por volta das 9h00 da manhã, sem sequer pensar no meu vizinho. Então, fui tomar banho. Abri o chuveiro, entrei no boxe, deixando a água morna escorrer pelo meu corpo, enquanto me ensaboando com calma. Quando minhas mãos alcançaram minha xaninha, eu afastei os grandes lábios da buceta, expondo meu grelinho, roçando nele a esponja de banho. Excitada, desliguei o chuveiro e liguei a duchinha, direcionando os jatos d’água diretamente para o grelo. Depois que gozei, saí do banho e fui pelada para o quarto terminar de me secar. Envolvida na toalha, abri a cortina da porta que dá para a sacada, me sentando na cama. Só, então, foi que eu olhei para cima e vi meu vizinho me observando.
Sem me sentir importunada por ele, terminei de me secar bem devagar, aproveitando para massagear minha pele. Enquanto isso, bolei um plano; hoje eu faço esse filho da puta bater uma punheta em minha homenagem, mas sem perder a classe. Então, voltei ao banheiro e peguei espuma e aparelho de barbear.
Sentei na ponta da cama e, com a buceta aberta e de frente para a porta da sacada, lambuzei a periquita com a espuma e comecei a me depilar. Raspei os pelos da rachinha, até ficar somente uma faixinha em cima. De vez em quando, eu parava, arreganhava mais as pernas e me alisava com a mão, só para que o vizinho pudesse enxergar direitinho meu grelo e minha rachinha. Por fim, quando meu grelo já estava bem inchado e saliente, me deitei de frente para o meu voyeur, com os joelhos erguidos e as pernas abertas, facilitando a vida dele, e comecei então a me masturbar encarando ele. O coitado ficou doido, desesperado, mesmo, me observando e esfregando o pau por cima do tecido da bermuda. Mais doido ele ficou quando eu peguei um consolo no criado mudo. Primeiro eu o chupei como faço com uma rola de verdade, concentrando minhas carícias no saco e na cabeça. Em seguida, com ele já bem lubrificado de saliva, esfreguei o consolo no grelo, acionando o vibrador. Meu tesão era enorme e o clítoris tão grande quanto. Tirei o vibro de cima para que meu voyeur visse como ele estava vermelho e aumentado de tamanho. Novamente coloquei o consolo sobre o grelo, o movimentando dentro da racha, enquanto, com a outra mão, eu beliscava os mamilos. Novamente encarei meu voyeur e, ao mesmo tempo, encaixava a cabeça do consolo na entrada da minha grutinha molhada. Deixei que ele observasse por um pouco de tempo e, então, o enfiei buceta adentro, me fodendo, como se fosse um caralho de verdade. De quatro sobre a cama, tirei o consolo da vagina e relando com ele no cuzinho e, devagar, eu enfiei tudinho. A cena deve ter sido muito excitante para meu o vizinho voyeur, porque mal eu acabei de gozar, vi quando ele deixou a varanda correndo, creio eu que para se masturbar.
Fechei a cortina e me desmontei sobre a cama e acabei cochilando. Só acordei cerca de duas horas depois, com o barulho que o Nando fez ao fechar a porta da sala. Quando ele entrou no quarto, me vendo naquele estado e com o consolo largado ao meu lado, Nando não pensou duas vezes para me chupar gostoso.
Beijos,
Vanessa