__Vê alguma pessoa interessante, fora aquela que não tira os olhos de nós?
__Onde?
__Disfarça e olha para o lado esquerdo, bem perto da coluna.
Procurando ser discreta, assim o fiz e me deparei com uma jovem que olhava para nosso lado com insistência. Era uma jovem mestiça, que tinha os traços orientais, muito bela por sinal. Estava acompanhada de mais duas moças e um rapaz negro, que parecia ser até, o guarda costas das meninas. Ela estava com ele, apesar de tudo, pois o agarrava pelo braço e se apoiava em seu ombro. Comecei a analisa-la, mesmo que de longe, encontrando os vestígios que procurava, descobrindo a beleza exótica da garota, me imaginando com ela numa cama bem confortável, entre lençóis brancos de seda ou de cetim que fosse, para escorregar com aquele corpo, entre mordidas e chupadas. Dava para se notar, o quanto era delicada, linda e gostosa. Seu olhar se mantinha fixo, em nós ou em minha pessoa, como Paulo me dissera. Estava afim de saber se ela queria algo e por isso mesmo, sabendo que ela podia ver o que ocorreria sob a nossa mesa, separei as pernas lentamente, puxando mais que devia a o vestido para cima. Seus olhos mudaram de direção, me dando a certeza de que ela me encarava. Levei a mão, até o meio das coxas e passei a esfregar a xana. Ela se endireitou, e cochichou algo para seu parceiro, que voltou a cabeça para a nossa mesa e com um leve aceno de cabeça, me cumprimentou e depois também observou o que eu fazia e sorriu. O casal se levantou e foi para a pista de dança, mas não deixou de me olhar, a danadinha oriental.
__Vamos dançar, mano?
__De preferência, perto da japa?
Apenas sorri e fomos para a pista de dança. Outros casais já encontravam desfrutando da música eletrônica que se ouvia. Depois de uma série bem elaborada, as luzes do local diminuíram de intensidade, e uma música que nos jogava nos braços do parceiro, começou. Agarradinha a Paulo eu aproveitava para o excitar e ver surgir de pronto aquela deliciosa dureza que se formara em sua calça.
__Já esta pronto para outra batalha, maninho?
__A vontade que tenho é de te agarrar aqui, chupar teus seios, levanta o teu vestido para que todos vejam a beleza do teu rabo.
__Calma, maninho. No momento eu quero que apenas, eles, vejam a minha bunda.
__Como é que é? Estas me dizendo que, quer ir para a cama com o casal?
__Claro. Veja como ela é mimosa e muito delicada, apesar de deliciosa. Já, ele, é um touro selvagem e confesso que me atiçou aquele bichinho do tesão.
__Por que será que estou com uma pontinha de ciúmes?
__Seu bobo, ninguém vai ocupar o teu lugar junto ao meu corpo. Agora vamos chegar mais para perto do casal.
__O que pretende?
__Apenas deixa-la com a certeza de que a quero.
Quando fizemos evolução e nos chocamos de leve com o casal, estirei o braço e levei a mão, até as narinas dela para que sentisse o meu cheiro. Ela rodopiou e me olhando, mandou-me um beijo, passando a língua sobre os lábios. O sorriso dela era o que mais encantava e tinha me cativado. Voltamos para a mesa, agora mais compenetrados nos passos seguintes. Estávamos conversando, quando o rapaz negro, se aproximou.
__Olá! Meu nome é Carlos e estou aqui em nome da minha esposa, para saber se não querem compartilhar da nossa mesa?
Antes que Paulo falasse algo, eu que já estava maquinando algo, me adiantei aceitando.
__Eu e meu " marido " aceitamos com o maior prazer. Querido, feche a nossa mesa.
O grupo era bem divertido e nos entrosamos logo. As outras meninas eram bem saidinhas e comiam Paulo com os olhos e através da mesa, seus pés, estavam sempre em contato com a perna dele. Sadako, o nome da japonesinha, dedicava toda sua atenção a minha pessoa e eu notava que Carlos nos analisava e sorria. Por quase uma hora ficamos naquele bate papo e Paulo,dançou com todas as meninas, que não fingiam o que sentiam por ele. Fui dançar uma vez com Carlos me impressionando com a sua delicadeza e com o delicioso perfume que estava usando e o papo que tivemos fora franco, aberto.
__Minha garota ficou muito interessada em estar com você. Somos Bi e nos interessamos em ter algo mais, o que você acha? Será que seu marido topa. Pode até ser só com vocês duas.
__Você não gostaria de participar?
__Adoraria, ainda mais agora, que estou sentindo esse seu corpo.
__Então não vai haver problema algum. Meu ir...marido adoraria sentir todo charme daquela japinha linda.
__Quero ver se ele a doma, pois ela não é fácil de se domar, não.
__Garanto que ela não vai ficar decepcionada.
Demos uma escapulida e fomos para um motel.Apesar de conseguirmos dois quartos, acabamos ficando em um só. Era uma bela suíte, com jacuzzi e um diferencial de luzes que deixa tudo quase que surreal. Sentadas na cama começamos a nos acariciar e trocar beijos que foram direcionados, até que, incentivadas por nossos parceiros, rolamos pela cama, e Sadako se mostrou bem atrevida, levando a mão sob meu vestido alcançando a minha boceta que já estava bem molhada. A mão que me acariciou, foi levado á boca dela, que a lambeu.
__Você muito gostosa Bia. Será que a tua boceta é mesmo cheirosa, como meus dedos indicam ser?
__Não quer verificar, com essa boca linda que tem?
__Adoraria.
__Então vem.
Me estirei sobre a cama e levantando o vestido deixei toda parte de baixo do meu corpo, exposta para deleite de Sadako e seu acompanhante. Ela passeou os dedos sobre meus grande lábios até chegar no clitóris. Como que adivinhando meu pensamento ela se meteu entre minhas pernas, passando a beijar minha genitália. Estava gostosa a forma como ela me lambia. Fez-me levantar as pernas e depois de separar um pouco as minhas nádegas, levou a língua em meu cu e depois a trouxe para a boceta, penetrando dentro dela, rebuscando toda minha rugosidade intima em busca do meu ponto G. O que ela tinha de mignon, era ousada, atrevida e sabedora do que fazia. Carlos se aproximou da parceira começando a despi-la. Quando estava nua, se ergueu e me ajudou a ficar em igualdade de condição. Nos abraçamos, ali no centro da cama e trocamos um beijo melado, onde sentir que estava beijando a minha xoxota, pois ainda podia sentir resquício do meu mel em sua língua. Quando busquei seus miúdos seios, inclinei-me empinando a bunda. Uma mão a tocou, apertando cada uma das nádegas, mexendo com a minha tesão e com isso me dediquei a descer a boca até chegar nos pentelhos da garota e com isso minha bunda ficou mais que em evidencia e permitia que ela recebesse o primeiro carinho daquele negro que estava trás de mim. Paulo estava ao lado da japonesa e a acariciava nos seios, que chupava, quase que os engolindo. Deixei os dois se amando e parti para cima do negão, passando a despi-lo e me surpreender com uma picona, que me deixou em pleno êxtase. Segurei, naquela rola grossa e a passei por toda a face, depois a cobri de beijos. Chupei a pica da cabeça aos ovos, onde comecei a mordisca-los com uma certa selvageria que provocava uma pequena dor. Queria ter aquele pedaço de mal caminho, entrando dentro de minha boceta e do meu cu. Carlos me derrubou sobre a cama e se encaminhou com a boca em minha xoxota, que lambeu toda a área. Qual não foi a minha deliciosa surpresa quando minha boca fora tomada de assalto por uma bem pequena e macia. Abri os olhos e me vi sendo beijada por Sadako. Carlos me puxou para si e chamou a mulher para sentar com a xoxota na minha cara, enquanto Paulo tinha a pica sugada pela boca, que era voraz no que fazia, mas que provocava um frisson muito grande, que dava para perceber no olhar de Paulo. Chupei a boceta da japa e mordisquei sua xoxota, lambendo tudo que ela vertia para o meu paladar. Carlos levantou minhas pernas e se introduziu em minha boceta. Seu pau entrara, preenchendo da a minha cavidade vaginal. Sadako, havia se virado, sem deixar de colar a sua boceta em minha boca, para oferecer a traseira para meu irmão vir e por trás enfiar a pica na xoxota dela. O pau entrava e saia com um ritmo alucinante, e o cheiro de sexo estava cada vez mais forte; podia ver o pau dele entrando e saindo da xana molhada. Deixava de chupa-la para estirar a língua e toca no pau de Paulo, o deixando louco de tesão. O tempo passava, mas não dávamos a minima, apenas aproveitávamos. Carlos, se deitou e me puxou por sobre seu corpo, me fazendo sentar em seu pau e depois me inclinar para o beijar. Suas mãos me acariciavam as nádegas, separando-as e me deixando louca de tesão quando um dedo dele se introduziu em meu cu. Ele atolou bem fundo o dedo e eu agradeci a ideia que tivera de fazer aquela lavagem intestinal. Apoiada em seu peito eu movimentava o tronco em um sobe e desce alucinante. Sadako continuava a ser estocada por Paulo e gemia, sem se preocupar com a altura dos gemidos. Então ouvi algo que me deixou feliz:
__Põe no meu cu!
Paulo atendeu e retirando a pica da boceta dela, pincelou seu cu e começou a forçar a penetração. Mesmo estando ali sobre aquela pica gostosa, eu me sentia motivada levar tudo a um ultimo grau de excitação, pelo fato de ver aquela garota ser enrabada. Paulo fodia o cu da japa com um prazer que chegava a ser emocionante e intrigante, pois eu queria estar no lugar dela. Carlos me olhando, com um olhar que mais parecia, o de um vampiro, me disse.
__Você já participou de uma dp?
__Até hoje não.
__Gostaria?
__Mas como, se Paulo esta comendo sua mulher?
__Amor? Empresta um pouco o nosso amigo para um dp?
__Claro que sim, apesar de estar tão gostoso essa pica no meu cu. Vai, vá comer o cu da sua esposa.
Se eles soubessem que eramos irmãos, como reagiriam? Paulo veio com tudo para trás de mim e pouco depois salivava o meu cu e tocava ele com aquela glande que conhecia tão bem. A pressão que estava ocorrendo em meus dois canais, era divina. Nunca na minha vida eu tinha experimentado a sensação deliciosa e angustiante que era a tão famosa duple penetração. O sincronismo dos dois pau dentro dos meus dois buracos, eram perfeitos e eu gozava de forma desvairada. Sadako, estava ali, acariciando meus seios, os chupando ou me deixando chupar os seus, que eram uma graça. Paulo socava a pica, a enfiando quase que em sua totalidade. Eu tentava imaginar o que ele estava pensando enquanto me fodia, sentindo o pau de outro homem, roçando o seu em toda sua extensão, separando por um tênue impedimento que separava o cu da vagina. Um calor fortíssimo estava tomando conta de meu corpo. Sadako se interpôs bem acima do seu amado e de costas, me ofereceu sua bunda mimosa, para que eu a lambesse, passando a língua no rego onde o cuzinho se projetava pulsante. Me agarei a ela e a chupei com uma vontade insana, penetrando o cu que pouco antes recebera o pau que me tomava de assalto o cu. Com grande jubilo, percebi as respirações acelerarem e os paus ficarem mais grossos e pulsante, anunciando que o prazer maior estava para acontecer; então começou a acontecer, quando Carlos começou a urrar e logo a seguir fora a vez de Paulo. Ambos jorraram suas porras, ao mesmo tempo. Carlos fora mais farto e Paulo me dera o que havia restado no tanque.Ficamos por algum tempo, ainda engatados, os dois homens, dentro de mim e nós garotas, nos beijávamos.
De volta a mossa moradia, mal conseguia me manter ligada no frescor da noite, pois meu corpo estava todo incendiado com aquela performance que tivéramos naquele quarto de motel, onde eu tivera a minha primeira dupla penetração e eu gostara. Mas, por incrível que pudesse parecer, o que me povoava a mente era aquela conversa que Paulo e eu tivéramos, sobre nosso pai. Sem saber direito por que, levei a mão até minha boceta e a acariciei. Olhei para Paulo e me amparando em seu braço, vi o dia chegar!