Você sabe como eu gosto. Bem cremoso.

Por: beatriz-342 • 10/07/2026 • 330292 leituras
Capa do conto
Os olhares cravados, grudados de lado.
Os corpos espremidos naquele cubículo de paredes de azulejo creme.
As respirações intensas e ofegantes.
O olhar assustado de Olivia, o olhar penetrante de Silvia.

- Tenho que trabalhar dona Silvia.
- Porque você faz isso comigo, sempre... Comigo. Hein?
- Eu não fiz nada, é impressão sua.
- Minha, é? Sempre uma desculpa, desculpa de uma sonsa.
- Eu não fiz nada, nada. Eu só olhei, um segundo.
- Só pra me provocar, sempre pra me provocar. E depois finge que não queria nada. Sempre finge.
- Juro dona Silvia. Foi sem querer.
- Cancei de você,  cancei das suas desculpas.
- Não,  não...
- Eu te avisei, eu te falei. Agora eu quero, me deu vontade de provar. Bem docinho, só pra mim. Tem tempos que você não faz.
- Jesus, e se alguém chegar. Seu Bricio, o Bruno?
- É só você não demorar. E sem gritar dessa vez. Eu gosto bem cremoso.  Agora vai, chupa. Eu gosto como você chupa.

A boca abre, dois dedos entram, a língua receosa vai lambendo envolta. Os olhos fecham, o sabor aguça e a boca fecha numa chupada molhada, a saliva escorre misturando com os gemidos.

Vem o grito!

É o bico do peito sendo esticado, a outra mão amassa o peito bem desenhado, tortura, maltrata a ponta grossa do mamilo rosado. O perfume da patroa invade as narinas. Olivia vai pegando fogo, vai virando outra.

A baba pinga dos cantos da boca. Os dedos saem, entra a língua tarada, agitada e dona. Invade inteira a boca da empregada. O formigamento, o comichão começa,  bem no meio das pernas. Olivia esfrega as coxas, a outra sabe.

A mão abusiva, invade, apodera, toma posse. Os pentelhos crespos se misturando com os dedos lambuzados. Devassos e safados, eles avançam a procura da abertura, os lábios.

- Abre.
- Silvia!
- Abre, deixa eu ver como está.

As testas trombam, os narizes se alisam, o olhar travado e os dedos se movendo, tocando, girando, achando...

- Aaaannhhh!!
- É só isso que você quer dar pra mim? Nem molhadinho está. Só quentinho, eu não mereço mais? Já fiz tanto por você... Com você. E é só que você quer dar?
- Aaaiiiii... Donaaaa Silviaaaa.
- Achei,  achei ele, tão bonitinho. Adoro o seu sabia? Uma gracinha, pontudinho, durinho. Agora abre, me mostra, deixa eu entrar.

A calcinha florida escorre pelas coxas até o rês do chão. Olivia escancara, abre. As coxas tesas, os dedos dos pés apontados na cerâmica fria.

A impetuosa mão afunda, perfura, penetra da gruta escura, o mormaço do espaço intimo. A vagina de Olivia é furada pelos dedos, é invadida até o punho.

- Aiiiii.... Aiiiiiii!
- Isso mexe, mexe como se fosse uma trepada. Igual aquela que você deu no Bricio, mexe essa cintura, mexe Olivia.
- Não me faz assim,  não, não me deixa assimmm.
- Eu quero meu suco, eu quero ele bem quente. Agora!

A buceta de Olivia desabrocha, a mão vara a entrada toda e os dedos de unhas bem pintadas coçam o seu centro nervoso.

Olívia treme, vibra, molha e olha.

- Adoro ver você sofrida Olivia,  adoro esse olhar de puta.
- Será que está bom? O meladinho?

A patroa tira os dedos e prova, prova o sabor do sumo de Olivia,  degusta o buquê de uma buceta jovem.

- Hummmm... Está quase lá, está quase doce.
- Quem sabe um beijo, um beijo de língua.
- Isso que você queria desde o princípio não é? Tava precisada de uma chupada.
- E se for, a senhora também não quer?
- Beber direto da fonte. De joelhos pra você?
- Desce que te dou meu mel. Não é o que você queria?

O beijo vem grudado, vem babado. As línguas soltas, loucas se amrrando dentro e fora das bocas. Olivia vai forçando a outra, vai descendo aos poucos Silvia, submissa, dominada a lhe envolver a xana molhada.

A buceta nova, aflorando na cara da patroa, o cheiro quente de mulher no cio. A visão obscena de uma vagina. Silvia abre um sorriso antes de  morder os pentelhos negros, antes de  chupar os lábios morenos.

- Agora  chupa aqui, chupa ele.

A língua atiça o pontudo grelo, lambe rápida,  lambe envolta,  lambe lenta, lambe como Olivia mais gosta. A empregada  esfrega a buceta na cara da outra. Masturba com o rosto de Silvia. Cavalga como se pudesse enfiar o rosto inteiro dentro do útero.

- Tão bonitinho o seu grelinho, tãoooo...
- Agora chupa,  chupa puta. Me dá um beijo de língua. Eu quero ver você bebendo tudo, tudo viu! Bem na boquinha da madame,  abre e chupa Silvia!!

Silvia obedece, sua buceta pegando fogo, ela adora quando a Olivia perde a razão, faz dela uma vagabunda, sua piranha de estimação.

O beijo indecente vem intenso,  a flor de Olivia se entrega a língua da amante,  o caldo grosso verte pela boca de Silvia.
Denso, doce e quente.

Olivia treme, agita e grita. Um berro alto, um uivo alucinante.

- Aaaaaaaiiiiiinnnnnnnhhhhh!!

As pernas bambas,  o jorro grosso na boca da patroa. A agarrada nos cabelos ruivos, cavalgando o rosto da patroa. O sabor açucarado de um gozo descendo pela garganta de Silvia.

- Aaaaeeeee... Aaaannnnn... Unnnnmmm...

O terremoto para. Olivia admira o rosto vermelho da outra, o olhar vidrado, o tremor dos braços.

- Agora goza, goza sua puta.
- Aaaaaaiiiinnnnnnhhhhh!
- Molha o chão 'dona' Silvia. Mija, pra você depois limpar!

A buceta de Silvia explode como um vulcão. O gozo forte, um jato único, quente e ácido. Uma possa cristalina escorre pelo piso branco.

- Será que é tão doce quanto o meu?
- Você não quer provar?
- Primeiro você lambe o chão, bebe tudo. Depois, quem sabe, eu te provo a língua
- Jura!

Olivia enfia três dedos na boca da patroa, depois desfere um estalado tapa.

- Vai! Bebe logo, antes que o Bruno chegue.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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