O primeiro foi um molecão, acho que o nome era Felipe. Quem conheceu ele foi o Renato num boteco no Centro, onde ele entrou pra comer um lanche. Disse que logo de cara gostou do Felipe, ia sair do boteco, pois era meio sujão, mas devido a ter ido com a cara do molecão resolveu pedir um lance e foi se sentar ao lado do garotão no balcão. Renato é um sujeito que sabe puxar papo e leva a conversa pra o que ele quer e foi assim com o tal de Felipe. Deu a entender ao molecão que estava afim de dar pra ele, mas não disse diretamente, deixou subentendido. Saiu de lá com o nº do celular do garoto. Depois ligou pra mim, achei meio mal, já que não curto nenhum pouco carinhas magrelas, e tínhamos combinado que seriam caras machos do tipo nordestino, sujeitos de poucas palavras, mas o Renato disse que curtia também garotões do tipo magrelão e que parecia que o moleque tinha um pau grande. Resolvemos marcar e nos encontramos na mesma semana. Depois de muito papo, ali mesmo no barzinho onde estávamos o Ricardo resolveu ligar pro Felipe. Era por volta de umas 17 h. O garotão atendeu e o Renato disse que estava com um amigo num barzinho no Centro e se ele não estava afim de tomar uma cerveja. O garotão aceitou e disse que só poderia depois das 18:30 hs. quando saia do trabalho que ficava ali no Centro mesmo. Ficamos conversando e esperando o tempo passar e com o tesão totalmente adrenalizado. Passava das 18:30 hs. quando o Felipe chegou. Cara de garotão, disse ter 19 anos, alto, acho que beirava a 1,90 m, devia pesar uns 70 kg no máximo, branquinho, cabelo liso e meio jogado na cara, vestia uma camiseta branca com desenhos e uma calça jeans, tênis preto nos pés, trabalhava como office-boy em um escritório de advocacia. Depois das apresentações o garotão se sentou, começamos a conversar, passamos a calibrar o moleque com muita cerveja. Aos poucos o Renato foi entrando no jogo e o garoto foi aceitando, meio que desconfiado, afinal ele não nos conhecia. Mas depois de quase uma hora de cerveja o moleque já estava todo solto, rindo à toa, e até dizendo que estava com tesão e que já tinha comido o cu de uns viados. Daí até levá-lo pra um motel foi bico. Fomos com o meu carro que tem vidros fumê. Escolhemos um motel que fosse bem próximo na marginal. Até então o garotão não sabia se ia comer o Renato, eu ou os dois, e este era um dos lances que tínhamos esquematizado, deixar o cara no lance cego e sem saber o que realmente iria acontecer. Chegamos no motel escolhemos um quarto simples, pois queríamos mesmo e aproveitar a foda e não curtir o que os motéis tem a oferecer. Mal chegamos no quarto e o Renato já foi tirando a roupa, ficando de cueca branca. Olhei pro moleque e seu rosto demonstrava que ele tinha gostado do que tinha visto, pois o bundão do Renato se destacava dentro de uma cuequinha justa, principalmente branca. Mas o molecão estava meio sem graça. Pra quebrar aquele clima inicial meio que desagradável. me aproximei dele e fui tirando a sua camiseta, desafivelando o sinto, abrindo o zíper, até aí ele continuava meio que assustado, baixei os jeans dele, ele estava com uma cueca boxe preta, levei a mão no pacote, já no primeiro toque senti que o Renato não tinha se enganado o moleque era super bem dotado. Ele soltou um leve gemido de tesão, jogou a cabeça pra trás e seus olhos estavam fechados, sinal de que estava entrando no clima. Fiz sinal pro Renato, que veio e na maior abaixou a cueca do molecão, uma puta rola saltou ainda meio mole. Renato me olhou, deu uma piscada de olho, demonstrando que a pica era do jeitão que ele curtia. Pegou a rolona na mão, deu uma leve punhetada e colocando a língua pra fora, deu uma lambida naquela rola branquinha com uma cabeçona rosada, meio escondida pelo excesso de pele. Ao sentir a língua do Renato em sua pica o moleque gemeu novamente e acertou a cabeça, que estava pendente pra trás, e ficou olhando o trabalho do Renato que safadamente, começou a bater em seu rosto com aquela rolona. O moleque olhava com ar de tesão, curiosidade e seus olhos meio que espremidos demonstrava que estava gostando do inicio da brincadeira. Renato puxou o excesso e pele pra trás e deixando a cabeça da rola bem exposta, deu uma leve lambida naquela cabeça e aprovando o sabor abocanhou a piça do garotão e faltou muito pouco pra engolir tudo, o corpo do Felipe estremeceu, e ele disse: “porra que boca”!!! Perguntei: “tá gostando do trato? “ele engole quase tudo” - respondeu: “delicia! caralho, esse cara é guloso”. Olhei pra ele e ele estava com um leve sorriso no canto da boca e com os olhos de tesão. Falei: “por que vocês dois não vão pra cama pra aproveitar melhor”. Renato deitou-se e ficou esperando o Felipe que se desvencilhou rapidinho da roupa. Peladão o moleque deitou-se já com sua puta rolona dura, com a qual ele brincava, se punhetando bem de leve como deixar o outro puto ainda com mais tesão. Renato ajeitou o corpo do molecão e o fez se deixar bem no meio da cama. Depois com as mãos abriu ao máximo as pernas do garotão, em seguida deitou-se bem no meio com aquele belo rabão pra cima e segurando na rola do moleque. Sem titubear abocanhou de vez. O Felipe soltou um som abafado de tesão e fechou os olhos, mas seu rosto demonstrava que estava sentindo puta tesão, apesar de estar com as mãos atrás da cabeça. Falei pro Renato: “vai puto engole toda essa trolha!” O puto tentou, mas era muita rola pra caber dentro da sua boca, devia chegar na garganta. Ele mamava bonito, segurava na base da rola esgarçava a pele e metia a bocona, engolia quase toda rola branca, deixando só uns dois dedos de fora. Mamava como um bezerrão sedento de leite. “E aí Felipe, tá gostando da boquete do meu amigo?” - perguntei. “Tá campeã!” - respondeu. “Vai meter essa rolona no cuzão dele?” - falei pra incendiar ainda mais o moleque. “Com certeza vou meter até as bolas” . Já estava mais que na hora deu começar a comandar a foda daqueles putos. “Vai safadão, pega na cabeça dele e faz esse puto engolir toda sua rola!” - falei meio que ordenando, mas sem dar essa noção. Ele trouxe seus braços pra frente e segurou a cabeça do putão e começou a forçar pra que ele engolisse sua rola até o toco. Renato engasgava, mas não reclamava e tentava engolir aquela jeba inteira, que apesar de ter uns 23 cm, não era uma garrafa de coca-cola de grossura, era normal. Cada engasgada que o outro dava, Felipe soltava um risinho abafado e dizia: “vai puto engole toda essa bagaça!!.” Enquanto Renato dava um trato no moleque, me livrei das roupas, mas fiquei de cueca. sentei na beira da cama e fui em direção ao molecão, tentando beijá-lo, ele recusou e disse: “sem beijo cara, não curto”. Como a norma da diversão é não se forçar nada que o outro não queira. Me afastei pra deixar o moleque o mais a vontade possível. Mas mesmo assim levei a mão nas tetinhas dele e comecei a beliscar bem de leve. Ele fechou os olhos e soltou um som, meio parecido com um mugido. Perguntei: “gosta que brinquem com suas tetinhas?” Respondeu: “adoro, cara!!!”
Se ele adorava era sinal que eu podia caprichar ainda mais. levei a boca na tetinha dele e comecei a passar a língua bem de leve, ele gemia gostoso. Olhei pra ele, e vi uma cara de puro prazer e dois olhos bem arregalados pra ver e acompanhar o que eu fazia em suas tetinhas e os movimentos do Renato em sua pica. “caralho que tesão!!! vocês são dois putos safados!!!” - ele falou.
Renato agora passava a língua nas bolas peludas dele. Um aparte, o moleque não aparava os pelos, apesar do peito lisinho, as pernas eram peludas e embaixo do braço também, o moleque tinha uma verdadeira piruca de pelos. Nesse instante o moleque se debatia inteiro, tamanho era o seu tesão com as linguadas do Renato em seu saco e minha boca se revezando em mordiscar suas tetinhas . Com um sorriso e um ar de tesão total ele gemia muito. “Caralho, que boca tesudas vocês têm, seus putos !!”, “vai safado chupa e engole meus ovos!!!” Renato obedecia, chupando uma bola, depois a outra e se esforçava todo pra engolir as duas bolas grande, peludas e dependuradas daquela rola gigante. Deixei o Renato brincar bastante no sacão do garoto e depois falei: “já tá na hora de você meter no bundão do meu amigo, você quer? “Quero sim, cara!!! Quero muito comer esse cu desse safado, vou arregaçar ele inteiro”. Levantei peguei camisinha e gel lubrificante na minha pasta de trabalho que sempre carrego. Renato se levantou, foi até o banheiro dar um trato no rabo. Aproveitei dei a camisinha pro garotão encapar a rola e disse baixo: “não tenha dó, mete pra valer, mesmo que ele reclame mete tua rola com gosto no cu do safado!!!” Felipe, piscou o olho, deu um sorriso e fez cara de safado, dizendo: “pode deixar!!!” Renato voltou do banheiro e já foi ficando de quatro e falando: vai moleque, vem comer o meu cu!!!”. Dei o tubo de gel pra ele e disse: “passa bem na tua pica e lambuza o cu dele!!!” Ainda com ar de safado o moleque fez direitinho. Fiquei de lado pra ver, pois curto muito ver uma rola forçando a entrada num cu. Felipe segurou firme na rola, pincelou um pouco no rabo do outro que gemeu e fez cara de puro tesão. Fez o encaixe e forçou: “caralho, vai com calma, você tem uma puta rola cara!!!” - reclamou o Renato. Fiz um sinal com a cabeça que era pra ele nem ligar e meter rola pra valer. O moleque segurou mais firme ainda nas laterais do Renato, e enfincou rola. Renato deu um berro de dor, mas o moleque com cara de satisfação, nem ligou, e foi metendo rola a dentro do cu do outro puto. “Caralho, vai com calma, tá doendo, porra!!!” - reclamou o Renato. “Não reclama não, você tava louco pra sentir minha rola toda dentro do teu cu. Não queria? Então agora vai levar e bem bonzinho!” - respondeu o garotão fazendo cara de menino mau. Prendeu ainda mais o outro e meteu com tudo. Renato soltou um berro, vi aquele trabuco sumir inteiro dentro do rabo do outro. O moleque parou deu um tempo e depois lentamente começou a meter rola. Logo a dor passou e o Renato abriu um sorriso de tesão: “caralho que rola gostosa, vai mete moleque!!!” - falou o putão. O garotão com cara séria e compenetrado na foda, começou a socar rápido e com força: “qué pica, então toma!!”! - falava e metia fundo com tudo no rabo do outro. “Tá gostando de foder o cu do meu amigo?” - perguntei. “Tá massa, vou arrombar o cu deste puto!!! - falou e olhou pra mim com cara de garoto malvado. De vez enquando jogava a cabeça pra trás e soltava um gemido de tesão. Apesar de ser um garoto magrelo, o moleque sabia muito bem como foder um cu bem fodido, socou forte durante muito tempo, até que eu disse: “vai tira a rola, se deita e deixa o safado galopar na tua pica”. Obedeceu direitinho, deitou-se, segurou a tora na base, olhando na cara do Renato, balançando a rola e fazendo cara de safado, falou: “vem putão sento na minha rola, faz ela sumir dentro do teu cu!!!” Renato ficou de frente pra ele, e foi sentando, deixou a rola entrar aos poucos, mas inteira, depois começou a cavalgar, dizendo: “oh tesão, que rola gostosa tem esse moleque!!!, putz que delicia!!!” De onde eu estava eu via a rola empinada do Renato quase trincando de tesão, as vezes ele pegava na rola e dava umas punhetadas nervosa. O moleque, olhava serio o observava sua rola entrando e saindo do cu do outro e a punheta nervosa do Renato. Ele contraia as sobrancelhas, forçava os olhos e gemia de tesão. Sentei aos pés da cama pra observar a cavalgado do puto na rola do moleque safado. “Ergue um pouco a bunda e deixa o moleque mandar a rola no teu cu!” - falei. Renato ajeitou seu corpo um pouco longe e o moleque passou a meter com violência no cu dele, fazia aquele delicioso barulho de carne batendo em carne e de pica fodendo um cu. Fui olhar o rostos dos safados. Renato fazia cara de estar em êxtase, e Felipão, agora estava com o rosto de puro tesão, mordia a boca e bufava, as vezes erguia a cabeça e ficava olhando a rola do Renato bater de encontro a sua barriga, nesse instantes ele sorria e depois voltava a contrair os lábios. Disse: “caralho, tô quase gozando!!!” Falei: “não goza, não!!! Muda de posição, mete de ladinho” Os dois mudaram de posição, Renato deitou de lado e o moleque se deitou pro trás, com um braço enlaçou a cintura do outro. Ajeitou a pica e enfincou de uma só tacada. Renato gemeu num misto de dor e prazer. O moleque , passou o outro braço também na cintura, como se fosse para o outro não fugir e caprichava nas estocadas. De onde eu estava via uma fodelança nervosa, a rola entrava e saia com uma rapidez quase impossível de ser observar. Renato tentava falar, mas devido as metidas do moleque em seu cu, a voz saia em soquinhos e não se entendia o que queria dizer. Coloquei meu pau pra fora e partir pra uma punheta violenta, pois sabia que a qualquer instante um dos dois iria gozar. Apesar de mal entendermos percebemos que o Renato dizia que ia gozar. O moleque disse: “vai cara solta tua porra, vai safado!!!” Logo vi a porra ser esguichada em jatos e saindo da pica empinada do Renato. Percebi que o tesão era tanto que a porra jorrava sem que ele estivesse batendo punheta, apenas com a violência das estocadas o outro. Sua rola balançava parecendo um coqueiro ao vento. Renato gritou de tesão, o moleque não parava, e logo avisou que ia gozar também. Falei rápido: “tira e goza na cara do safado!!!”. Ele arrancou a camisinha, ficou de joelhos e nem deu duas punhetas e os jatos jorraram de dentro de sua pica. Enquanto gozava o moleque jogava a cabeça pra trás, abria a boca e soltava o ohhhhhhhhhhhhhhh, de puro tesão. Saiu muita porra. Me ajoelhei do outro lado e me acabei na punheta, despejando toda porra na cara do meu amigo. Quando acabei olhei na cara do moleque que estava sorrindo de satisfação e disse: “caralho!!! Que loucura, você fode muito bem moleque!!! Renato disse: “porra, seu putos, minha cara tá lava de porra!!!! “E teu cu tá arrombadaço” - respondi. Fizemos o Renato se deitar, abrir bem as pernas e nós dois inspecionamos o cu dele e realmente tava uma cratera de arrombado. O moleque a principio sério caiu numa risada dizendo: “caralho, arrombei o cara, parece um túnel!!!! Fomos os três pro chuveiro, e lá o Renato, ainda não totalmente saciado em seu tesão, punhetou e mamou o molecão, mas devido ao horário resolvemos ir embora, prometendo repetir a dose, mas isso nunca mais ocorreu com o Felipe, mas com outro dois sujeitos que também foderem bem legal o Renato pra eu me deliciar em assistir. Mas essas outras fodas eu conto em outra oportunidade.