Isso aqui é só uma pequena amostra, não temos ensaios completos, e nossa resolução é baixa. Para ter acesso ao melhor conheça: Playboy - Pleasure for All
Infelizmente a Playboy Brasil não tem atualmente um site oficial. Assim, mantemos aqui pequenos trechos de edições órfas. Esperamos logo termos notícias melhores.
A história da Playboy é uma jornada de revolução cultural e adaptação. Tudo começou em 1953, quando Hugh Hefner, usando o dinheiro de um empréstimo e o brilho de Marilyn Monroe na primeira capa, lançou a revista nos EUA. Mais do que nudez, Hefner vendia o "estilo de vida Playboy": uma mistura de sofisticação, literatura de alta qualidade e entrevistas com figuras como Martin Luther King Jr.
No Brasil, a marca desembarcou em 1975 pela Editora Abril. Inicialmente chamada de A Homem devido à censura da ditadura, logo assumiu o nome original e se tornou um fenômeno. Por décadas, ser "Capa da Playboy" foi o auge do estrelato para atrizes e modelos brasileiras, com edições que batiam recordes de milhões de exemplares vendidos.
O mundo mudou e a internet transformou o consumo de conteúdo. O acesso gratuito e instantâneo tornou o modelo de bancas insustentável:
Fim do papel: A edição impressa regular brasileira encerrou-se em 2015 (com breves retornos independentes), e a americana despediu-se do papel em 2020.
Novo foco: Hoje, a Playboy renasceu como uma plataforma digital e lifestyle.
Criadores de conteúdo: O foco atual são redes sociais e plataformas exclusivas (como o Playboy Club), onde a marca atua como uma curadora de modelos e influenciadores, focando em engajamento e diversidade.
O coelhinho ainda é um ícone global, mas agora ele habita o brilho das telas, tentando equilibrar o legado de sofisticação com a rapidez da era dos algoritmos.
A descrição apresentada refere-se a um item de colecionador ou registro de catalogação de uma edição específica da revista Playboy brasileira. A codificação "1999 12" indica o ano e o mês de publicação (dezembro de 1999). A recorrência do termo "Feiticeira" indica que esta edição teve como personalidade de capa a modelo e dançarina Joana Prado, na época popularmente conhecida pelo codinome artístico "A Feiticeira".
Joana Prado (nascida em 1976) é uma ex-modelo e personalidade da mídia brasileira. Ganhou notoriedade nacional no final da década de 1990 ao interpretar a personagem "Feiticeira" no programa H na Band. A personagem era caracterizada por vestimentas que remetiam a uma estética de fantasia, frequentemente envolvendo o uso de peças ajustadas ao corpo, como collants, e adereços de couro ou metal. A edição de dezembro de 1999 tornou-se um marco editorial, alcançando um dos maiores índices de vendagem da história da revista no país.
No contexto de publicações fotográficas desse gênero, as referências a partes do corpo seguem definições biológicas padrão:
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