Essa foto é só uma amostra. O conteúdo integral do ensaio, com fotos inteiras e alta aqulidade você vai achar em Inicio | Portal Sexy Clube - Revista Sexy
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A Revista Sexy nasceu em 1992, consolidando-se rapidamente como uma das publicações masculinas mais icônicas e vendidas do Brasil. Enquanto suas concorrentes apostavam muitas vezes em estrelas inatingíveis, a Sexy inovou ao trazer para suas capas mulheres que representavam a autêntica cultura popular brasileira: musas do carnaval, dançarinas de funk, assistentes de palco e estrelas de reality shows. Essa proximidade com o gosto popular foi o grande motor do seu imenso sucesso nas bancas durante as décadas de 90 e 2000.
Com editoriais ousados e uma linguagem irreverente, a revista construiu um legado marcante no entretenimento nacional, revelando inúmeras personalidades e criando marcas fortes, como o famoso concurso e reality "As Pimentinhas".
Com a transformação do mercado editorial e o avanço da internet, a Sexy soube se reinventar. Deixando para trás a dependência do formato impresso, a marca migrou de forma robusta para o ambiente online. Hoje, seu legado e conteúdo estão concentrados no portal digital Sexy Clube (hospedado no UOL). Nesse novo formato, a revista adaptou-se à era do conteúdo sob demanda e das plataformas de assinatura, oferecendo ensaios exclusivos, vídeos em alta definição e bastidores, mantendo viva a sua essência adaptada às novas tecnologias e hábitos de consumo.
A descrição apresentada refere-se à catalogação de uma edição específica da revista Sexy, um periódico brasileiro voltado ao público adulto, publicado pela Editora Rickdan (anteriormente vinculada a outros grupos editoriais). A etiqueta "Bruna e Eduarda Dezembro 2016 mulher 01" indica a identificação das modelos de capa e o respectivo período de circulação.
A revista Sexy consolidou-se no mercado editorial brasileiro a partir da década de 1980, seguindo o modelo de publicações de entretenimento adulto que alternavam ensaios fotográficos de celebridades, modelos profissionais ou personalidades em ascensão na mídia nacional. A edição de dezembro de 2016 apresenta duas modelos, Bruna e Eduarda, seguindo a convenção editorial de ensaios temáticos ou duplos.
No referido contexto editorial, as modelos Bruna e Eduarda referem-se a figuras públicas que, à época da publicação, integravam o elenco de subcelebridades ou modelos fotográficas associadas à marca. Na indústria de revistas masculinas brasileiras, a escolha de modelos costumava ser pautada por critérios de estética corporal padronizada e relevância em plataformas de mídia digital ou televisão.
Em um contexto enciclopédico, as partes do corpo humano citadas em ensaios fotográficos são analisadas sob a ótica da anatomia humana:
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